terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Consumo no Brasil deve crescer 13,5% em 2012

O estudo Pyis Consumo, divulgado hoje pelo Ibope Inteligência, mostra que o consumo no Brasil deve atingir R$ 1,3 trilhão neste ano, o que equivale a cerca de 30% do PIB Brasileiro e, caso confirmado, representará alta de 13,5% em comparação a 2011. O maior potencial de expansão foi registrado na região Norte: 26,1%. Na sequência aparece o Nordeste, com 24,1%, seguido da região Sul (19,7%). O Centro-Oeste deve crescer 19,4%, enquanto no Sudeste, principal mercado do País, a expansão projetada é de 6,5%. Segundo Antônio Carlos Ruotolo, diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, atualmente a região Norte, com 8,4% da população, representa apenas 5,2% do consumo do País. Nas demais regiões, a divisão fica assim: Sudeste com 42% da população e 53,5% do consumo, e Sul, com 14,3% da população e 16,4% do mercado. Com 27,8% da população brasileira, o Nordeste responde hoje por 15,7% do consumo, enquanto o Centro-Oeste, onde vivem 7,4% dos brasileiros, concentra 9,1% do consumo. Para 2012, o Ibope estima que o Norte cresça 26,5%; o Nordeste, 24,1%; o Centro-Oeste, 19,7%; e o Sudeste, 6,5%. Outro dado do estudo é que as classes A e B absorvem mais de 50% de tudo o que é consumido na maior parte dos grupos pesquisados. A classe A, que ocupa 2,6% dos domicílios brasileiros lidera, com folga, o consumo de CDs e DVDs (27,3% do total da categorias). Combustível e ensino são os principais gastos da classe B, que representa 58,3% das despesas de cada um desses grupos. Metade do consumo com tabaco e acessórios é realizado pela classe C, assim como carnes e derivados, mercearia e matinais. Segundo Ruotolo, a sofisticação do consumo na nova classe média se reflete na compra de itens como TV, som e vídeo. "Esse cenário tende a se repetir nos próximos anos", afirma. "Se o PIB continuar crescendo e o desemprego permanecer baixo, em três anos, haverá uma forte migração da população da classe C para a B. E aí haverá uma mudança radical no comportamento do consumo", diz. Eu, como consultor de varejo, aconselho a cada empreendedor a investir no seu negócio, pois os próximos anos prometem muito crescimento, pricipalmente no setor supermercadista. Fonte:SM.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Sócios minoritários vão à Justiça contra Grupo Pão de Açúcar

Duas entidades, que dizem representar grupo de acionistas minoritários do GPA (Grupo Pão de Açúcar), entraram com ação na Justiça de São Paulo contra a empresa, contra a rede francesa Casino e contra a família Diniz. Os argumentos dos acionistas é de que foram lesados pelo fracasso na tentativa de fusão de Pão de Açúcar e Carrefour, encerrada em julho passado,. Por isso, querem ser reparados pelo prejuízo. Diniz, GPA e Casino não comentaram o caso. No processo movido na Justiça, o minoritário é representado pela Apampa (associação de proteção coletiva dos acionistas minoritários e investidores do Pão de Açúcar), e pela Abrac (associação brasileira de defesa dos direitos e garantias fundamentais do cidadão), criada em 2009. Como o processo está sob segredo de Justiça, os advogados que representam esses minoritários e são fundadores das entidades que propuseram a ação, não detalham o total de minoritários representados. Informam que as associações não defendem interesse próprio, são entidades sem fins lucrativos e representam "todos os minoritários e todos os investidores do mercado de capitais, sejam associados ou não". Segundo informações do Jornal Folha de São Paulo, os documentos que mostram que a Apampa foi criada por nove pessoas - uma é acionista minoritária do GPA. Trata-se de Hamilton Prado Jr., investidor e ex-marido de Vera Diniz, irmã de Abilio Diniz. Os demais são advogados do escritório que defende os minoritários, parentes ou clientes. Há dois meses, quando tentou na Justiça ter acesso a estudos encomendados por Abilio para defender a união com o Carrefour, Prado Jr. declarou que era dono de cem ações do Grupo Pão de Açúcar, compradas em novembro de 2011, por R$ 4.344. Fonte: Folha de S. Paulo

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Assaí registra crescimento de 23% no 4° trimestre

A operação do formato atacarejo foi o destaque do Grupo Pão de Açúcar no 4º trimestre de 2011. Segundo relatório divulgado pela empresa, a receita líquida da bandeira Assaí somou R$ 1,134 bilhão, contra R$ 922 milhões no mesmo período de 2010. Já a margem EBITDA registrada foi de 5,4%, a mais alta desde a aquisição do Assaí. Sem revelar muitos detalhes, a empresa informa que os bons resultados são reflexo de mudanças realizadas no formato, com o intuito de aproximar sortimento e oferta de serviços das necessidades do público. Alguns exemplos de mudança são redução da quantidade de serviços, reformatação da área de vendas e definição do público-alvo como "revendedores e utilizadres". A companhia comemora aceleração do giro e aumento do retorno sobre o capital empregado, após a implantação das alterações. "Com a reestruturação realizada no Assaí, a companhia se sente preparada para buscar liderança do formato", acredita Enéas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar. Na verdade, caros leitores, esse é o formato do futuro, tendo em vista que as grandes lojas de hipermercados, estão em acentuado declinio. Fonte: SM

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Lucro do Pão de Açúcar sobe 43% no 4º trimestre

O lucro líquido do Grupo Pão de Açúcar foi de R$ 361 milhões no quarto trimestre do ano passado, incluindo os resultados de Casas Bahia e Ponto Frio. Houve crescimento de 43,1% em relação aos R$ 253 milhões de lucro no mesmo período de 2010. O Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações – atingiu R$ 1,096 bilhão no quarto trimestre do ano passado, alta de 50,5% ante os R$ 728 milhões apurados no mesmo período de 2010. A margem Ebitda subiu 1,6 ponto porcentual, para 8,2%. No ano, somou R$ 3,042 bilhões, com alta de 49,6%. A receita líquida consolidada do Grupo Pão de Açúcar somou R$ 13,371 bilhões nos três últimos meses do ano passado, o que representou um aumento de 21,2%. As vendas no conceito mesmas lojas, que incluem apenas as unidades com mais de um ano de funcionamento, avançaram 8,5% no quarto trimestre do ano passado. Fonte:SM