sexta-feira, 20 de abril de 2012
Brasil é o 2º mais otimista com a economia local
Segundo o IBR (International Business Report) 2012, da Grant Thornton International, 86% dos empresários brasileiros estão otimistas com relação à economia brasileira nos próximos 12 meses. O nível de otimismo aumentou 12 pontos percentuais em relação ao último trimestre pesquisado, fazendo com que o Brasil assuma a segunda posição no ranking global, atrás apenas do Peru (90%). O estudo é feito com 11.500 empresas em 40 economias.
“O governo tem mostrado que a política fiscal e monetária tem seguido na mesma linha, cada uma cumprindo com seus compromissos. A única preocupação, no momento, é com o ritmo de crescimento, porém, ainda assim, isso não afeta as perspectivas das companhias no País”, diz Javier Martinez, responsável pelo IBR na América Latina.
Entre os mais otimistas estão ainda os empresários dos Emirados Árabes (84%), Filipinas (82%), Geórgia (78%), Índia (74%), Chile (68%), Alemanha (64%) e México (62%). Os países onde o percentual de executivos mais otimistas aumentou foram: a Tailândia, onde as perspectivas para a economia eram negativas no último trimestre de 2011 (-52%), o nível de otimismo cresceu 60 p. p, no primeiro trimestre desse ano, a Finlândia onde o índice aumentou 50 p. p, passando de -48% para 2% e a Turquia que registrou elevação de 40 pontos percentuais.
O país mais pessimista é a Espanha (-71%), seguido pelo Japão (-53%) Grécia (-52%), França (-39%), Bélgica (-36%) e Holanda (-24%). Apesar dos índices ainda estarem negativos, os japoneses apresentaram aumento de 18 p.p no otimismo em relação ao último trimestre, assim como os franceses (+7 p.p), belgas (+10 p.p) e holandeses (+20 p. p).
Na América Latina o otimismo aumentou também em relação ao último trimestre (+12 p.p) para 73% sendo de longe a região mais otimista. Os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram uma elevação de sete pontos percentuais na comparação com o quarto trimestre de 2011, para 41%.
A América do Norte é destaque com o nível de otimismo crescendo 41 pontos percentuais no primeiro trimestre desse ano, para 47%. Até mesmo na Zona do Euro o sentimento de otimismo entre os empresários é maior. A região registrou uma elevação de 12 pontos percentuais de executivos com boas perspectivas, passando o índice de -16% para -4%.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Depois da rede mineira DMA, Cencosud negocia com a paulista Russi
A reportagem de SM apurou com fonte ligada à rede mineira, que a negociação para a venda da DMA Distribuidora, dona da rede de supermercados Epa, para a chilena Cencosud está quase fechada, faltando apenas alguns detalhes. O Portal SM já havia noticiado o avanço da transação na semana passada.
Maior varejista brasileira de supermercados de Minas Gerais, o grupo DMA controla, além do Epa, as cadeias Via Brasil e Mart Plus, que somavam 94 lojas em dezembro de 2011 e registraram faturamento de R$ 2 bilhões no ano passado.
E o Cencosud não para por aqui. Ele quer crescer no País por meio de novas aquisições. Por isso, continua a sondar varejistas locais. A paulista Russi Supermercados, com sede em Jundiaí, 22 lojas no Estado e faturamento estimado para este ano em R$ 800 milhões, também está na mira dos chilenos.
O Russi é uma empresa familiar com 60 anos de mercado que, no início do ano passado, contratou Oseas Santos, ex-diretor financeiro da Anhanguera Educacional, que também já foi vice-presidente financeiro do Walmart. "Oseas foi contratado para preparar a empresa para a venda", diz uma fonte ligada à família Russi ao jornal O Estado de São Paulo. O Cencosud, conforme fontes do mercado, fez uma proposta e as negociações estão em andamento. Oficialmente, o Russi nega que haja conversas.
O Cencosud tem hoje 152 lojas no Brasil, adquiridas desde 2007 por meio da compra de seis supermercadistas - redes G.Barbosa (SE), Super Família (CE), Perini (BA), Cardoso (BA), Bretas (MG) e Prezunic (RJ).
Fonte: SM
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Vendas do autosserviço crescem quase 12% em fevereiro
O setor supermercadista elevou em 11,58% suas vendas reais no mês de fevereiro, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Já em relação a janeiro deste ano, houve ligeira queda de 0,18%. Os dados foram divulgados, hoje, pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados).
Ainda em fevereiro, o Índice Abras Mercado, com 35 produtos analisados pela GfK, registrou queda de preços de 0,25% em relação a janeiro. A maior queda de preço foi registrada no tomate (-21,34%). Por outro lado, a maior alta foi registrada no feijão, alimento cujo preço aumentou 11,52%.
Mas, para atingir esses patamares de crescimento o varejista tem que está com a sua operação afinida.
Para isso conte com a C & Consultoria de Varejo.
www.ceaconsultoriadevarejo.com.br
contato@ceaconsultoriadevarejo.com.br
Tel - 71-34940064/99665330
Cencosud está perto de comprar a mineira DMA
De acordo com reportagem publicada no jornal Valor Econômico, as negociações para a venda da DMA Distribuidora, dona da rede de supermercados Epa, para a chilena Cencosud avançaram nas últimas semanas. Maior varejista brasileira de supermercados de Minas Gerais, o grupo controla, além do Epa, as cadeias Via Brasil e Mart Plus, que somavam 94 lojas em dezembro de 2011 e registraram faturamento de R$ 2 bilhões no ano passado.
Segundo uma fonte ligada às varejistas, após dois meses de negociações mais intensas, as partes conseguiram chegar a um consenso em relação ao valor final, de R$ 1,3 bilhão (cerca de US$ 770 milhões), incluindo nessa soma o montante da dívida da DMA, presidida hoje pelo sócio-fundador, José Nogueira.
O grupo Cencosud quer crescer no País por meio de novas aquisições, e, por isso, continua a sondar varejistas locais. O Cencosud tem 152 lojas no Brasil, adquiridas desde 2007 por meio da compra de seis supermercadistas - redes G.Barbosa (SE), Super Família (CE), Perini (BA), Cardoso (BA), Bretas (MG) e Prezunic (RJ).
A finalização do negócio com a DMA dependeria, basicamente, de detalhes burocráticos. Se a negociação for fechada, Horst Paulmann, presidente do Cencosud, deve vir ao Brasil assinar o contrato de compra. Procurada, a rede chilena não se manifestou sobre a informação até o fechamento desta edição. A DMA Distribuidora nega que as partes estejam em conversas para a venda da operação.
Desde o ano passado, existiam informações no mercado do interesse do Cencosud e do Walmart no grupo mineiro, mas o Walmart nunca chegou a avaliar a hipótese de compra do negócio, conforme apurou o Valor.
O único interessado neste momento é o Cencosud, que, se finalizar a aquisição, alcançará receita bruta anual de R$ 10,9 bilhões no País. Além disso, a rede chilena passa a ter uma operação complementar à já existente na região - a companhia adquiriu em outubro de 2010 a rede mineira Bretas. Com uma possível aquisição do grupo DMA, o Cencosud ficaria com as sete lojas da cadeia Mart Plus, focada no atendimento aos públicos das classes A e B.
Num período de dois anos, entre abril de 2010 e abril de 2012, o grupo chileno adquiriu cinco empresas (Super Família, Perini, Cardoso, Bretas e Prezunic), com desembolso total de US$ 1,368 bilhão (R$ 2,2 bilhões). As duas últimas foram as maiores e consideradas estratégicas dentro do plano de expansão do grupo, que passa pela necessidade de um rápido ganho de escala para que a operação torne-se mais rentável.
As movimentações do Cencosud são vistas pelo mercado como a terceira onda de aquisições desse setor no Brasil nos últimos 15 anos. Na segunda metade da década de 90 até o início dos anos 2000, Grupo Pão de Açúcar e Carrefour disputaram ativos no País, no primeiro pontapé do processo de consolidação do setor.
A entrada do Walmart no Brasil, em 1995, abriu espaço para novas compras em 2004 e 2005, numa disputa da rede americana com o GPA e o Carrefour. Neste momento o Cencosud lidera uma nova fase de consolidação.
Fonte: Valor Econômico
Assinar:
Postagens (Atom)