quinta-feira, 26 de julho de 2012
Brasil vai se tornar 2º mercado mundial de guloseimas em 2016
Hoje, o País está na terceira posição, mas deve ultrapassar nos próximos quatro anos o Reino Unido, ficando atrás apenas dos Estados Unidos entre os maiores mercados de chocolates, balas e amendoins do mundo. A projeção da Euromonitor mostra que, enquanto o consumo mundial destes produtos cresce a uma taxa anual de 2%, no Brasil a variação é de 3,6% ao ano.
Em 2011, a indústria brasileira registrou vendas reais de US$ 12,6 bilhões nessas guloseimas, pouco mais da metade do faturamento total da América Latina. O volume produzido no ano passado subiu 6% em relação a 2010, segundo a Abicab (Associação Brasileira das Indústrias de Cacau, Chocolate, Amendoim, Balas, Doces e Derivados).
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 10 de julho de 2012
Setor atacadista tem melhor faturamento em 11 anos
Desde 2000, os atacadistas brasileiros não faturavam tanto. O setor registrou faturamento de R$ 164,5 bilhões em 2011, com crescimento real de 2,2% na comparação com 2010, segundo levantamento feito pela Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) em parceria com a Nielsen.
A rede que mais faturou no ano foi o Makro, com R$ 6,04 bilhões. Em seguida vêm o Assaí, com R$ 4,28 bilhões, e o Tenda, com R$ 1,43 bilhão.
Principais clientes
A pesquisa ainda revelou que setor do varejo alimentar independente (mercadinhos e mercearias) é o principal comprador dos atacadistas, representando 37,8% dos clientes. Em segundo lugar estão os chamados “transformadores “(bares, lanchonetes, padarias, hotéis, Hospitais e casas noturnas), que são 20,2%.
Os supermercados pequenos e lojas de conveniência aparecem com 15,6%, os médios com 7,4%, e os grandes supermercados com 2,4%.
Fonte: SM
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Supermercados 100% brasileiros estão em alta
Nos últimos cinco anos, as redes supermercadistas de capital nacional responderam pela maior parte das vendas locais. Relatório da Nielsen mostra que, de cada R$ 100 gastos em supermercados no Brasil em 2011, as redes com participação estrangeira embolsaram apenas R$ 38,7. O resto ficou com lojas 100% brasileiras.
A parcela dos estrangeiros foi a menor registrada desde 2006, quando atingiu 34%, segundo dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Além disso, as principais redes internacionais, Walmart e Carrefour, cresceram, respectivamente, 5% e 9% no Brasil no ano passado, abaixo da média do setor supermercadista, de 11%.
Estas duas redes não anunciam aquisições no País desde 2009. A única que vem se expandindo é a chilena Cencosud, que, nos últimos 3 anos, comprou as redes Prezunic (RJ), Bretas (BA, GO e MG).
Os números da Nielsen, mostram, ainda, que as 280 maiores redes do Brasil (excluídas as grandes cadeias) apuraram expansão de 17,1% em 2011. Já os 20 maiores grupos (incluindo as multinacionais) cresceram 13,2%.
Fonte: Valor Econômico
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