O cenário atual não é animador para quem estuda o varejista francês. Segundo analistas, o Carrefour precisa cortar preços, construir algumas lojas de conveniência e atrair mais clientes online em um momento em que um ambiente econômico difícil torna o atual plano de retomada da área de hipermercados do grupo cada vez mais obsoleto. Isso pode significar um adiantamento ou até mesmo o abandono do plano Carrefour Planet, o ambicioso projeto da empresa para reinventar o hipermercado, e também o afastamento de Lars Olofsson, presidente do conselho e presidente-executivo.
Notícias divulgadas na imprensa de que a performance das novas lojas Carrefour Planet está ficando abaixo do esperado também não têm ajudado. Segundo James Monro, analista da S&P Equity Researc,
" Lars está com os dias contados. Vimos suficientes alertas de lucro para abalar até mesmo o mais fiel investidor”.
Outros vão mais longe, sugerindo que o plano Carrefour Planet deve ser abandonado em favor de um projeto mais radical, que proponha a redução número de hipermercados ou que a rede inicie uma guerra de preços para retormar terreno perdido em seu principal mercado, a França. Para os analistas do J.P. Morgan, trnar-se o líder claro em preços em hipermercados é agora a melhor solução possível, e estimam que o o Carrefour precisa investir 1,4 bilhão de euros para reduzir os preços na França e superar o rival E. Leclerc.
O Carrefour enfrenta mais dificuldades do que outros rivais porque a maior parte de suas vendas é gerada em hipermercados, que estão perdendo espaço para lojas menores e especializadas no mercado maduro da Europa.
A varejista prometeu uma atualização do Carrefour Planet no início do próximo ano, provavelmente junto com a divulgação dos números de vendas do quarto trimestre, em 12 de janeiro, ou junto da publicação do balanço anual, em fevereiro ou março.
Se os receios dos investidores forem confirmados, isso poderia significar o fim da linha para Olofsson, que é presidente-executivo do Carrefour desde 2009. Alguns analistas afirmam que um ex-vice-presidente financeiro, e agora chefe da área de mercados emergentes, Pierre Bouchut, seria um forte candidato ao cargo, junto com o presidente do grupo para a Europa, Thomas Huebner.
Fonte: Exame Online
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Cencosud supera R$ 8 bilhões com a compra do Prezunic
A venda da rede de supermercados Prezunic, do Rio de Janeiro, para a varejista chilena Cencosud por R$ 685,7 milhões anunciada ontem, dia 16/11, pelo Portal SM, deve levar a rede estrangeira a faturar mais de R$ 8,3 bilhões no País em 2012, uma vez que a transferência oficial de comando para empresa do Chile tem data marcada para 02/01. O valor refere-se à soma das operações da rede no Brasil, consideradas as recentes aquisições.
Na edição de outubro da revista Supermercado Moderno, na matéria “Aquisições estão mais difíceis”, a reportagem apresenta um ranking das empresas mais visadas para compra e o Prezunic aparece bem, em sexto lugar. A lista tem como base redes com faturamento/metro quadrado acima de R$ 20 mil/ano, que, segundo consultores, são as mais interessantes para serem adquiridas. O Prezunic registrou vendas de 34.927/metro quadrado em 2010. Objeto de desejo, a rede carioca logo chamou atenção de alguns interessados em comprá-lo mas quem levou a melhor foi a varejista chileno.
Com o negócio fechado, o Brasil passa a ser o segundo País em termos de participação por região nas vendas do grupo no segmento de varejo alimentar, perdendo apenas para o Chile, com base nos resultados apresentados trimestralmente.
Fonte: SM
Na edição de outubro da revista Supermercado Moderno, na matéria “Aquisições estão mais difíceis”, a reportagem apresenta um ranking das empresas mais visadas para compra e o Prezunic aparece bem, em sexto lugar. A lista tem como base redes com faturamento/metro quadrado acima de R$ 20 mil/ano, que, segundo consultores, são as mais interessantes para serem adquiridas. O Prezunic registrou vendas de 34.927/metro quadrado em 2010. Objeto de desejo, a rede carioca logo chamou atenção de alguns interessados em comprá-lo mas quem levou a melhor foi a varejista chileno.
Com o negócio fechado, o Brasil passa a ser o segundo País em termos de participação por região nas vendas do grupo no segmento de varejo alimentar, perdendo apenas para o Chile, com base nos resultados apresentados trimestralmente.
Fonte: SM
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Grupo Pão de Açúcar troca Extra Fácil por Minimercado Extra
Com a estratégia de atuar em diferentes canais, a marca Extra decidiu reposicionar o formato e a marca Extra Fácil, para Minimercado Extra.
Para a implantação do novo formato e inauguração das novas lojas, a empresa vai investir R$ 36 milhões. Esse valor será aplicado desde na modernização e adequação do formato e da marca, até no layout, sortimento e comunicação, As novas lojas passarão a ter área de venda maior e focar em perecíveis.
O projeto de conversão do formato das lojas começa com a expansão dos negócios. O objetivo é que, até o final deste ano, estejam em operação 19 Minimercados Extra, 14 deles originários de Extra Fácil e cinco de inaugurações. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os ajustes do novo modelo e a escolha do nome demandaram aproximadamente 18 meses de estudo e 6 pesquisas, entre levantamentos com o consumidor e com especialistas. Nesse período, o modelo foi passando por ajustes, os quais foram testados com o consumidor. Entre as questões que envolviam a análise, estava a expectativa do consumidor em relação a um mercado de bairro e como a marca poderia atendê-lo neste momento de compra.
Segundo João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra, para lançar o novo modelo foram feitas avaliações sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, foi reestruturado o formato, agregando valor, principalmente, às seções de perecíveis.
Além da mudança de nome, os estudos realizados ao longo dos últimos meses, incluíram uma nova proposta de operação, layout e sortimento oferecido nas lojas. Dentre as melhorias se destacam: maior área de vendas, com cerca de 300m² (100m² a mais que a média das unidades do modelo anterior); ampliação dos serviços e da quantidade de checkouts. O quadro de colaboradores aumentou em 100%, o que resultará em um atendimento especializado nas seções de açougue, frios e padaria, que também contarão com um balcão de auto serviço. No setor de Frutas, Verduras e Legumes, o formato ampliou o sortimento na linha de processados e manteve a variedade de mercearia para o dia-a-dia, totalizando um mix de 3.500 itens.
Os resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, as vendas cresceram 40% em comparação ao antigo formato. A expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Fonte: SM
Para a implantação do novo formato e inauguração das novas lojas, a empresa vai investir R$ 36 milhões. Esse valor será aplicado desde na modernização e adequação do formato e da marca, até no layout, sortimento e comunicação, As novas lojas passarão a ter área de venda maior e focar em perecíveis.
O projeto de conversão do formato das lojas começa com a expansão dos negócios. O objetivo é que, até o final deste ano, estejam em operação 19 Minimercados Extra, 14 deles originários de Extra Fácil e cinco de inaugurações. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os ajustes do novo modelo e a escolha do nome demandaram aproximadamente 18 meses de estudo e 6 pesquisas, entre levantamentos com o consumidor e com especialistas. Nesse período, o modelo foi passando por ajustes, os quais foram testados com o consumidor. Entre as questões que envolviam a análise, estava a expectativa do consumidor em relação a um mercado de bairro e como a marca poderia atendê-lo neste momento de compra.
Segundo João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra, para lançar o novo modelo foram feitas avaliações sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, foi reestruturado o formato, agregando valor, principalmente, às seções de perecíveis.
Além da mudança de nome, os estudos realizados ao longo dos últimos meses, incluíram uma nova proposta de operação, layout e sortimento oferecido nas lojas. Dentre as melhorias se destacam: maior área de vendas, com cerca de 300m² (100m² a mais que a média das unidades do modelo anterior); ampliação dos serviços e da quantidade de checkouts. O quadro de colaboradores aumentou em 100%, o que resultará em um atendimento especializado nas seções de açougue, frios e padaria, que também contarão com um balcão de auto serviço. No setor de Frutas, Verduras e Legumes, o formato ampliou o sortimento na linha de processados e manteve a variedade de mercearia para o dia-a-dia, totalizando um mix de 3.500 itens.
Os resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, as vendas cresceram 40% em comparação ao antigo formato. A expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Fonte: SM
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Carrefour abrirá 20 lojas Atacadão por ano até 2014
Nos últimos dez anos, a subsidiária brasileira da rede francesa Carrefour vem passando por altos e baixos. Só no trimestre julho-setembro, as vendas combinadas de Carrefour e Atacadão avançaram 7,1%, atingindo o patamar recorde de 3,1 bilhões de euros. Boa parte desse desempenho se deve à estratégia traçada pelo brasileiro Luiz Fazzio, presidente do Carrefour do Brasil.
Para mudar os rumos da empresa por aqui, ele adotou medidas impopulares, como o fechamento de 13 lojas: cinco hipermercados e oito supermercados. De acordo com o executivo, isso não significa, porém, que a companhia pretenda encolher no País.
Desde o fechamento dessas lojas, seis desses pontos de vendas foram convertidos para a bandeira Atacadão, que atua no formato atacarejo, atendendo tanto os pequenos comerciantes como os consumidores individuais. Além disso, foram abertas mais sete lojas com essa bandeira.
Um dos pilares dos planos de Fazzio é exatamente o Atacadão, utilizado para disputar clientes em Estados emergentes do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de bairros das regiões metropolitanas das capitais do Sul e do Sudeste, onde predominam os consumidores das classes C e D.
Até 2014, o objetivo é abrir 20 unidades por ano. Apesar das concorrentes estarem seguindo o mesmo caminho, os analistas consideram a decisão de Fazzio acertada, pois esse modelo de varejo está longe de se esgotar.
Fazzio dobrou para R$ 200 milhões a verba investida em 2011, e espera manter esse volume no próximo ano. Além de ampliar as filiais do Atacadão, outro objetivo será a revitalização das lojas, o treinamento de funcionários e a melhoria de áreas sensíveis. Uma delas é a de atendimento ao cliente. E uma diretoria foi criada para cuidar exclusivamente do setor de checkouts.
A subsidiária da rede francesa também pretende dar uma repaginada geral nas lojas, especialmente nas mais antigas. Vinte delas já foram reformadas e a aposta, no caso dos hipermercados, é usar o modelo Planet, como forma de elevar o desempenho das unidades. Esse modelo consiste na valorização dos espaços destinados à venda de produtos frescos, como peixes, vestuário e perfumaria, que geram maior margem de ganho.
Fonte: Revista Istoé Dinheiro
Para mudar os rumos da empresa por aqui, ele adotou medidas impopulares, como o fechamento de 13 lojas: cinco hipermercados e oito supermercados. De acordo com o executivo, isso não significa, porém, que a companhia pretenda encolher no País.
Desde o fechamento dessas lojas, seis desses pontos de vendas foram convertidos para a bandeira Atacadão, que atua no formato atacarejo, atendendo tanto os pequenos comerciantes como os consumidores individuais. Além disso, foram abertas mais sete lojas com essa bandeira.
Um dos pilares dos planos de Fazzio é exatamente o Atacadão, utilizado para disputar clientes em Estados emergentes do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de bairros das regiões metropolitanas das capitais do Sul e do Sudeste, onde predominam os consumidores das classes C e D.
Até 2014, o objetivo é abrir 20 unidades por ano. Apesar das concorrentes estarem seguindo o mesmo caminho, os analistas consideram a decisão de Fazzio acertada, pois esse modelo de varejo está longe de se esgotar.
Fazzio dobrou para R$ 200 milhões a verba investida em 2011, e espera manter esse volume no próximo ano. Além de ampliar as filiais do Atacadão, outro objetivo será a revitalização das lojas, o treinamento de funcionários e a melhoria de áreas sensíveis. Uma delas é a de atendimento ao cliente. E uma diretoria foi criada para cuidar exclusivamente do setor de checkouts.
A subsidiária da rede francesa também pretende dar uma repaginada geral nas lojas, especialmente nas mais antigas. Vinte delas já foram reformadas e a aposta, no caso dos hipermercados, é usar o modelo Planet, como forma de elevar o desempenho das unidades. Esse modelo consiste na valorização dos espaços destinados à venda de produtos frescos, como peixes, vestuário e perfumaria, que geram maior margem de ganho.
Fonte: Revista Istoé Dinheiro
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Condor expande rede no Paraná e planeja avanço para SP
Os planos para a expansão da rede paranaense de supermercados Condor estão a todo vapor. A empresa comandada pelo empresário Pedro Joanir Zonta faturou R$ 1,7 bilhão no ano passado e está superando a meta de investimentos traçadas para este ano. Até dezembro, a rede espera obter autorização da prefeitura de Curitiba para começar a construir mais um hipermercado no município.
O novo prédio terá 5,3 mil metros quadrados, o mesmo tamanho de outro hipermercado que já está sendo levantado pela rede em Pinhais, cidade vizinha à capital paranaense. Suas obras tiveram início na semana passada e a previsão é que ambos abram as portas no primeiro semestre de 2012.
A rede, que planejava investir R$ 100 milhões em 2011, ampliou os gastos com outras três inaugurações - em Colombo, Castro e São José dos Pinhais, além da ampliação de lojas nos municípios de Araucária e Apucarana. As unidades de Castro e São José dos Pinhais vão começar a receber o público em novembro e dezembro, respectivamente. Já a loja em Colombo opera desde setembro. Com todas as inaugurações, o faturamento de 2011 deve ultrapassar os R$ 2 bilhões.
Mesmo que a receita da rede seja bem menos significativa que a dos líderes do setor, a empresa está buscando espaço e vem conseguindo se destacar. Com crescimento médio de 20% ao ano desde 2008, a companhia é a décima maior rede de supermercados do País, de acordo com o Ranking de Supermercados, publicado todos os anos por Supermercado Moderno.
O empresário ainda quer lançar lojas em outros Estados. O interior de São Paulo ou de Santa Catarina são apontados como locais com potencial para receber unidades da Condor a partir de 2014.
Fonte: Brasil Econômico
O novo prédio terá 5,3 mil metros quadrados, o mesmo tamanho de outro hipermercado que já está sendo levantado pela rede em Pinhais, cidade vizinha à capital paranaense. Suas obras tiveram início na semana passada e a previsão é que ambos abram as portas no primeiro semestre de 2012.
A rede, que planejava investir R$ 100 milhões em 2011, ampliou os gastos com outras três inaugurações - em Colombo, Castro e São José dos Pinhais, além da ampliação de lojas nos municípios de Araucária e Apucarana. As unidades de Castro e São José dos Pinhais vão começar a receber o público em novembro e dezembro, respectivamente. Já a loja em Colombo opera desde setembro. Com todas as inaugurações, o faturamento de 2011 deve ultrapassar os R$ 2 bilhões.
Mesmo que a receita da rede seja bem menos significativa que a dos líderes do setor, a empresa está buscando espaço e vem conseguindo se destacar. Com crescimento médio de 20% ao ano desde 2008, a companhia é a décima maior rede de supermercados do País, de acordo com o Ranking de Supermercados, publicado todos os anos por Supermercado Moderno.
O empresário ainda quer lançar lojas em outros Estados. O interior de São Paulo ou de Santa Catarina são apontados como locais com potencial para receber unidades da Condor a partir de 2014.
Fonte: Brasil Econômico
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Supermercados vão crescer mais do que outros varejos em 2012
Levantamento feito pela Boa Vista Serviços, empresa do segmento de proteção ao crédito, apontou que 25,3% dos varejistas acreditam que os supermercados vão crescer mais do que outros segmentos do comércio no ano que vem. A sondagem, cujo objetivo era identificar as expectativas para 2012, foi realizada com 312 empresários e executivos do Estado de São Paulo.
O estudo também revelou que praticamente a metade dos respondentes (50,6%) acredita em crescimento moderado da inadimplência em 2012. Para 38,1% dos participantes, também será moderada a alta nos preços, enquanto 31,4% apostam em índices semelhantes aos de 2011. A inflação será a variável econômica com maior impacto na economia para 39,7%.
Quanto à oferta de crédito, 48,7% dos varejistas acreditam em aumento moderado e 26,3% em crescimento mais acelerado. Para 45,5% dos respondentes o cadastro positivo, aprovado no final do primeiro semestre, poderá ajudar o varejo a ter um crescimento leve. Já 20,8% apontam que a influencia nas vendas será maior.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five/SM
O estudo também revelou que praticamente a metade dos respondentes (50,6%) acredita em crescimento moderado da inadimplência em 2012. Para 38,1% dos participantes, também será moderada a alta nos preços, enquanto 31,4% apostam em índices semelhantes aos de 2011. A inflação será a variável econômica com maior impacto na economia para 39,7%.
Quanto à oferta de crédito, 48,7% dos varejistas acreditam em aumento moderado e 26,3% em crescimento mais acelerado. Para 45,5% dos respondentes o cadastro positivo, aprovado no final do primeiro semestre, poderá ajudar o varejo a ter um crescimento leve. Já 20,8% apontam que a influencia nas vendas será maior.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five/SM
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