quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Crescimento econômico do País em 2013 deve ser duradouro
É o que aponta o Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Atividade Econômica, que procura prever os movimentos da atividade econômica com seis meses de antecedência. Em outubro deste ano, o indicador cresceu 0,3% em relação a setembro, chegando a 101,3 pontos. Isso indica que seis meses adiante, em abril de 2013, a economia do País deve estar em ascensão, confirmando a tendência indicada pelas últimas medições do índice.
Segundo a análise da Serasa, o comportamento recente do indicador sinaliza que a retomada do crescimento econômico desenhado neste fim de ano ganhará corpo em 2013. Pelas estimativas, a recuperação deverá se estender, no mínimo, até o início do segundo trimestre do ano que vem.
Contribuem para o crescimento da economia, segundo a entidade, os vários incentivos fiscais e monetários anunciados pelo governo recentemente, além de uma redução gradual dos níveis de inadimplência do consumidor, que chegou a níveis preocupantes.
Fonte: SM Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Assaí prioriza Nordeste em plano de expansão de R$ 1 bi
A rede de atacarejo do Grupo Pão de Açúcar pretende abrir, nos próximos 3 anos, 60 novas unidades. Ou seja, dobrar o número de lojas com essa bandeira. E quase metade das inaugurações, cerca de 26 unidades, irá ocorrer na região Nordeste, onde a rede tem, atualmente, apenas sete lojas.
Serão investidos mais de R$ 1 bilhão de reais na expansão da rede. A intenção é que, com todas as unidades funcionando, o Assaí aumente sua participação nas vendas totais do GPA. dos atuais 8% para 15%. A bandeira fatura hoje cerca de R$ 5 bilhões ao ano.
A principal razão do GPA para apostar no atacarejo é atender ao crescente poder de compra das classes C e D. Consumidores estes que são atraídos pelos menores preços praticados nesse formato de loja. Além disso, segundo Belmiro Gomes, presidente do Assaí, o investimento em atacarejos tem um economia de 40% por metro quadrado, em relação aos supermercados tradicionais.
Fonte: Brasil Econômico Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Trabalho em fim de semana é o que mais dificulta preenchimento de vaga nos supermercados
É o que aponta pesquisa divulgada pela Apas (Associação Paulista de Supermercados). Ter de trabalhar em fins de semana e feriados é o principal entrave na hora de contratar colaboradores no autosserviço. Dos entrevistados, 73,1% disseram que os candidatos não aceitam abrir mão desses dias da semana.
Sempre atento a esse assunto, o Portal SM realizou em outubro uma enquete perguntando ao varejista se ele era a favor do fechamento dos supermercados aos domingos. Como era esperado, 63% responderam que não fechariam, contra 37% que disseram que eram a favor.
“Trata-se de um assunto que requer muita reflexão. O colaborador não quer trabalhar nesses dias, mas os consumidores querem comprar e os varejistas querem vender. As nossas leis trabalhistas têm de ser revistas porque hoje elas não são nada flexíveis. Mas, sem dúvida, é um tema que precisa ser bem discutido”, observa João Galassi, presidente da Apas.
Na sequência, a mesma pesquisa questionou o que o supermercadista tem feito para suprir essa dificuldade na hora de contratar. A maioria, 59%, respondeu que está realizando o recrutamento interno.
Porém, as dificuldades para contratar no varejo não param por aí. No levantamento, 64,1% dos entrevistados revelaram que se deparam com a falta de qualificação dos profissionais, 33,8% com a falta de experiência, 24,8% com a falta de formação educacional e 9% com os salários elevados.
Para tentar reverter esse cenário, 51,1% dos empregadores investem em treinando para funcionário, 46,8% diminuem exigências de qualificação profissional, 32,4% efetuam promoção de cargo e salários, 31,7% pagam salários maiores do que o praticado no mercado, 17,3% oferecem plano de carreira aos funcionários e 5% oferecem pagamento no PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Fonte:SM Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Brasileiro está otimista para fazer compras em 2013
Segundo uma pesquisa do Data Popular em todo o País, a maioria absoluta da população acha que a vida irá melhorar no próximo ano, sob o ponto de vista econômico e de consumo. As pessoas já planejam, inclusive, as compras que farão em 2013.
O otimismo está presente em todas as faixas etárias. Das pessoas com idades entre 18 e 34 anos, 93% acreditam que as condições econômicas melhorarão em 2013. Na faixa entre 35 e 49 anos, o percentual é de 91%, e, na população entre 50 e 65 anos, 84%. Em nenhum dos segmentos há pessoas que achem que a vida irá piorar. No máximo, pensam que continuará igual.
O otimismo tem fundamento: a renda continua subindo, o desemprego está baixo e há sinais de que o ritmo de expansão da economia em 2013 será maior. Além disso, a inadimplência do consumidor, que chegou a impedir gastos no início do ano, vem diminuindo.
Produtos
Os aparelhos celulares são os mais visados para o ano que vem. Nas faixas entre 18 e 34 e entre 50 e 65 anos ele aparece como principal objetivo de consumo. No segmento entre 35 e 49 anos, eles ficam em segundo, atrás apenas dos carros. Televisões, notebooks e viagem no Brasil também aparecem com destaque em todas as faixas.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Expandir Minimercado Extra e Assaí é prioridade do GPA para 2013
As duas bandeiras terão as maiores expansões no grupo Pão de Açúcar em 2013. Segundo Vitor Fagá, diretor de relações com investidores da companhia, serão abertas mais de 100 lojas da bandeira Minimercado Extra no próximo ano, a grande maioria em importantes centros dos Estados da região Sudeste. Hoje, são 80 lojas da bandeira, todas no Estado de São Paulo.
Já o atacarejo deve elevar sua presença de 7 para 14 estados durante o ano que vem. Não foi informado quantas lojas a rede, que tem hoje 60 unidades, deve abrir no período.
Viagens
O grupo Pão de Açúcar irá entrar, em breve, no negócio de pacotes de viagens, por meio da Nova Pontocom, sua empresa de comércio eletrônico. O anúncio foi feito no final da semana passada, durante a divulgação dos resultados da Via Varejo.
Segundo German Quiroga, presidente-executivo da Nova Pontocom, até o final deste ano deve entrar em operação o portal “partiuviagens.com”, que terá parceria com uma grande empresa do setor. O nome do parceiro não foi divulgado.
Fonte: Valor Econômico e Folha de S. Paulo Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Carrefour aumenta chance de vender sua operação no Brasil
Com a venda de sua unidade na Colômbia para o grupo chileno Cencosud, fato anunciado na semana passada, o Carrefour pode ter aumentado as chances de surgirem interessados por suas operações na argentina e no Brasil, é o que dizem fontes ouvidas pelo jornal O Estado de S. Paulo. A comercialização dessas unidades estaria sendo incentivada pelos principais acionistas do grupo. Eles querem que a rede francesa salde suas dívidas, que estão na casa dos US$ 10 bilhões.
Um varejista ouvido pelo mesmo jornal afirma ter conversado recentemente com o Carrefour sobre a possibilidade de comprar a rede no País. O negócio não teria caminhado porque o grupo francês desejava uma “venda casada” de suas operações no Brasil, Argentina e Colômbia, o que encarecia a negociação.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Carrefour informou que não comenta assuntos estratégicos. No Brasil, a rede tem 230 lojas, sendo 189 hipermercados e 41 supermercados.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Cencosud acerta compra do Carrefour na Colômbia
A rede de origem chilena confirmou, ontem, que vai adquirir, por cerca de US$ 2,5 bilhões, todos os ativos do Carrefour na Colômbia. O negócio deve ser completamente fechado até o fim do ano, mas também já foi confirmado pelos franceses.
São 92 unidades do Carrefour que serão repassadas à Cencosud. O grupo chileno vê na Colômbia um mercado promissor, onde a economia deve crescer cerca de 5% em 2012.
A Cencosud vem adotando uma postura agressiva de expansão na América Latina. No Brasil, a companhia possui as redes Prezunic, GBarbosa, Perini, Mercantil Rodrigues e Bretas, e faturou, em 2011, quase R$ 6 bilhões. O grupo possui ainda operações no Peru e na Argentina, atuando também nos segmentos de shopping centers e lojas de departamento.
Já o Carrefour, que arrecadou cerca de US $ 2 bilhões na Colômbia no ano passado, passa por um momento de reestruturação global. A rede saiu de outros mercados ao redor do mundo, como a Grécia, e tem um desempenho fraco no seu próprio país de origem, a França.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Assaí vai abrir 14 novas lojas até junho de 2013
O plano de expansão da rede de atacarejo prevê a entrada em quatros novos estados, onde ainda não atua: Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia.
Estas novas unidades do Assaí terão o dobro da área de vendas das lojas atuais, chegando a 5.600 m². Contarão ainda com uma maior área de estocagem, e terão também o mix de produtos reformulado.
Essa expansão começa hoje, com a abertura de uma nova unidade em João Pessoa, capital da Paraíba. Foram investidos R$ 20 milhões nesse ponto de venda.
Fonte: Folha de S. Paulo Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Impulsionados pelas classes D e E, atacarejos se multiplicam no Nordeste
Entre janeiro de 2011 e junho de 2012, o número de lojas nesse formato na região chegou perto de dobrar, indo de 37 para 63 unidades, segundo um levantamento da Nielsen, divulgado ontem (18/09). O Nordeste já tem 20% de todas as lojas de atacarejo do País.
O crescimento desse formato nos estados nordestinos se deu empurrado pelas classes D e E, que representam 64% da população da região. Segundo os dados da Nielsen, 59% da clientela dos atacarejos do Nordeste são pessoas desses substratos sociais.
O estudo concluiu que o comércio vem sendo fundamental para o crescimento do Nordeste em relação ao resto do País. Além disso, o aumento da renda nas camadas mais pobres faz com que estas pessoas consumam mais, e, consequentemente, atraiam novos formatos de lojas, como os atacarejos.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de varejo
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Programa de formação profissional para o varejo é ampliado
O Via Rápida Emprego, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo para a formação de profissionais, teve, nesta semana, sua parceria com a Apas (Associação Paulista de Supermercados) ampliada. Firmado em julho do ano passado, o acordo agora ganha maior relevância e participação do setor supermercadista.
Na versão ampliada, a Apas irá indicar cursos específicos de qualificação, para atender a demanda de mão de obra no ramo de supermercados. Além disso, vai possibilitar o encaminhamento dos formados no Via Rápida para vagas disponíveis nas redes associadas à entidade.
Segundo João Galassi, presidente da Apas, há oportunidades profissionais em diversas áreas dos supermercados, em especial nas de padaria, confeitaria, rotisserie e açougue.
Até o final do ano, serão oferecidas 2.398 vagas no setor, pelo programa Via Rápida Emprego, em 65 municípios.
Fonte: SM Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Varejo acelera expansão orgânica no segundo semestre
Grandes redes do varejo, como Pão de Açúcar, Americanas e Magazine Luíza devem abrir 382 novas unidades até o fim do ano no Brasil. São 89 lojas acima do registrado no mesmo período de 2011, um volume que equivale a duas inaugurações por dia até o fim de 2012.
O Grupo Pão de Açúcar mantém o plano de abrir de 65 a 75 lojas até dezembro, incluindo todas suas bandeiras. Como SM informou na segunda-feira (20/08), 50 destas unidades serão lojas de bairro MiniMercado Extra. De janeiro a junho de 2012, a empresa abriu apenas cinco novos pontos de venda, o que indica que o ritmo de expansão deve se acelerar nos últimos meses do ano.
As Lojas Americanas, que concorrem com supermercados em alguns produtos, já abriram 28 lojas desde janeiro. A julgar pela meta estipulada de 110 a 120 inaugurações em 2012, ainda faltam, pelo menos, 82 unidades até o fim do ano. No varejo têxtil, a Renner já abriu 7 pontos de janeiro a junho, e deve inaugurar pelo menos mais 18 unidades até dezembro.
A necessidade de ampliar a base de cobertura pelo País, obtendo uma maior rentabilidade, explica a busca por novas unidades. Pontos de venda novos registram, em média, aumento de tráfego de consumidores entre 20% e 30% em relação a lojas antigas.
Fonte: Valor Econômico
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Até o fim de 2013, GPA terá inaugurado 150 lojas de proximidade
A previsão do Grupo é terminar este ano com 50 unidades MiniMercado Extra, bandeira caracterizada por lojas pequenas, inseridas dentro dos bairros e posicionadas para compra rápida. Em 2013, serão mais 100 dessas lojas espalhadas pelo Brasil. A informação foi dada por Enéas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar, no Fórum de Varejo da América Latina, realizado pela GS&MD – Gouvêa de Souza na última sexta-feira (17/08).
Além do foco em lojas pequenas, o GPA também está de olho na classe C. Segundo Pestana, para entender o comportamento de compras da nova classe média, o Grupo enviou pesquisadores à casa desses consumidores para observá-los durante uma semana. O trabalho foi realizado em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entre as conclusões, a empresa identificou que o paulista planeja mais sua compra, realizada com menor frequência, principalmente no fim de semana. Já o carioca compra de forma mais frequente, fragmentando a ida às lojas durante a semana.
Otimismo
O presidente do GPA falou também sobre o resultado preliminar das vendas do Grupo no início do terceiro trimestre. Segundo ele, “julho foi um bom mês, agosto deve ser melhor e setembro melhor ainda”.
Pestana não se mostrou preocupado com o elevado nível de inadimplência no País. Para o executivo, o problema acabou se concentrando em outros setores, longe do varejo alimentar.
Leia mais sobre: Classe C , Grupo Pão de Açúcar , Inauguração
Fonte: SM
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Varejo registra 34 fusões e aquisições no 1º semestre
Um exemplo no setor supermercadista é a aquisição, em junho, de 4 unidades do Imec em Caxias do Sul (RS) pela Rede Andreazza. O varejo ainda teve, no primeiro semestre, transações como a aquisição de 85% da Ri Rappy pelo grupo norte-americano Carlyle.
As 34 fusões e aquisições do varejo no período representam uma operação a mais do que o verificado no primeiro semestre do ano passado. Os dados são da consultoria PwC (Price Waterhouse Coopers), com base nas operações divulgadas na imprensa de janeiro a junho.
Na indústria de alimentos, foram verificadas 28 fusões e aquisições entre janeiro e junho. No mesmo período em 2011, foram 23. Neste segmento, foram ressaltadas pela PwC a aquisição da Yoki pela General Mills, em fevereiro, e do restante da fabricante de chocolates Divino Sapore pela General Brands.
Ao todo, 397 transações foram anunciada sno primeiro semestre, ultrapassando em 8% o volume total do período em 2011.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Nasce primeira faculdade do País voltada ao varejo
As aulas começaram em 01.08.2012. A novidade é fruto de iniciativa da Escola de Negócios UBS e do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo), que firmaram parceria para criar a faculdade em São Paulo. Oficialmente, a graduação leva o nome “Processos gerenciais com foco em varejo e distribuição”.
Um dos responsáveis pelo projeto, o professor Dr. Eduardo Terra acredita que o varejo é o setor mais importante da economia brasileira e, por isso, os profissionais devem se valorizar. “Foi o tempo em que trabalhar no varejo significava apenas se preparar para a venda. É necessário conhecer os setores e processos envolvidos, saber como funciona o mercado e absorver outros conteúdos”, afirma.
Atualmente o mercado disponibiliza cursos de pós-graduação e mestrado em varejo, mas esta é a primeira graduação voltada especificamente para a área. Com duração de dois anos, o curso acontece na Alameda Santos, região central de São Paulo, com aulas diárias no período matutino. Mais detalhes no site da UBS. Fonte SM. Colaboração: CeA Consultoria de Varejo.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Brasil vai se tornar 2º mercado mundial de guloseimas em 2016
Hoje, o País está na terceira posição, mas deve ultrapassar nos próximos quatro anos o Reino Unido, ficando atrás apenas dos Estados Unidos entre os maiores mercados de chocolates, balas e amendoins do mundo. A projeção da Euromonitor mostra que, enquanto o consumo mundial destes produtos cresce a uma taxa anual de 2%, no Brasil a variação é de 3,6% ao ano.
Em 2011, a indústria brasileira registrou vendas reais de US$ 12,6 bilhões nessas guloseimas, pouco mais da metade do faturamento total da América Latina. O volume produzido no ano passado subiu 6% em relação a 2010, segundo a Abicab (Associação Brasileira das Indústrias de Cacau, Chocolate, Amendoim, Balas, Doces e Derivados).
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 10 de julho de 2012
Setor atacadista tem melhor faturamento em 11 anos
Desde 2000, os atacadistas brasileiros não faturavam tanto. O setor registrou faturamento de R$ 164,5 bilhões em 2011, com crescimento real de 2,2% na comparação com 2010, segundo levantamento feito pela Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) em parceria com a Nielsen.
A rede que mais faturou no ano foi o Makro, com R$ 6,04 bilhões. Em seguida vêm o Assaí, com R$ 4,28 bilhões, e o Tenda, com R$ 1,43 bilhão.
Principais clientes
A pesquisa ainda revelou que setor do varejo alimentar independente (mercadinhos e mercearias) é o principal comprador dos atacadistas, representando 37,8% dos clientes. Em segundo lugar estão os chamados “transformadores “(bares, lanchonetes, padarias, hotéis, Hospitais e casas noturnas), que são 20,2%.
Os supermercados pequenos e lojas de conveniência aparecem com 15,6%, os médios com 7,4%, e os grandes supermercados com 2,4%.
Fonte: SM
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Supermercados 100% brasileiros estão em alta
Nos últimos cinco anos, as redes supermercadistas de capital nacional responderam pela maior parte das vendas locais. Relatório da Nielsen mostra que, de cada R$ 100 gastos em supermercados no Brasil em 2011, as redes com participação estrangeira embolsaram apenas R$ 38,7. O resto ficou com lojas 100% brasileiras.
A parcela dos estrangeiros foi a menor registrada desde 2006, quando atingiu 34%, segundo dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Além disso, as principais redes internacionais, Walmart e Carrefour, cresceram, respectivamente, 5% e 9% no Brasil no ano passado, abaixo da média do setor supermercadista, de 11%.
Estas duas redes não anunciam aquisições no País desde 2009. A única que vem se expandindo é a chilena Cencosud, que, nos últimos 3 anos, comprou as redes Prezunic (RJ), Bretas (BA, GO e MG).
Os números da Nielsen, mostram, ainda, que as 280 maiores redes do Brasil (excluídas as grandes cadeias) apuraram expansão de 17,1% em 2011. Já os 20 maiores grupos (incluindo as multinacionais) cresceram 13,2%.
Fonte: Valor Econômico
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Atacadão realiza demissões em massa
Em uma das maiores reduções de pessoal feitas desde que o Carrefour comprou o Atacadão em 2007, a maior rede de "atacarejo" do País demitiu 300 pessoas na semana passada. E, segundo informações do jornal Valor Econômico ainda não confirmadas, o número de demissões pode ter sido ainda maior, chegando a 2 mil funcionários em todo o País nas últimas semanas. Procurado, o Atacadão informou que não iria comentar o assunto.
Segundo fontes ouvidas pelo Valor, os ajustes não têm relação com o desempenho financeiro da atacadista, que em meados de 2011 chegou a responder por 75% dos lucros e 50% das vendas do grupo Carrefour no Brasil. Eles seriam parte do processo global de revisão do modelo de negócios da rede francesa, que envolve uma redução no volume das despesas operacionais no Brasil no último um ano e meio.
Antes dessas demissões na atacadista, o Carrefour já havia trocado parte de sua diretoria no País, dispensado cerca de 400 funcionários no primeiro semestre de 2011.
Com 95 lojas, o Atacadão já abriu 4 novos pontos de venda em 2012. Há ainda a previsão de que outras três unidades do Carrefour sejam transformadas em lojas atacadistas até o fim deste ano.
Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Rede americana Kroger tem interesse no Brasil
O grupo americano Kroger, segunda maior rede de supermercados dos Estados Unidos, está de olho nas oportunidades de negócios no País. Durante a visita à feira da Apas (Associação Paulista de Supermercados), que aconteceu em São Paulo na semana passada, executivos da rede deram uma “escapada” para percorrer lojas na capital paulista.
Eles visitaram unidades do Pão de Açúcar, do Carrefour, da Santa Luzia e do Walmart, a maior rede dos Estados Unidos, para fazer uma “exploração técnica”. Os executivos também visitaram lojas dessas redes no Rio Janeiro, além de unidades do Prezunic e da Zona Sul.
A rede americana, comandada por David Dillon, fatura mais de US$ 80 bilhões por ano no mercado americano, com a operação de cerca de 2,4 mil lojas. Fonte: SM
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Carrefour quer comprar rede de supermercados argentina
É o que informa reportagem divulgada pela Agência Reuters. O Carrefour está perto de adquirir a rede argentina Eki, que está em processo de falência, afirmou, na sexta-feira (4/5), uma fonte próxima à varejista francesa.
O Carrefour deve destinar cerca de US$ 67 milhões à aquisição, conforme nota do governo argentino, também na sexta-feira.
A rede Eki possui aproximadamente 130 lojas na Argentina, enquanto o Carrefour tem cerca de 200 unidades naquele país.
O presidente do Carrefour na Argentina, Daniel Fernández, se reuniu com o ministro do Trabalho, Carlos Tomada, para negociar sobre a preservação dos empregos na Eki.
O executivo confirmou ao ministro que o Carrefour se comprometerá a pagar os salários retroativos dos funcionários da rede argentina. A fonte disse à Reuters que a aquisição ainda não foi concluída.
Fonte: Agência Reuters
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Brasil é o 2º mais otimista com a economia local
Segundo o IBR (International Business Report) 2012, da Grant Thornton International, 86% dos empresários brasileiros estão otimistas com relação à economia brasileira nos próximos 12 meses. O nível de otimismo aumentou 12 pontos percentuais em relação ao último trimestre pesquisado, fazendo com que o Brasil assuma a segunda posição no ranking global, atrás apenas do Peru (90%). O estudo é feito com 11.500 empresas em 40 economias.
“O governo tem mostrado que a política fiscal e monetária tem seguido na mesma linha, cada uma cumprindo com seus compromissos. A única preocupação, no momento, é com o ritmo de crescimento, porém, ainda assim, isso não afeta as perspectivas das companhias no País”, diz Javier Martinez, responsável pelo IBR na América Latina.
Entre os mais otimistas estão ainda os empresários dos Emirados Árabes (84%), Filipinas (82%), Geórgia (78%), Índia (74%), Chile (68%), Alemanha (64%) e México (62%). Os países onde o percentual de executivos mais otimistas aumentou foram: a Tailândia, onde as perspectivas para a economia eram negativas no último trimestre de 2011 (-52%), o nível de otimismo cresceu 60 p. p, no primeiro trimestre desse ano, a Finlândia onde o índice aumentou 50 p. p, passando de -48% para 2% e a Turquia que registrou elevação de 40 pontos percentuais.
O país mais pessimista é a Espanha (-71%), seguido pelo Japão (-53%) Grécia (-52%), França (-39%), Bélgica (-36%) e Holanda (-24%). Apesar dos índices ainda estarem negativos, os japoneses apresentaram aumento de 18 p.p no otimismo em relação ao último trimestre, assim como os franceses (+7 p.p), belgas (+10 p.p) e holandeses (+20 p. p).
Na América Latina o otimismo aumentou também em relação ao último trimestre (+12 p.p) para 73% sendo de longe a região mais otimista. Os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentaram uma elevação de sete pontos percentuais na comparação com o quarto trimestre de 2011, para 41%.
A América do Norte é destaque com o nível de otimismo crescendo 41 pontos percentuais no primeiro trimestre desse ano, para 47%. Até mesmo na Zona do Euro o sentimento de otimismo entre os empresários é maior. A região registrou uma elevação de 12 pontos percentuais de executivos com boas perspectivas, passando o índice de -16% para -4%.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Depois da rede mineira DMA, Cencosud negocia com a paulista Russi
A reportagem de SM apurou com fonte ligada à rede mineira, que a negociação para a venda da DMA Distribuidora, dona da rede de supermercados Epa, para a chilena Cencosud está quase fechada, faltando apenas alguns detalhes. O Portal SM já havia noticiado o avanço da transação na semana passada.
Maior varejista brasileira de supermercados de Minas Gerais, o grupo DMA controla, além do Epa, as cadeias Via Brasil e Mart Plus, que somavam 94 lojas em dezembro de 2011 e registraram faturamento de R$ 2 bilhões no ano passado.
E o Cencosud não para por aqui. Ele quer crescer no País por meio de novas aquisições. Por isso, continua a sondar varejistas locais. A paulista Russi Supermercados, com sede em Jundiaí, 22 lojas no Estado e faturamento estimado para este ano em R$ 800 milhões, também está na mira dos chilenos.
O Russi é uma empresa familiar com 60 anos de mercado que, no início do ano passado, contratou Oseas Santos, ex-diretor financeiro da Anhanguera Educacional, que também já foi vice-presidente financeiro do Walmart. "Oseas foi contratado para preparar a empresa para a venda", diz uma fonte ligada à família Russi ao jornal O Estado de São Paulo. O Cencosud, conforme fontes do mercado, fez uma proposta e as negociações estão em andamento. Oficialmente, o Russi nega que haja conversas.
O Cencosud tem hoje 152 lojas no Brasil, adquiridas desde 2007 por meio da compra de seis supermercadistas - redes G.Barbosa (SE), Super Família (CE), Perini (BA), Cardoso (BA), Bretas (MG) e Prezunic (RJ).
Fonte: SM
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Vendas do autosserviço crescem quase 12% em fevereiro
O setor supermercadista elevou em 11,58% suas vendas reais no mês de fevereiro, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Já em relação a janeiro deste ano, houve ligeira queda de 0,18%. Os dados foram divulgados, hoje, pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados).
Ainda em fevereiro, o Índice Abras Mercado, com 35 produtos analisados pela GfK, registrou queda de preços de 0,25% em relação a janeiro. A maior queda de preço foi registrada no tomate (-21,34%). Por outro lado, a maior alta foi registrada no feijão, alimento cujo preço aumentou 11,52%.
Mas, para atingir esses patamares de crescimento o varejista tem que está com a sua operação afinida.
Para isso conte com a C & Consultoria de Varejo.
www.ceaconsultoriadevarejo.com.br
contato@ceaconsultoriadevarejo.com.br
Tel - 71-34940064/99665330
Cencosud está perto de comprar a mineira DMA
De acordo com reportagem publicada no jornal Valor Econômico, as negociações para a venda da DMA Distribuidora, dona da rede de supermercados Epa, para a chilena Cencosud avançaram nas últimas semanas. Maior varejista brasileira de supermercados de Minas Gerais, o grupo controla, além do Epa, as cadeias Via Brasil e Mart Plus, que somavam 94 lojas em dezembro de 2011 e registraram faturamento de R$ 2 bilhões no ano passado.
Segundo uma fonte ligada às varejistas, após dois meses de negociações mais intensas, as partes conseguiram chegar a um consenso em relação ao valor final, de R$ 1,3 bilhão (cerca de US$ 770 milhões), incluindo nessa soma o montante da dívida da DMA, presidida hoje pelo sócio-fundador, José Nogueira.
O grupo Cencosud quer crescer no País por meio de novas aquisições, e, por isso, continua a sondar varejistas locais. O Cencosud tem 152 lojas no Brasil, adquiridas desde 2007 por meio da compra de seis supermercadistas - redes G.Barbosa (SE), Super Família (CE), Perini (BA), Cardoso (BA), Bretas (MG) e Prezunic (RJ).
A finalização do negócio com a DMA dependeria, basicamente, de detalhes burocráticos. Se a negociação for fechada, Horst Paulmann, presidente do Cencosud, deve vir ao Brasil assinar o contrato de compra. Procurada, a rede chilena não se manifestou sobre a informação até o fechamento desta edição. A DMA Distribuidora nega que as partes estejam em conversas para a venda da operação.
Desde o ano passado, existiam informações no mercado do interesse do Cencosud e do Walmart no grupo mineiro, mas o Walmart nunca chegou a avaliar a hipótese de compra do negócio, conforme apurou o Valor.
O único interessado neste momento é o Cencosud, que, se finalizar a aquisição, alcançará receita bruta anual de R$ 10,9 bilhões no País. Além disso, a rede chilena passa a ter uma operação complementar à já existente na região - a companhia adquiriu em outubro de 2010 a rede mineira Bretas. Com uma possível aquisição do grupo DMA, o Cencosud ficaria com as sete lojas da cadeia Mart Plus, focada no atendimento aos públicos das classes A e B.
Num período de dois anos, entre abril de 2010 e abril de 2012, o grupo chileno adquiriu cinco empresas (Super Família, Perini, Cardoso, Bretas e Prezunic), com desembolso total de US$ 1,368 bilhão (R$ 2,2 bilhões). As duas últimas foram as maiores e consideradas estratégicas dentro do plano de expansão do grupo, que passa pela necessidade de um rápido ganho de escala para que a operação torne-se mais rentável.
As movimentações do Cencosud são vistas pelo mercado como a terceira onda de aquisições desse setor no Brasil nos últimos 15 anos. Na segunda metade da década de 90 até o início dos anos 2000, Grupo Pão de Açúcar e Carrefour disputaram ativos no País, no primeiro pontapé do processo de consolidação do setor.
A entrada do Walmart no Brasil, em 1995, abriu espaço para novas compras em 2004 e 2005, numa disputa da rede americana com o GPA e o Carrefour. Neste momento o Cencosud lidera uma nova fase de consolidação.
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 13 de março de 2012
PIB deve aumentar mais de 40% até 2020
É o que afirma o estudo “A evolução da classe média e o seu impacto no varejo”, divulgado pela Fecomercio SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). O crescimento entre 2,5% e 3% da produtividade média é o que fará o PIB (Produto Interno Bruto) subir mais de 40% até 2020.
A FecomercioSP projeta que, entre 2011 e 2020, o consumo per capita deve crescer 30% para as faixas de renda A e B, e quase 50% para as demais. Dos cerca de R$ 2 trilhões que o Brasil deve adicionar ao PIB até 2020, R$ 1,4 trilhão virá do consumo das famílias. Esse crescimento de poder de consumo será mais evidente na classe C, que já abrange 54% da população brasileira e detém um poder de consumo de mais de R$ 1 trilhão, o que equivale a 51% de toda a renda das famílias. “A tendência do Brasil é subir na escala e crescer mais que a média mundial”, afirma Antonio Carlos Borges, diretor executivo da entidade.
As transformações previstas pelo estudo “A evolução da classe média e o seu impacto no varejo” já estão em curso. Com uma renda familiar mensal de R$ 2,9 mil o perfil do consumidor brasileiro está mudando, e rápido. “Além de consumir mais, as famílias estão gastando melhor”, pondera Borges.
Uma das mudanças mais claras está no setor de alimentação. O brasileiro passou a comer mais vezes fora de casa e, com isso, o gasto com alimentação em bares, restaurantes e lanchonetes cresceu 26,6% entre 2003 e 2009, atingindo a média de R$ 145,59 por mês. Apesar de comer mais vezes fora de casa, o brasileiro está se alimentando melhor. O consumo de carne bovina de boa qualidade aumentou 4,2% enquanto o consumo de frango recuou 11,8%. Outro exemplo é a substituição do óleo de soja pelo azeite de oliva, que avançou 13,8% no período analisado.
Os gastos com eletroeletrônicos e aquisição de serviços como internet, TV por assinatura, telefonia móvel, e mesmo de cuidados com o corpo também apresentaram evolução.
Portanto, caro empreendedor, eu como consultor de varejo, recomendo que você invista no seu negócio, tanto na parte física como a do conhecimento (intelecto), pois além dessas pespectivas positivas, temos o advento da copa do munto e as olimpiadas, que certamente trarão muitos crescimento para todo o país.
Fonte:SM
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Consumo no Brasil deve crescer 13,5% em 2012
O estudo Pyis Consumo, divulgado hoje pelo Ibope Inteligência, mostra que o consumo no Brasil deve atingir R$ 1,3 trilhão neste ano, o que equivale a cerca de 30% do PIB Brasileiro e, caso confirmado, representará alta de 13,5% em comparação a 2011. O maior potencial de expansão foi registrado na região Norte: 26,1%. Na sequência aparece o Nordeste, com 24,1%, seguido da região Sul (19,7%). O Centro-Oeste deve crescer 19,4%, enquanto no Sudeste, principal mercado do País, a expansão projetada é de 6,5%.
Segundo Antônio Carlos Ruotolo, diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, atualmente a região Norte, com 8,4% da população, representa apenas 5,2% do consumo do País. Nas demais regiões, a divisão fica assim: Sudeste com 42% da população e 53,5% do consumo, e Sul, com 14,3% da população e 16,4% do mercado. Com 27,8% da população brasileira, o Nordeste responde hoje por 15,7% do consumo, enquanto o Centro-Oeste, onde vivem 7,4% dos brasileiros, concentra 9,1% do consumo.
Para 2012, o Ibope estima que o Norte cresça 26,5%; o Nordeste, 24,1%; o Centro-Oeste, 19,7%; e o Sudeste, 6,5%.
Outro dado do estudo é que as classes A e B absorvem mais de 50% de tudo o que é consumido na maior parte dos grupos pesquisados. A classe A, que ocupa 2,6% dos domicílios brasileiros lidera, com folga, o consumo de CDs e DVDs (27,3% do total da categorias). Combustível e ensino são os principais gastos da classe B, que representa 58,3% das despesas de cada um desses grupos. Metade do consumo com tabaco e acessórios é realizado pela classe C, assim como carnes e derivados, mercearia e matinais.
Segundo Ruotolo, a sofisticação do consumo na nova classe média se reflete na compra de itens como TV, som e vídeo. "Esse cenário tende a se repetir nos próximos anos", afirma. "Se o PIB continuar crescendo e o desemprego permanecer baixo, em três anos, haverá uma forte migração da população da classe C para a B. E aí haverá uma mudança radical no comportamento do consumo", diz.
Eu, como consultor de varejo, aconselho a cada empreendedor a investir no seu negócio, pois os próximos anos prometem muito crescimento, pricipalmente no setor supermercadista. Fonte:SM.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Sócios minoritários vão à Justiça contra Grupo Pão de Açúcar
Duas entidades, que dizem representar grupo de acionistas minoritários do GPA (Grupo Pão de Açúcar), entraram com ação na Justiça de São Paulo contra a empresa, contra a rede francesa Casino e contra a família Diniz.
Os argumentos dos acionistas é de que foram lesados pelo fracasso na tentativa de fusão de Pão de Açúcar e Carrefour, encerrada em julho passado,. Por isso, querem ser reparados pelo prejuízo. Diniz, GPA e Casino não comentaram o caso.
No processo movido na Justiça, o minoritário é representado pela Apampa (associação de proteção coletiva dos acionistas minoritários e investidores do Pão de Açúcar), e pela Abrac (associação brasileira de defesa dos direitos e garantias fundamentais do cidadão), criada em 2009.
Como o processo está sob segredo de Justiça, os advogados que representam esses minoritários e são fundadores das entidades que propuseram a ação, não detalham o total de minoritários representados. Informam que as associações não defendem interesse próprio, são entidades sem fins lucrativos e representam "todos os minoritários e todos os investidores do mercado de capitais, sejam associados ou não".
Segundo informações do Jornal Folha de São Paulo, os documentos que mostram que a Apampa foi criada por nove pessoas - uma é acionista minoritária do GPA. Trata-se de Hamilton Prado Jr., investidor e ex-marido de Vera Diniz, irmã de Abilio Diniz. Os demais são advogados do escritório que defende os minoritários, parentes ou clientes.
Há dois meses, quando tentou na Justiça ter acesso a estudos encomendados por Abilio para defender a união com o Carrefour, Prado Jr. declarou que era dono de cem ações do Grupo Pão de Açúcar, compradas em novembro de 2011, por R$ 4.344.
Fonte: Folha de S. Paulo
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Assaí registra crescimento de 23% no 4° trimestre
A operação do formato atacarejo foi o destaque do Grupo Pão de Açúcar no 4º trimestre de 2011. Segundo relatório divulgado pela empresa, a receita líquida da bandeira Assaí somou R$ 1,134 bilhão, contra R$ 922 milhões no mesmo período de 2010. Já a margem EBITDA registrada foi de 5,4%, a mais alta desde a aquisição do Assaí.
Sem revelar muitos detalhes, a empresa informa que os bons resultados são reflexo de mudanças realizadas no formato, com o intuito de aproximar sortimento e oferta de serviços das necessidades do público. Alguns exemplos de mudança são redução da quantidade de serviços, reformatação da área de vendas e definição do público-alvo como "revendedores e utilizadres". A companhia comemora aceleração do giro e aumento do retorno sobre o capital empregado, após a implantação das alterações.
"Com a reestruturação realizada no Assaí, a companhia se sente preparada para buscar liderança do formato", acredita Enéas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar.
Na verdade, caros leitores, esse é o formato do futuro, tendo em vista que as grandes lojas de hipermercados, estão em acentuado declinio.
Fonte: SM
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Lucro do Pão de Açúcar sobe 43% no 4º trimestre
O lucro líquido do Grupo Pão de Açúcar foi de R$ 361 milhões no quarto trimestre do ano passado, incluindo os resultados de Casas Bahia e Ponto Frio. Houve crescimento de 43,1% em relação aos R$ 253 milhões de lucro no mesmo período de 2010.
O Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações – atingiu R$ 1,096 bilhão no quarto trimestre do ano passado, alta de 50,5% ante os R$ 728 milhões apurados no mesmo período de 2010. A margem Ebitda subiu 1,6 ponto porcentual, para 8,2%. No ano, somou R$ 3,042 bilhões, com alta de 49,6%.
A receita líquida consolidada do Grupo Pão de Açúcar somou R$ 13,371 bilhões nos três últimos meses do ano passado, o que representou um aumento de 21,2%. As vendas no conceito mesmas lojas, que incluem apenas as unidades com mais de um ano de funcionamento, avançaram 8,5% no quarto trimestre do ano passado.
Fonte:SM
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Vendas do Carrefour crescem 8,9% no Brasil
Na operação global, o Carrefour cresceu apenas 0,5% em 2011, resultado que só não foi pior em razão do desempenho nos países emergentes. A rede somou vendas de 91,5 bilhões de euros em todo o mundo no ano passado.
Já no Brasil, a bandeira Atacadão foi o modelo de negócio que mais cresceu e garantiu o resultado positivo do grupo. Só no ano passado, as vendas da varejista cresceram 8,9% no mercado brasileiro. No último trimestre, as vendas nos hipermercados apresentaram queda de 3,1%, enquanto a bandeira Atacadão registrou crescimento de 11,5%. A rede fechou o ano com cinco novos supermercados e oito lojas de vizinhança no Brasil. Além disso, seis hipermercados foram transformados em Atacadão.
Na América Latina, as vendas cresceram 6,8% no quarto trimestre de 2011. Na Ásia, as vendas do grupo evoluíram 2,8%.
Ainda de acordo com o balanço divulgado pela companhia, no quarto trimestre, as vendas do grupo apresentaram queda de 2,4%. Na Europa, excluindo o país francês, a queda foi de 4,3%. O resultado negativo está relacionado com o desempenho ruim das vendas de produtos não alimenticíos, os quais normalmente têm maior valor agregado, bem como à política adotada de sempre garantir o melhor preço para os consumidores.
Fonte: Portal Exame
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Já no Brasil, a bandeira Atacadão foi o modelo de negócio que mais cresceu e garantiu o resultado positivo do grupo. Só no ano passado, as vendas da varejista cresceram 8,9% no mercado brasileiro. No último trimestre, as vendas nos hipermercados apresentaram queda de 3,1%, enquanto a bandeira Atacadão registrou crescimento de 11,5%. A rede fechou o ano com cinco novos supermercados e oito lojas de vizinhança no Brasil. Além disso, seis hipermercados foram transformados em Atacadão.
Na América Latina, as vendas cresceram 6,8% no quarto trimestre de 2011. Na Ásia, as vendas do grupo evoluíram 2,8%.
Ainda de acordo com o balanço divulgado pela companhia, no quarto trimestre, as vendas do grupo apresentaram queda de 2,4%. Na Europa, excluindo o país francês, a queda foi de 4,3%. O resultado negativo está relacionado com o desempenho ruim das vendas de produtos não alimenticíos, os quais normalmente têm maior valor agregado, bem como à política adotada de sempre garantir o melhor preço para os consumidores.
Fonte: Portal Exame
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Faturamento do varejo global cresce 5%
Publicado no último domingo, 15/01, o principal relatório sobre o desempenho do setor de varejo no mundo destaca dois pontos principais: o crescimento do mercado – apesar da crise internacional – e os resultados positivos das varejistas de países emergentes.
A Deloitte Touche Tohmatsu Limited apontou que as 250 maiores varejistas do mundo registraram um aumento de vendas de 5,3% no exercício fiscal de 2010 (ano terminado em 30 de junho de 2011), de acordo com o relatório "2012 Global Powers of Retailing" (Potências Mundiais de Varejo em 2012).
Na pesquisa anterior, a alta nas vendas foi apenas de 1,2%, mas essa base de comparação fraca não é a explicação principal para a expansão verificada no ano passado.
O relatório também destaca um aumento de 3,8% no lucro líquido das redes no último ano fiscal, comparado com a alta de 3,1% no ano anterior. Apesar desse resultado, a pesquisa reforça que as varejistas continuam preocupadas com a deterioração da economia global. O estudo também destaca a melhoria nos indicadores das redes nos EUA, mas ressalta que a desaceleração no consumo da Europa deve continuar e, portanto, as cadeias terão uma "dura batalha" pela frente.
Já em relação ao Brasil, o Grupo Pão de Açúcar e a Lojas Americanas avançaram posições no ranking do setor. O GPA passou da 75ª colocação para a 45ª, em termos de vendas no período de julho de 2010 a junho de 2011. Pelos cálculos, o valor atingiu US$ 18,3 bilhões, e inclui os resultados de Casas Bahia, que passaram a fazer parte dos relatórios em 2010.
No Brasil, duas empresas são citadas de forma positiva: Grupo Pão de Açúcar e Lojas Americanas.
O GPA ultrapassou redes como a americana J.C Penney, as espanholas El Corte Inglés e Inditex (dona da Zara), a britânica Marks & Spencer e a sueca H&M.
Em relação a Lojas Americanas, a rede passou da 184ª colocação para a 158ª. O Walmart se mantém na primeira posição da lista geral, seguido pelo Carrefour. A rede britânica Tesco alcançou a terceira colocação ao ultrapassar a alemã Metro.
O percentual das vendas provenientes de mercados estrangeiros nas 250 varejistas passou de 22% (média) nos últimos dois anos para 25% no ano passado.
Fonte: Valor Econômico
A Deloitte Touche Tohmatsu Limited apontou que as 250 maiores varejistas do mundo registraram um aumento de vendas de 5,3% no exercício fiscal de 2010 (ano terminado em 30 de junho de 2011), de acordo com o relatório "2012 Global Powers of Retailing" (Potências Mundiais de Varejo em 2012).
Na pesquisa anterior, a alta nas vendas foi apenas de 1,2%, mas essa base de comparação fraca não é a explicação principal para a expansão verificada no ano passado.
O relatório também destaca um aumento de 3,8% no lucro líquido das redes no último ano fiscal, comparado com a alta de 3,1% no ano anterior. Apesar desse resultado, a pesquisa reforça que as varejistas continuam preocupadas com a deterioração da economia global. O estudo também destaca a melhoria nos indicadores das redes nos EUA, mas ressalta que a desaceleração no consumo da Europa deve continuar e, portanto, as cadeias terão uma "dura batalha" pela frente.
Já em relação ao Brasil, o Grupo Pão de Açúcar e a Lojas Americanas avançaram posições no ranking do setor. O GPA passou da 75ª colocação para a 45ª, em termos de vendas no período de julho de 2010 a junho de 2011. Pelos cálculos, o valor atingiu US$ 18,3 bilhões, e inclui os resultados de Casas Bahia, que passaram a fazer parte dos relatórios em 2010.
No Brasil, duas empresas são citadas de forma positiva: Grupo Pão de Açúcar e Lojas Americanas.
O GPA ultrapassou redes como a americana J.C Penney, as espanholas El Corte Inglés e Inditex (dona da Zara), a britânica Marks & Spencer e a sueca H&M.
Em relação a Lojas Americanas, a rede passou da 184ª colocação para a 158ª. O Walmart se mantém na primeira posição da lista geral, seguido pelo Carrefour. A rede britânica Tesco alcançou a terceira colocação ao ultrapassar a alemã Metro.
O percentual das vendas provenientes de mercados estrangeiros nas 250 varejistas passou de 22% (média) nos últimos dois anos para 25% no ano passado.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Grupo Pão de Açúcar bate meta em 2011 com reforço da Globex
A rede varejista divulgou alguns dos resultados preliminares obtidos no ano passado. Entre eles, registrou vendas brutas de R$ 52,6 bilhões em 2011, expansão de 45,8% em relação a 2010. A companhia esperava alcançar um volume superior a R$ 50 bilhões, como ocorreu. Analistas também estimavam valores entre R$ 52 bilhões e R$ 53 bilhões. Ontem, as ações da empresA fecharam com elevação de 2,10% na Bovespa, a quarta maior alta do dia.
O desempenho da Globex, que reúne as operações de Ponto Frio e Casas Bahia, também ficou em linha com as estimativas do mercado. E os negócios no varejo eletroeletrônico tiveram relação direta com o crescimento na receita do grupo no ano passado.
Numa análise feita por atividades do grupo, enquanto Globex vendeu R$ 24,2 bilhões no ano passado, com alta de 142,2% em relação a 2010, o GPA Alimentar registrou receita bruta de R$ 28,4 bilhões, número equivalente a 54% da venda total do GPA no País - com expansão de 8,8%. A diferença entre esses dois negócios é de R$ 4 bilhões. Há um forte efeito Casas Bahia nos números do ano passado, já que o desempenho da varejista passou a ser incluído no balanço apenas em novembro de 2010.
De acordo com os números apresentados ontem, de outubro a dezembro as vendas brutas dos pontos abertos há mais de 12 meses, cresceram 8,7%. No trimestre, em termos reais, a alta foi de 2%. Essa taxa estava em 1,2% no trimestre anterior.
Um dos relatórios de análise citou leve redução na intensidade da alta no índice de vendas brutas (mesmas lojas) do GPA consolidado, que soma as vendas do braço alimentar e da Globex. De outubro a dezembro, essa taxa cresceu 8,5%, sendo que no terceiro trimestre, a alta foi de 9,5% e no segundo, de 10,1%.
Fonte: Valor Econômico
O desempenho da Globex, que reúne as operações de Ponto Frio e Casas Bahia, também ficou em linha com as estimativas do mercado. E os negócios no varejo eletroeletrônico tiveram relação direta com o crescimento na receita do grupo no ano passado.
Numa análise feita por atividades do grupo, enquanto Globex vendeu R$ 24,2 bilhões no ano passado, com alta de 142,2% em relação a 2010, o GPA Alimentar registrou receita bruta de R$ 28,4 bilhões, número equivalente a 54% da venda total do GPA no País - com expansão de 8,8%. A diferença entre esses dois negócios é de R$ 4 bilhões. Há um forte efeito Casas Bahia nos números do ano passado, já que o desempenho da varejista passou a ser incluído no balanço apenas em novembro de 2010.
De acordo com os números apresentados ontem, de outubro a dezembro as vendas brutas dos pontos abertos há mais de 12 meses, cresceram 8,7%. No trimestre, em termos reais, a alta foi de 2%. Essa taxa estava em 1,2% no trimestre anterior.
Um dos relatórios de análise citou leve redução na intensidade da alta no índice de vendas brutas (mesmas lojas) do GPA consolidado, que soma as vendas do braço alimentar e da Globex. De outubro a dezembro, essa taxa cresceu 8,5%, sendo que no terceiro trimestre, a alta foi de 9,5% e no segundo, de 10,1%.
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Walmart demitiu mais de 300 funcionários desde novembro
Entre o dia 1º de novembro de 2011 e 4 de janeiro de 2012, a companhia demitiu 316 empregados apenas na capital paulista, sendo 120 em novembro e 123 em dezembro. Nos dias 2 e 3 de janeiro, foram dispensados 73 trabalhadores. Segundo a rede de varejo, a saída dos funcionários faz parte de um processo natural de troca no quadro de pessoal das lojas e o número de demissões é considerado normal.
De acordo com o comando do sindicato dos Comerciários de São Paulo, o total de demitidos pode chegar a 500 pessoas entre novembro e janeiro, ao incluir nessa conta os empregados com menos de um ano de casa que podem ter sido demitidos.
Dados publicados pela empresa em 2010, mostram que 36% do total de funcionários da rede estão nos estados nordestinos, contra 24% no Sudeste. Para Ricardo Patah, presidente do sindicato dos comerciários, a empresa vai ser questionada se os funcionários temporários estão sendo contratados por um salário menor, no lugar daqueles que foram demitidos.
O Walmart Brasil passa por um período de redução de despesas e reestruturação do modelo de operação no Brasil.
O levantamento sobre as reduções de pessoal foi feito com base nos dados da área de Recursos Humanos do Walmart, enviados ao sindicato, e inclui todas as bandeiras do grupo - Walmart Supercenter, Sam's Club, Bompreço, Hiper Bompreço, TodoDia, Maxxi, Mercadorama, Big e Nacional. Os números devem incluir parte das demissões feitas na cadeia TodoDia, que fechou 12 lojas no final de 2011. Esse formato de rede supermercado pode empregar até 50 pessoas por loja.
Fonte: Valor Econômico
De acordo com o comando do sindicato dos Comerciários de São Paulo, o total de demitidos pode chegar a 500 pessoas entre novembro e janeiro, ao incluir nessa conta os empregados com menos de um ano de casa que podem ter sido demitidos.
Dados publicados pela empresa em 2010, mostram que 36% do total de funcionários da rede estão nos estados nordestinos, contra 24% no Sudeste. Para Ricardo Patah, presidente do sindicato dos comerciários, a empresa vai ser questionada se os funcionários temporários estão sendo contratados por um salário menor, no lugar daqueles que foram demitidos.
O Walmart Brasil passa por um período de redução de despesas e reestruturação do modelo de operação no Brasil.
O levantamento sobre as reduções de pessoal foi feito com base nos dados da área de Recursos Humanos do Walmart, enviados ao sindicato, e inclui todas as bandeiras do grupo - Walmart Supercenter, Sam's Club, Bompreço, Hiper Bompreço, TodoDia, Maxxi, Mercadorama, Big e Nacional. Os números devem incluir parte das demissões feitas na cadeia TodoDia, que fechou 12 lojas no final de 2011. Esse formato de rede supermercado pode empregar até 50 pessoas por loja.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Grandes redes mudam para competir com supermercados de bairro
Os maiores grupos varejistas do Brasil estão reaprendendo a lidar com as lojas de bairro. O Walmart, por exemplo, acaba de fechar 7% das unidades da bandeira Todo Dia. A decisão pode ter sido consequência de uma expansão apressada e da escolha incorreta dos pontos de venda na periferia da Grande São Paulo. Já o Grupo Pão de Açúcar planeja retomar sua expansão neste ano, com a abertura de 100 pontos de vendas no novo formato Extra Minimercado. Já o Dia%, bandeira do formato hard discount do Carrefour, acaba de desembarcar no Sul do País e remodelou suas 450 lojas com o objetivo de agradar a classe C.
Essas adequações ganham mais força na periferia e nos bairros pobres, novo foco de expansão das lojas de vizinhança, que oferecem um mix de 2,5 mil e 3,5 mil itens.
Com administração independente do Carrefour, o Dia % chegou ao Brasil em 2001 e, até o terceiro trimestre de 2011, sua expansão restringia-se ao Estado de São Paulo. A partir de novembro, a bandeira desembarcou na região metropolitana de Porto Alegre, com nove lojas e também com a instalação de um centro de distribuição.
As novas lojas nascem com um conceito mais moderno, que envolve, por exemplo, o Espaço Mulher, que reúne itens de perfumaria, entre outros produtos. Modelo este adotado em todas as lojas da rede no ano passado. O forte do Dia% está na oferta de marcas próprias. São cerca de 800 itens, em meio a 3 mil.
Já o Grupo Pão de Açúcar não abriu nenhuma loja Extra Fácil em 2011 porque estava repensando o modelo. Agora, com o nova bandeira Minimercado Extra, quer brigar com os mercadinhos de bairro. Segundo Enéas Pestana, presidente do grupo, o foco até 2014 estará nas bandeiras Assaí e Minimercado Extra.
Fonte: Valor Econômico
Essas adequações ganham mais força na periferia e nos bairros pobres, novo foco de expansão das lojas de vizinhança, que oferecem um mix de 2,5 mil e 3,5 mil itens.
Com administração independente do Carrefour, o Dia % chegou ao Brasil em 2001 e, até o terceiro trimestre de 2011, sua expansão restringia-se ao Estado de São Paulo. A partir de novembro, a bandeira desembarcou na região metropolitana de Porto Alegre, com nove lojas e também com a instalação de um centro de distribuição.
As novas lojas nascem com um conceito mais moderno, que envolve, por exemplo, o Espaço Mulher, que reúne itens de perfumaria, entre outros produtos. Modelo este adotado em todas as lojas da rede no ano passado. O forte do Dia% está na oferta de marcas próprias. São cerca de 800 itens, em meio a 3 mil.
Já o Grupo Pão de Açúcar não abriu nenhuma loja Extra Fácil em 2011 porque estava repensando o modelo. Agora, com o nova bandeira Minimercado Extra, quer brigar com os mercadinhos de bairro. Segundo Enéas Pestana, presidente do grupo, o foco até 2014 estará nas bandeiras Assaí e Minimercado Extra.
Fonte: Valor Econômico
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Cencosud paga primeira parcela pela compra da Prezunic
Segundo a agência de noticias Bloomberg, a rede chilena pagou a primeira parcela de R$ 391 milhões pela aquisição da brasileira Prezunic, que foi vendida por R$ 875 milhões.
Do total, R$ 189,3 milhões de reais referem-se às dívidas da rede fluminense, assumidas pelo seu novo dono e o restante será pago em quatro parcelas anuais.
O acordo marca a entrada da Cencosud no Rio de Janeiro, onde a Prezunic possui 31 supermercados e um centro de distribuição. Atualmente, a Cencosud já ocupa um lugar de destaque no varejo brasileiro, a ponto de ter sido apontada, no ano passado, como uma desafiante de Abilio Diniz, do Pão de Açúcar, em sua tentativa de se unir às operações brasileiras do Carrefour.
Fonte: Valor Econômico
Do total, R$ 189,3 milhões de reais referem-se às dívidas da rede fluminense, assumidas pelo seu novo dono e o restante será pago em quatro parcelas anuais.
O acordo marca a entrada da Cencosud no Rio de Janeiro, onde a Prezunic possui 31 supermercados e um centro de distribuição. Atualmente, a Cencosud já ocupa um lugar de destaque no varejo brasileiro, a ponto de ter sido apontada, no ano passado, como uma desafiante de Abilio Diniz, do Pão de Açúcar, em sua tentativa de se unir às operações brasileiras do Carrefour.
Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Walmart fecha 12 lojas da bandeira TodoDia em SP
A gigante supermercadista fechou, no ano passado, 12 unidades do TodoDia em São Paulo. São lojas de vizinhança, cada uma com cerca de 600 metros quadrados de área de vendas.
Em nota, a empresa não informa o motivo do encerramento dessas operações, mas reforça "o seu compromisso de crescer no Estado". Em 2011, a rede investiu cerca de R$ 130 milhões na construção de seis novas lojas no Estado de São Paulo, gerando 900 empregos diretos.
Já nos últimos 12 meses, em todo o Brasil, o Walmart investiu R$ 1,2 bilhão na abertura de 70 novas lojas e gerou cerca de sete mil empregos diretos.
Fonte: O Estado de S. Paulo
Em nota, a empresa não informa o motivo do encerramento dessas operações, mas reforça "o seu compromisso de crescer no Estado". Em 2011, a rede investiu cerca de R$ 130 milhões na construção de seis novas lojas no Estado de São Paulo, gerando 900 empregos diretos.
Já nos últimos 12 meses, em todo o Brasil, o Walmart investiu R$ 1,2 bilhão na abertura de 70 novas lojas e gerou cerca de sete mil empregos diretos.
Fonte: O Estado de S. Paulo
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