quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Comércio deve contratar 233 mil temporários para o fim de ano

Esses trabalhadores serão absorvidos tanto no setor de comércio quanto no de serviço, conforme aponta levantamento feito pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Para a maior parte dos empresários consultados (48%), as contratações serão feitas a partir de novembro. Apenas 5% afirmaram que irão esperar até dezembro, enquanto 19% já contrataram. Outros 27% responderam que as vagas temporárias serão preenchidas até hoje (31/10). O estudo também mostra que 91% dos contratados devem ter entre 18 e 34 anos. Já as funções mais demandadas são as de vendedor (32%), operador de caixa (16%) e estoquista (13%). Fonte: Portal Exame Colaboração: C & A Consultoria de Varejo

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Produção de cerveja recua 3,9% em setembro

Sem sinais claros de recuperação da demanda, a indústria de cervejas no Brasil fechou mais um mês com retração no volume. Após um recuo de 5,3% em agosto, a produção do setor encolheu 3,9% em setembro, na comparação anual, segundo dados preliminares do Sicobe (Sistema de Controle de Produção de Bebidas), da Receita Federal. A queda foi de 2,4% no acumulado do terceiro trimestre e de 2% no consolidado dos primeiros nove meses do ano. Em relação a agosto (com ajuste sazonal), o mês de setembro apresentou recuo de 0,8%. Diante do maior comprometimento da renda da população, que sente a inflação e a economia mais fraca, as fabricantes de cervejas têm enfrentado dificuldades para manter os volumes desde o início do ano. Apenas em janeiro, junho (com a Copa das Confederações) e julho houve alta da produção. O problema afeta a rentabilidade de todas as grandes empresas do setor (Ambev, Brasil Kirin, Grupo Petrópolis e Heineken), que dependem de escala para diluir gastos fixos. Pressionado ainda pelo aumento dos custos dolarizados, o setor conseguiu, na semana passada, adiar o aumento da carga tributária federal – em cerca de 2% – que estava previsto para outubro. Com arrecadação recorde em agosto, o governo aceitou postergar a elevação dos impostos para "algum momento em 2014". Publicação: Valor Economico. Colaboração: C & A Consultoria de Varejo.