As vendas de pães apontaram uma alta de 9% e a de bolos, 12% em 2012 ante 2011. Os dados são da Abima, associação que representa os fabricantes de bolos, pães e massas.
O faturamento da indústria chegou a R$ 3,5 bilhões com os pães no ano passado e a R$ 663 milhões com os bolos.
"A tendência para este ano é de nova alta para os dois setores. Em cinco anos, o mercado de pães cresceu 55% e o de bolos, 58%", diz Cláudio Zanão, presidente da Abima.
A expectativa agora é a inclusão do pão industrial na lista de produtos desonerados de impostos federais (PIS/Cofins). Cerca de 71% da população consome a mercadoria, segundo a associação.
"Temos conversado com o governo e estamos confiantes na desoneração. A decisão deve sair em dois meses. A redução no preço poderá chegar a 5%", diz Zanão.
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 26 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Comércio varejista está longe da crise
Enquanto os números da indústria ainda estão longe de convencer, o comércio varejista mostra o vigor de quem ainda não conheceu a palavra crise. Em janeiro, as vendas do varejo aumentaram 5,9% sobre o mesmo mês de 2012 e 0,6% na comparação com dezembro. Neste confronto, que exclui fatores sazonais, ocorreu o sétimo resultado positivo dos último oito meses, segundo informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em Belo Horizonte, assim como no Brasil, o comércio varejista também inaugurou 2013 com crescimento nas vendas. Os negócios em janeiro foram 3,32% maiores na comparação com igual período de 2012, segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). “O crescimento foi baseado em um tripé que vem durando há algum tempo: o emprego, renda crescente e crédito. Com mais pessoas empregadas, fica mais fácil a aquisição de produtos por meio de financiamentos e empréstimos”, afirma Bruno Falci, presidente da CDL.
No período, os setores de papelaria e livraria (6,46%) e artigos diversos, que incluem acessórios de couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo e fotográfico, computadores e periféricos e artigos de borracha (3,71%), apresentaram as maiores altas.
Para analistas, o bom desempenho é reflexo do conjunto de ações adotadas pelo governo para bombar a demanda interna, como desonerações de impostos, a valorização do salário mínimo e a manutenção do mercado de trabalho ainda aquecido. Com consumidores sem pena de gastar, o comércio tem faturado mais. Em janeiro, da alta de 5,9% nas avendas, nada menos que 65% se deveram ao desempenho de apenas três segmentos pesquisados: hipermercados e produtos alimentícios; outros artigos de uso pessoal; e móveis e eletrodomésticos.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Em Belo Horizonte, assim como no Brasil, o comércio varejista também inaugurou 2013 com crescimento nas vendas. Os negócios em janeiro foram 3,32% maiores na comparação com igual período de 2012, segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). “O crescimento foi baseado em um tripé que vem durando há algum tempo: o emprego, renda crescente e crédito. Com mais pessoas empregadas, fica mais fácil a aquisição de produtos por meio de financiamentos e empréstimos”, afirma Bruno Falci, presidente da CDL.
No período, os setores de papelaria e livraria (6,46%) e artigos diversos, que incluem acessórios de couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo e fotográfico, computadores e periféricos e artigos de borracha (3,71%), apresentaram as maiores altas.
Para analistas, o bom desempenho é reflexo do conjunto de ações adotadas pelo governo para bombar a demanda interna, como desonerações de impostos, a valorização do salário mínimo e a manutenção do mercado de trabalho ainda aquecido. Com consumidores sem pena de gastar, o comércio tem faturado mais. Em janeiro, da alta de 5,9% nas avendas, nada menos que 65% se deveram ao desempenho de apenas três segmentos pesquisados: hipermercados e produtos alimentícios; outros artigos de uso pessoal; e móveis e eletrodomésticos.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 14 de março de 2013
Faça o seu IRPF com a C & A Consultoria!
Prezados amigos,
Está cada vez mais próximo o dia final para a entrega da sua declaração de imposto de renda a Receita Federal o Brasil: 30 de Abril! O tempo está voando e essa data chegará que nem perceberemos.
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71-86511135 - oi
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71-91109480 - tim
Abraço a todos,
Antônio Costa
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Antônio Costa
quarta-feira, 13 de março de 2013
Walmart reforça Todo Dia como aposta para lojas de bairro
Enquanto o setor supermercadista comemora a revisão para cima das vendas este ano, por conta da desoneração da cesta básica, a disputa das lojas de vizinhança aumenta. O modelo, explorado pelo Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart terá destaque, e o norte e nordeste terão mais atenção do Walmart, com a bandeira Todo Dia. Ano passado, a rede atingiu 174 lojas - 21 em São Paulo - depois de abrir 25 pontos. Com sortimento adequado ao público C e D, o formato tem se destacado nos negócios do grupo, diz Antero Felippo, vice-presidente da rede Todo Dia.
Comodidade e proximidade são as duas premissas principais que identificam o sucesso das operações supermercadistas de vizinhança, as lojas menores instaladas em bairros. O potencial do modelo de negócio é tanto que os players Grupo Pão de Açúcar (GPA), Carrefour e Walmart devem ampliar a disputa com operações desse formato este ano.
Para a rede norte-americana Walmart, a oportunidade de abrir uma operação de proximidade surgiu em 2004, quando a empresa adquiriu a bandeira Bom Preço, que atuava com a marca Balaio na operação de bairro na Região Nordeste, afirmou ao DCI Antero Felippo, vice-presidente do Todo Dia. "O Walmart percebeu em 2004 o potencial desse nicho. Com a aquisição do Bom Preço passou a investir no supermercado de vizinhança", disse, ao que completou: "Desde que houve a aquisição sabíamos dos bons resultados e do potencial que há nesse mercado de classe emergente", disse ele.
Anteriormente, a rede só operava com supermercados e hipermercados no Brasil. Depois de algumas pesquisas de mercado, a supermercadista americana - a terceira maior rede em operação no País -, fez pequenas alterações na Balaio, a primeira das quais foi a troca do nome para Todo Dia, em 2004, depois da aquisição da bandeira nordestina.
Segundo Felippo, depois de toda a análise do mercado, o Walmart decidiu expandir o segmento de proximidade no nordeste para em 2008 inserir a marca em outras regiões. "Até 2007 expandimos essa operação só no nordeste. A partir de 2008 é que iniciamos a inserção da bandeira Todo Dia em São Paulo, e depois no sul do Brasil", explicou.
No ano passado, a Todo Dia atingiu 174 lojas - 21 em São Paulo-, tendo inaugurado 25 novos pontos de vendas nesse formato. "No ano passado tivemos um avanço importante com a Todo Dia ao abrir mais de 20 lojas no período. Nosso foco continuou no nordeste, região que recebeu 18 novos pontos de venda", enfatizou o vice-presidente da rede. As outras sete operações foram assim divididas: uma loja em São Paulo, e o restante no sul.
Questionado se o modelo de vizinhança não era, de certa forma, prejudicial ao modelo de hipermercado, Antero Felippo disse que não há briga entre as operações. "Ele [o modelo] não briga com os nossos hiper e supermercados. Nós apenas nos preocupamos em não abrir uma operação de proximidade muito perto de um hiper, por exemplo."
Outro fato ressaltado é que devido ao foco da rede Todo Dia estar na Região Nordeste, há uma maior utilização de produtos regionais, como explicou Felippo. "O mix de produtos dentro de uma loja de proximidade é de cerca de 3.000 itens. E para atender todas as necessidades do consumidor, temos uma boa variedade de artigos regionais em nossa bandeira", declarou. Ao que completou: "Além do sortimento adequado ao público C e D, temos em nossas lojas produtos em embalagens menores ou econômicas", ressaltou ele.
O executivo não informou o quanto a rede representa no faturamento do grupo Walmart, nem quais as perspectivas de expansão. Afirmou, apenas, que o nordeste ainda é a região em que haverá mais atenção na expansão da empresa. "Temos espaço para crescer em São Paulo e é um estado que queremos nos desenvolver, mas existe uma oportunidade maior no nordeste", argumentou.
Não é só no Brasil que o Walmart tem operações de proximidade. Com foco maior na América Latina, a rede norte-americana detém bandeiras como a Bodega, no México e no Chile. Na Guatemala, Honduras e El Salvador, as operações que se enquadram no mercado de vizinhança são a Dispensa Familiar. Já na Costa Rica e na Nicarágua, a bandeira é a Pali, mas com foco em consumidores com o cartão da loja (private label). Já nos Estados Unidos e na China, a operação que se enquadra no formato de proximidade é a do Walmart Express e dos Neighborhood Markets.
Perspectivas
Para Rodrigo Mariano, gerente do departamento de economia e pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (Apas), no Brasil ainda há muito mercado para as lojas de proximidade. O especialista explicou que os brasileiros costumam ir mais vezes a um supermercado na comparação com o europeu, e isso é um dos fatores impulsionadores desse segmento. "O consumidor atual busca comodidade. Ao ter uma mercado, por menor que seja, perto de sua casa ou de seu trabalho, isso atraíra a atenção. Com as operações de vizinhança pode-se dizer que há a volta do famoso freguês ao setor", disse.
Questionado se a operação daria certo em outros países, Mariano acredita que isso é uma característica mais do brasileiro e dos países vizinhos. "O crescimento desse nicho está associado a qualificação do consumo que o País vive agora", argumentou. Ainda na opinião do especialista, as Regiões Norte e Nordeste são as de maior potencial para o mercado.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Comodidade e proximidade são as duas premissas principais que identificam o sucesso das operações supermercadistas de vizinhança, as lojas menores instaladas em bairros. O potencial do modelo de negócio é tanto que os players Grupo Pão de Açúcar (GPA), Carrefour e Walmart devem ampliar a disputa com operações desse formato este ano.
Para a rede norte-americana Walmart, a oportunidade de abrir uma operação de proximidade surgiu em 2004, quando a empresa adquiriu a bandeira Bom Preço, que atuava com a marca Balaio na operação de bairro na Região Nordeste, afirmou ao DCI Antero Felippo, vice-presidente do Todo Dia. "O Walmart percebeu em 2004 o potencial desse nicho. Com a aquisição do Bom Preço passou a investir no supermercado de vizinhança", disse, ao que completou: "Desde que houve a aquisição sabíamos dos bons resultados e do potencial que há nesse mercado de classe emergente", disse ele.
Anteriormente, a rede só operava com supermercados e hipermercados no Brasil. Depois de algumas pesquisas de mercado, a supermercadista americana - a terceira maior rede em operação no País -, fez pequenas alterações na Balaio, a primeira das quais foi a troca do nome para Todo Dia, em 2004, depois da aquisição da bandeira nordestina.
Segundo Felippo, depois de toda a análise do mercado, o Walmart decidiu expandir o segmento de proximidade no nordeste para em 2008 inserir a marca em outras regiões. "Até 2007 expandimos essa operação só no nordeste. A partir de 2008 é que iniciamos a inserção da bandeira Todo Dia em São Paulo, e depois no sul do Brasil", explicou.
No ano passado, a Todo Dia atingiu 174 lojas - 21 em São Paulo-, tendo inaugurado 25 novos pontos de vendas nesse formato. "No ano passado tivemos um avanço importante com a Todo Dia ao abrir mais de 20 lojas no período. Nosso foco continuou no nordeste, região que recebeu 18 novos pontos de venda", enfatizou o vice-presidente da rede. As outras sete operações foram assim divididas: uma loja em São Paulo, e o restante no sul.
Questionado se o modelo de vizinhança não era, de certa forma, prejudicial ao modelo de hipermercado, Antero Felippo disse que não há briga entre as operações. "Ele [o modelo] não briga com os nossos hiper e supermercados. Nós apenas nos preocupamos em não abrir uma operação de proximidade muito perto de um hiper, por exemplo."
Outro fato ressaltado é que devido ao foco da rede Todo Dia estar na Região Nordeste, há uma maior utilização de produtos regionais, como explicou Felippo. "O mix de produtos dentro de uma loja de proximidade é de cerca de 3.000 itens. E para atender todas as necessidades do consumidor, temos uma boa variedade de artigos regionais em nossa bandeira", declarou. Ao que completou: "Além do sortimento adequado ao público C e D, temos em nossas lojas produtos em embalagens menores ou econômicas", ressaltou ele.
O executivo não informou o quanto a rede representa no faturamento do grupo Walmart, nem quais as perspectivas de expansão. Afirmou, apenas, que o nordeste ainda é a região em que haverá mais atenção na expansão da empresa. "Temos espaço para crescer em São Paulo e é um estado que queremos nos desenvolver, mas existe uma oportunidade maior no nordeste", argumentou.
Não é só no Brasil que o Walmart tem operações de proximidade. Com foco maior na América Latina, a rede norte-americana detém bandeiras como a Bodega, no México e no Chile. Na Guatemala, Honduras e El Salvador, as operações que se enquadram no mercado de vizinhança são a Dispensa Familiar. Já na Costa Rica e na Nicarágua, a bandeira é a Pali, mas com foco em consumidores com o cartão da loja (private label). Já nos Estados Unidos e na China, a operação que se enquadra no formato de proximidade é a do Walmart Express e dos Neighborhood Markets.
Perspectivas
Para Rodrigo Mariano, gerente do departamento de economia e pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (Apas), no Brasil ainda há muito mercado para as lojas de proximidade. O especialista explicou que os brasileiros costumam ir mais vezes a um supermercado na comparação com o europeu, e isso é um dos fatores impulsionadores desse segmento. "O consumidor atual busca comodidade. Ao ter uma mercado, por menor que seja, perto de sua casa ou de seu trabalho, isso atraíra a atenção. Com as operações de vizinhança pode-se dizer que há a volta do famoso freguês ao setor", disse.
Questionado se a operação daria certo em outros países, Mariano acredita que isso é uma característica mais do brasileiro e dos países vizinhos. "O crescimento desse nicho está associado a qualificação do consumo que o País vive agora", argumentou. Ainda na opinião do especialista, as Regiões Norte e Nordeste são as de maior potencial para o mercado.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quarta-feira, 6 de março de 2013
Cencosud reduz investimentos no Brasil
A queda no valor previsto para este ano é de cerca de 40%, em relação ao desembolso anunciado em 2012. Com a diminuição dos investimentos, por consequência, a rede chilena abrirá menos lojas no Brasil.
A companhia planeja investir US$ 116 milhões no País em 2013 - valor equivalente a R$ 232 milhões, com base na previsão de dólar médio do ano. Parte do montante deve ser aplicado na abertura de 15 lojas no País. Em 2012 a empresa anunciou US$ 198 milhões em investimentos no Brasil (R$ 386 milhões, com base no dólar médio de 2012) e a abertura de 26 lojas. Mas, pelos cálculos do fim do ano passado, as inaugurações vieram em menor volume - 22 unidades. O resultado, porém, ainda está acima da previsão da rede para 2013.
A redução de desembolsos reflete uma posição geral do grupo, que também reduziu as previsões de investimento em outros países da América do Sul, onde está presente. A companhia adquiriu o Carrefour na Colômbia em 2012 e se endividou para isso. Ao mesmo tempo, tem focado parte dos esforços, desde o ano passado, no processo de integração de negócios adquiridos em diversos países, e isso explicaria os investimentos menores, segundo relatório de analistas.
A empresa é dona de uma série de varejistas com forte presença regional no Brasil, como a sergipana G.Barbosa e a Prezunic, do Rio de Janeiro. O Brasil é o segundo país com maior peso dentro dos resultados da empresa, só perde para a operação no Chile.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
A companhia planeja investir US$ 116 milhões no País em 2013 - valor equivalente a R$ 232 milhões, com base na previsão de dólar médio do ano. Parte do montante deve ser aplicado na abertura de 15 lojas no País. Em 2012 a empresa anunciou US$ 198 milhões em investimentos no Brasil (R$ 386 milhões, com base no dólar médio de 2012) e a abertura de 26 lojas. Mas, pelos cálculos do fim do ano passado, as inaugurações vieram em menor volume - 22 unidades. O resultado, porém, ainda está acima da previsão da rede para 2013.
A redução de desembolsos reflete uma posição geral do grupo, que também reduziu as previsões de investimento em outros países da América do Sul, onde está presente. A companhia adquiriu o Carrefour na Colômbia em 2012 e se endividou para isso. Ao mesmo tempo, tem focado parte dos esforços, desde o ano passado, no processo de integração de negócios adquiridos em diversos países, e isso explicaria os investimentos menores, segundo relatório de analistas.
A empresa é dona de uma série de varejistas com forte presença regional no Brasil, como a sergipana G.Barbosa e a Prezunic, do Rio de Janeiro. O Brasil é o segundo país com maior peso dentro dos resultados da empresa, só perde para a operação no Chile.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 4 de março de 2013
Lucro da Cencosud cai 1,6% em 2012
A varejista chilena informou que a queda aconteceu devido ao aumento de custos associados com o crescimento da dívida para a expansão na América do Sul.
O lucro caiu para 269,959 bilhões de pesos chilenos (US$ 564 milhões) no ano passado, mas subiu 20,7% no quarto trimestre com melhor resultado operacional e impostos mais baixos.
A varejista, que mais do que dobrou suas lojas desde 2005 por meio de crescimento e aquisições, fez uma grande compra no ano passado de US$ 2,6 bilhões, dos ativos colombianos do francês Carrefour.
As vendas do ano passado saltaram 20,3%, para 9,149 trilhões de pesos chilenos (US$ 19,1 bilhões) apoiada nos planos agressivos de expansão da Cencosud.
"O aumento de 20% foi principalmente devido à adição de 157 novas lojas, incluindo 31 novos supermercados da aquisição da Prezunic (no Brasil) e 39 novas lojas de departamento da aquisição da Johnson (no Chile)", disse a Cencosud em comunicado.
No mês passado, a Cencosud disse esperar que a expansão regional ajude a aumentar as vendas de 2013 em cerca de 25%, para US$ 22,5 bilhões, um nível inferior ao previsto pela companhia no ano passado.
A varejista diversificada opera atualmente cerca de 900 supermercados, lojas de departamento e de produtos domésticos e shoppings centers na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.
Fonte: Reuters Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
O lucro caiu para 269,959 bilhões de pesos chilenos (US$ 564 milhões) no ano passado, mas subiu 20,7% no quarto trimestre com melhor resultado operacional e impostos mais baixos.
A varejista, que mais do que dobrou suas lojas desde 2005 por meio de crescimento e aquisições, fez uma grande compra no ano passado de US$ 2,6 bilhões, dos ativos colombianos do francês Carrefour.
As vendas do ano passado saltaram 20,3%, para 9,149 trilhões de pesos chilenos (US$ 19,1 bilhões) apoiada nos planos agressivos de expansão da Cencosud.
"O aumento de 20% foi principalmente devido à adição de 157 novas lojas, incluindo 31 novos supermercados da aquisição da Prezunic (no Brasil) e 39 novas lojas de departamento da aquisição da Johnson (no Chile)", disse a Cencosud em comunicado.
No mês passado, a Cencosud disse esperar que a expansão regional ajude a aumentar as vendas de 2013 em cerca de 25%, para US$ 22,5 bilhões, um nível inferior ao previsto pela companhia no ano passado.
A varejista diversificada opera atualmente cerca de 900 supermercados, lojas de departamento e de produtos domésticos e shoppings centers na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.
Fonte: Reuters Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
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