Na França, a rede anunciou a venda de 97 supermercados para a gestora de propriedades La Française, por 365 milhões de euros. Em comunicado, o Carrefour informou que os estabelecimentos vendidos continuarão operando sob a marca Carrefour mediante contratos iniciais de aluguel válidos por 12 anos.
A intenção da companhia com a venda das instalações é melhorar o uso do capital empregado, que será reinvestido em projetos de desenvolvimento de patrimônio.
A gestora La Française foi criada em 2009, após a fusão entre a UFG e a Française des Placements Investissements.
Fonte: Portal Exame
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Vendas dos supermercados acumulam alta real de 4% em 2011
As vendas reais do setor supermercadista cresceram 4,54% em novembro de 2011, em relação ao mesmo mês de 2010, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Em comparação com outubro deste ano, houve queda de -2,35%. Já no acumulado dos onze meses do ano, as vendas do setor tiveram alta de 3,98%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento nominal de 11,49% em novembro, em relação ao mesmo mês de 2010, e queda de -1,84% sobre outubro deste ano. O acumulado nos onze meses do ano, chega a 10,89%, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo Sussumu Honda, presidente da Abras, o resultado é bem satisfatório e se encontra em linha com o que foi projetado no início do ano.
Fonte: SM
O Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento nominal de 11,49% em novembro, em relação ao mesmo mês de 2010, e queda de -1,84% sobre outubro deste ano. O acumulado nos onze meses do ano, chega a 10,89%, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo Sussumu Honda, presidente da Abras, o resultado é bem satisfatório e se encontra em linha com o que foi projetado no início do ano.
Fonte: SM
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Pão de Açúcar quer inaugurar 400 lojas até 2014
A rede varejista terminará 2011 com o investimento total entre R$ 950 milhões e R$ 1 bilhão, bem menos do que o previsto para o ano, que era de R$ 1,4 bilhão.
Segundo Êneas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar, o objetivo para 2012 é investir aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Explicou que tal investimento é necessário para que acompanhia possa crescer de uma forma orgânica, tendo como plano para o período de 2012 a 2014, inaugurando cerca de 400 lojas.
Fonte: Valor Econômico
Segundo Êneas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar, o objetivo para 2012 é investir aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Explicou que tal investimento é necessário para que acompanhia possa crescer de uma forma orgânica, tendo como plano para o período de 2012 a 2014, inaugurando cerca de 400 lojas.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Fiscalização multa supermercados por venda de bebida a menores
Nos 15 primeiros dias da nova lei estadual antiálcool, 164 estabelecimentos comerciais foram multados em São Paulo por vender, facilitar ou permitir o consumo de bebida alcoólica por menores de 18 anos.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram feitas 16.700 fiscalizações em comércios paulistas, entre 19 de novembro e 3 de dezembro. Na maioria dos casos, as punições foram aplicadas porque os fiscais constataram facilidades na compra da bebida. Apesar de toda a divulgação, alguns pontos comerciais ainda expõem bebidas alcoólicas ao lado de suco, água ou refrigerante. Segundo a pasta, a falha foi observada, por exemplo, no Pão de Açúcar do bairro do Sumaré, e no Carrefour da marginal do Tietê, ambos em São Paulo.
Para aumentar a adesão à lei, os fiscais trabalham sem uniformes nem qualquer tipo de identificação. Tudo isso com o objetivo de conseguir presenciar situações irregulares sem chamar a atenção. Apesar de o número de multas ser pequeno frente ao total de fiscalizações, o balanço é considerado positivo, mas deve melhorar com as ações de verão, quando os fiscais também estarão supervisionando os supermercados do litoral.
O governo também aposta nas denúncias. A secretaria já recebeu 214 denúncias, das quais 92 foram na capital. A multa mínima para os infratores é de R$ 1.745, mas pode chegar a R$ 87.200, dependendo do tipo de infração e do faturamento do estabelecimento.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram feitas 16.700 fiscalizações em comércios paulistas, entre 19 de novembro e 3 de dezembro. Na maioria dos casos, as punições foram aplicadas porque os fiscais constataram facilidades na compra da bebida. Apesar de toda a divulgação, alguns pontos comerciais ainda expõem bebidas alcoólicas ao lado de suco, água ou refrigerante. Segundo a pasta, a falha foi observada, por exemplo, no Pão de Açúcar do bairro do Sumaré, e no Carrefour da marginal do Tietê, ambos em São Paulo.
Para aumentar a adesão à lei, os fiscais trabalham sem uniformes nem qualquer tipo de identificação. Tudo isso com o objetivo de conseguir presenciar situações irregulares sem chamar a atenção. Apesar de o número de multas ser pequeno frente ao total de fiscalizações, o balanço é considerado positivo, mas deve melhorar com as ações de verão, quando os fiscais também estarão supervisionando os supermercados do litoral.
O governo também aposta nas denúncias. A secretaria já recebeu 214 denúncias, das quais 92 foram na capital. A multa mínima para os infratores é de R$ 1.745, mas pode chegar a R$ 87.200, dependendo do tipo de infração e do faturamento do estabelecimento.
Fonte: O Estado de S.Paulo
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Em nove meses, faturamento do formato atacarejo cresce 33%
As vendas das lojas cash & carry, que atendem o consumidor final e também os chamados transformadores, não param de crescer. Entre janeiro e setembro deste ano, o formato conhecido no Brasil como atacarejo cresceu 33% em faturamento, na comparação com o mesmo período de 2010. Os dados são do levantamento Consumer Insights 2011, realizado pela Kantar World Panel.
O crescimento é bem mais expressivo do que o registrado nos supermercados no mesmo período e no varejo tradicional, formatos que registraram crescimento de 11%. O atacarejo tem atraído, inclusive, parte do público habituado a frequentar hipermercados. Prova disso é que o hiper apresentou queda de 9% nas vendas em valor nos três primeiros trimestres deste ano.
Fonte: SM
O crescimento é bem mais expressivo do que o registrado nos supermercados no mesmo período e no varejo tradicional, formatos que registraram crescimento de 11%. O atacarejo tem atraído, inclusive, parte do público habituado a frequentar hipermercados. Prova disso é que o hiper apresentou queda de 9% nas vendas em valor nos três primeiros trimestres deste ano.
Fonte: SM
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Brasil é 3º país mais atraente para investimentos
O investimento estrangeiro direto será lento e o foco de investimentos corporativos está crescendo em mercados em desenvolvimento. É o que constata o Índice de Confiança de Investimento Estrangeiro Direto 2011, da A.T. Kearney, uma medida regular do sentimento dos altos executivos nas maiores empresas do mundo.
Países como China, Índia e Brasil se tornaram os principais escolhas de destino para os investimentos. Os investidores também relataram o maior grau de otimismo para estes três países. Quase a metade (46%) estão vendo o Brasil com mais otimismo do que em 2010. Mais de um terço (37%) veem melhorias para Índia e China (34%).
O Brasil subiu para o terceiro lugar desde o ano passado. Também tem sido alvo para investimentos varejistas. O País atrai mais do que a metade de todo o investimento estrangeiro da América Latina. E, neste ano, a China se tornou o maior investidor estrangeiro direto do Brasil, com o foco em commodities e em energia.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
Países como China, Índia e Brasil se tornaram os principais escolhas de destino para os investimentos. Os investidores também relataram o maior grau de otimismo para estes três países. Quase a metade (46%) estão vendo o Brasil com mais otimismo do que em 2010. Mais de um terço (37%) veem melhorias para Índia e China (34%).
O Brasil subiu para o terceiro lugar desde o ano passado. Também tem sido alvo para investimentos varejistas. O País atrai mais do que a metade de todo o investimento estrangeiro da América Latina. E, neste ano, a China se tornou o maior investidor estrangeiro direto do Brasil, com o foco em commodities e em energia.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Bandeira Minimercado Extra chega a mais 8 lojas
O Grupo Pão de Açúcar prossegue seu plano de conversão das lojas Extra Fácil para a nova bandeira Minimercado Extra e anuncia que, a partir desta terça (06/12), mais oito lojas localizadas em São Paulo passarão a operar com o novo nome.
Para implantar as mudanças em todas as lojas Extra Fácil de São Paulo e inaugurar as novas lojas previstas para este ano, a rede investirá R$ 36 milhões. As mudanças envolvem desde a modernização e adequação do formato, da marca e da comunicação, até o padrão de operação, layout e sortimento de produtos.
“Fizemos uma avaliação sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, reestruturamos o formato, agregando valor, principalmente às seções de perecíveis. Todo esse processo visa trazer a melhor opção de compra para o dia a dia aos consumidores, que tem menos tempo. Tudo isso com mais conforto, qualidade, atendimento próximo e eficiente, e toda a confiança que a marca Extra já traz às famílias brasileiras”, destaca João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra.
Além das lojas já convertidas, o Minimercado Extra ganhará mais 10 unidades até o final do ano, sendo 6 delas originárias de conversões da bandeira Extra Fácil, além de quatro novas lojas. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os bons resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, o crescimento em vendas foi de 40% em comparação ao antigo formato. E a expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
Para implantar as mudanças em todas as lojas Extra Fácil de São Paulo e inaugurar as novas lojas previstas para este ano, a rede investirá R$ 36 milhões. As mudanças envolvem desde a modernização e adequação do formato, da marca e da comunicação, até o padrão de operação, layout e sortimento de produtos.
“Fizemos uma avaliação sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, reestruturamos o formato, agregando valor, principalmente às seções de perecíveis. Todo esse processo visa trazer a melhor opção de compra para o dia a dia aos consumidores, que tem menos tempo. Tudo isso com mais conforto, qualidade, atendimento próximo e eficiente, e toda a confiança que a marca Extra já traz às famílias brasileiras”, destaca João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra.
Além das lojas já convertidas, o Minimercado Extra ganhará mais 10 unidades até o final do ano, sendo 6 delas originárias de conversões da bandeira Extra Fácil, além de quatro novas lojas. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os bons resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, o crescimento em vendas foi de 40% em comparação ao antigo formato. E a expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Código de barras vai bloquear venda de produtos vencidos
Com previsão de utilização a partir de 2013, um novo modelo de código de barras, desenvolvido pela APAS (Associação Paulista de Supermercados), impossibilitará a venda de produtos vencidos.
O novo código dependerá da instalação de um software na frente de caixa e nas balanças dos checkouts. Segundo João Galassi, presidente da entidade, quando o cliente chegar ao caixa, a tecnologia acusará que o produto está vencido.
Hoje, o controle é feito manualmente, resultando em muitos produtos vencidos nas prateleiras dos supermercados. Conforme pesquisa realizada nos últimos 40 dias, 56,2% dos estabelecimentos recebem reclamações sobre mercadorias fora do prazo de validade. A falha ocorre em 35,6% dos alimentos perecíveis e em 24,7% dos produtos de mercearia.
O novo tipo de código também vai facilitar o controle de vendas dos supermercados do País. O sistema mostrará quantos itens foram vendidos de cada lote, permitindo que os estabelecimentos saibam o que está dentro da loja, mesmo que o consumidor tenha pegado o produto e colocado em outra prateleira.
Fonte: Folha de S. Paulo
O novo código dependerá da instalação de um software na frente de caixa e nas balanças dos checkouts. Segundo João Galassi, presidente da entidade, quando o cliente chegar ao caixa, a tecnologia acusará que o produto está vencido.
Hoje, o controle é feito manualmente, resultando em muitos produtos vencidos nas prateleiras dos supermercados. Conforme pesquisa realizada nos últimos 40 dias, 56,2% dos estabelecimentos recebem reclamações sobre mercadorias fora do prazo de validade. A falha ocorre em 35,6% dos alimentos perecíveis e em 24,7% dos produtos de mercearia.
O novo tipo de código também vai facilitar o controle de vendas dos supermercados do País. O sistema mostrará quantos itens foram vendidos de cada lote, permitindo que os estabelecimentos saibam o que está dentro da loja, mesmo que o consumidor tenha pegado o produto e colocado em outra prateleira.
Fonte: Folha de S. Paulo
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Volume de vendas nos supermercados deve crescer 3% em 2012
Após um ano de desaceleração no ritmo de crescimento do volume de vendas nos supermercados, as perspectivas para 2012 são melhores.
Para Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o aumento do salário mínimo em aproximadamente 14%, pode levar a uma importante aceleração no consumo. A expectativa do executivo é de que o volume de vendas cresça, ao menos, 3% em 2012.
De janeiro a outubro, o volume das vendas nos supermercados, principalmente de produtos industrializados, acumula crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho representa uma desaceleração frente ao ritmo de 7,1% observado nos dez primeiros meses de 2010 frente ao mesmo período de 2009.
Já no caso das bebidas alcoólicas, de janeiro a outubro de 2010, as vendas avançaram 16,8%, porcentual que desacelerou para 6,3% no mesmo intervalo de 2011. A mesma desaceleração aconteceu, no mesmo período, com perecíveis, caindo de 10,2% para 4,7%; com bebidas não alcoólicas, saindo de 11,5% para 2,9%; com higiene e beleza, passando de 3,6% para 1,9%; com mercearia doce, de 4,9% para 1%; e com limpeza caseira, de 6,6% para 0,8%.
Entre os produtos com maior queda porcentual no volume de vendas neste ano destacam-se: sabão em barra (-13,2%), chá (-9,9%), lã de aço (-8,6%), óleo e azeite (-8%), farinha de trigo (-8%), leite condensado (-5,3%), arroz (-4,9%) e café em pó e grãos (-4,3%). No lado oposto, as maiores altas ocorreram com: vinho (+35,7%), suco de frutas pronto para o consumo (+17,1%), bebidas à base de soja (+13,8%) e chocolate (+12,2%).
O atual processo de estabilidade nos preços pode contribuir para a aceleração do consumo. Segundo a Nielsen, 35 itens de largo consumo nos supermercados tiveram alta de 0,94%, já a cesta de produtos industrializados aponta alta de 0,2% de janeiro a outubro.
Fonte: Portal Exame
Para Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o aumento do salário mínimo em aproximadamente 14%, pode levar a uma importante aceleração no consumo. A expectativa do executivo é de que o volume de vendas cresça, ao menos, 3% em 2012.
De janeiro a outubro, o volume das vendas nos supermercados, principalmente de produtos industrializados, acumula crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho representa uma desaceleração frente ao ritmo de 7,1% observado nos dez primeiros meses de 2010 frente ao mesmo período de 2009.
Já no caso das bebidas alcoólicas, de janeiro a outubro de 2010, as vendas avançaram 16,8%, porcentual que desacelerou para 6,3% no mesmo intervalo de 2011. A mesma desaceleração aconteceu, no mesmo período, com perecíveis, caindo de 10,2% para 4,7%; com bebidas não alcoólicas, saindo de 11,5% para 2,9%; com higiene e beleza, passando de 3,6% para 1,9%; com mercearia doce, de 4,9% para 1%; e com limpeza caseira, de 6,6% para 0,8%.
Entre os produtos com maior queda porcentual no volume de vendas neste ano destacam-se: sabão em barra (-13,2%), chá (-9,9%), lã de aço (-8,6%), óleo e azeite (-8%), farinha de trigo (-8%), leite condensado (-5,3%), arroz (-4,9%) e café em pó e grãos (-4,3%). No lado oposto, as maiores altas ocorreram com: vinho (+35,7%), suco de frutas pronto para o consumo (+17,1%), bebidas à base de soja (+13,8%) e chocolate (+12,2%).
O atual processo de estabilidade nos preços pode contribuir para a aceleração do consumo. Segundo a Nielsen, 35 itens de largo consumo nos supermercados tiveram alta de 0,94%, já a cesta de produtos industrializados aponta alta de 0,2% de janeiro a outubro.
Fonte: Portal Exame
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