quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Comércio deve contratar 233 mil temporários para o fim de ano
Esses trabalhadores serão absorvidos tanto no setor de comércio quanto no de serviço, conforme aponta levantamento feito pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
Para a maior parte dos empresários consultados (48%), as contratações serão feitas a partir de novembro. Apenas 5% afirmaram que irão esperar até dezembro, enquanto 19% já contrataram. Outros 27% responderam que as vagas temporárias serão preenchidas até hoje (31/10).
O estudo também mostra que 91% dos contratados devem ter entre 18 e 34 anos. Já as funções mais demandadas são as de vendedor (32%), operador de caixa (16%) e estoquista (13%).
Fonte: Portal Exame
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Produção de cerveja recua 3,9% em setembro
Sem sinais claros de recuperação da demanda, a indústria de cervejas no Brasil fechou mais um mês com retração no volume. Após um recuo de 5,3% em agosto, a produção do setor encolheu 3,9% em setembro, na comparação anual, segundo dados preliminares do Sicobe (Sistema de Controle de Produção de Bebidas), da Receita Federal.
A queda foi de 2,4% no acumulado do terceiro trimestre e de 2% no consolidado dos primeiros nove meses do ano. Em relação a agosto (com ajuste sazonal), o mês de setembro apresentou recuo de 0,8%.
Diante do maior comprometimento da renda da população, que sente a inflação e a economia mais fraca, as fabricantes de cervejas têm enfrentado dificuldades para manter os volumes desde o início do ano. Apenas em janeiro, junho (com a Copa das Confederações) e julho houve alta da produção.
O problema afeta a rentabilidade de todas as grandes empresas do setor (Ambev, Brasil Kirin, Grupo Petrópolis e Heineken), que dependem de escala para diluir gastos fixos.
Pressionado ainda pelo aumento dos custos dolarizados, o setor conseguiu, na semana passada, adiar o aumento da carga tributária federal – em cerca de 2% – que estava previsto para outubro. Com arrecadação recorde em agosto, o governo aceitou postergar a elevação dos impostos para "algum momento em 2014".
Publicação: Valor Economico.
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Cencosud prevê “crescimento orgânico e mais aquisições” no Brasil
A expansão do grupo varejista chileno não deve parar tão cedo. Segundo o jornal do país de origem da empresa, Diário Financiero, o Cencosud está planejando "crescimento orgânico e mais aquisições" no Brasil, além de novas operações no Peru e na Colômbia.
A perspectiva de expansão no Brasil é decorrente do recente aumento do poder aquisitivo e ampliação da classe média no País, da redução da informalidade e da iminência de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Recentemente, o Cencosud trouxe seu escritório central para a cidade de São Paulo, sinalizando possíveis atos de expansão no maior mercado do País. Além disso, a venda de metade da sua operação internacional de crédito ao Itaú aumentou o caixa da empresa.
Há vozes céticas, no entanto, quanto a novas aquisições por parte do grupo. "Não cremos que, por enquanto, a empresa esteja tentando realizar novas aquisições. É mais relevante no momento a consolidação das últimas compras, principalmente as aquisições de supermercados no Brasil realizadas nos últimos anos”, afirma a chilena Verónica Perez, analista da corretora do BCI e gestora de ativos.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
A perspectiva de expansão no Brasil é decorrente do recente aumento do poder aquisitivo e ampliação da classe média no País, da redução da informalidade e da iminência de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Recentemente, o Cencosud trouxe seu escritório central para a cidade de São Paulo, sinalizando possíveis atos de expansão no maior mercado do País. Além disso, a venda de metade da sua operação internacional de crédito ao Itaú aumentou o caixa da empresa.
Há vozes céticas, no entanto, quanto a novas aquisições por parte do grupo. "Não cremos que, por enquanto, a empresa esteja tentando realizar novas aquisições. É mais relevante no momento a consolidação das últimas compras, principalmente as aquisições de supermercados no Brasil realizadas nos últimos anos”, afirma a chilena Verónica Perez, analista da corretora do BCI e gestora de ativos.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 25 de junho de 2013
Atacarejos e lojas pequenas são os campeões de vendas
Duas tendências confirmadas e uma surpresa. É o que aponta a análise dos resultados de cada formato de loja em 2012, segundo pesquisa de SM. Acertou quem apostou em mais crescimento de atacarejos e supermercados – sobretudo os pequenos. Porém se enganou quem considerava barbada a queda dos hiper: o formato reverteu a sequência negativa e elevou seu faturamento em 3,1%. Embora tenham perdido a imagem de preço baixo para os atacarejos desde meados de 2007, os hiper somaram R$ 55 bilhões em faturamento no ano passado. O resultado positivo é, em boa parte, reflexo dos investimentos dos gigantes. Um exemplo vem do Walmart, pioneiro na criação de hiper compactos no Brasil. No intervalo de um mês, no 4º trimestre do ano passado, a rede inaugurou cinco hipermercados: em Toledo (PR), Bagé (RS), Volta Redonda (RJ) e nas mineiras Passos e Patos de Minas. Da mesma forma, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) inaugurou nos últimos dois anos unidades do Extra Hiper em locais onde acredita haver espaço para o modelo. Em 2012 foram 6 novas lojas, 3 no interior paulista – uma das regiões onde o consumo mais crescerá até 2020 –, além de Várzea Grande (MT), Natal (RN) e Fortaleza (CE). Resultado: as vendas no formato tiveram alta real de 3,5%. A rede também iniciou a implantação de restaurantes, sempre próximos às rotisserias. A ideia é se adequar às necessidades do novo consumidor. "Queremos que ele encontre uma opção para comer fora, o que vai gerar fluxo maior de clientes nas lojas", afirma José Roberto Tambasco, vice-presidente da companhia. É um erro, portanto, menosprezar os hiper, ainda que seja cedo para cravar a recuperação do formato. Afinal, ele sofre com o novo comportamento do brasileiro – que prefere compras pequenas perto de casa, além de não ter resolvido a crise de identidade por deixar de ser a única alternativa de preço baixo. Entre os caminhos possíveis para o futuro do formato estão a valorização do mix do bazar – sobretudo dos itens eletroeletrônicos e de informática – e, principalmente, a expansão para regiões e cidades onde não há saturação de mercado, a exemplo do que vêm fazendo Walmart e GPA. Para Paulo Vicente Alves, professor de estratégia da Fundação Dom Cabral, as regiões Nordeste e Centro-Oeste podem ser um bom alvo para o formato. Dados do Ranking de Supermercados confirmam que essas regiões lideraram o crescimento do formato em 2012: no Nordeste a alta real de faturamento foi de 14%, enquanto no Centro-Oeste os hiper cresceram 12,9%. Para efeito de comparação, vale lembrar que no Sudeste o crescimento foi de apenas 3,7%.
Com custos mais baixos e a vantagem de atender, além do consumidor final, pequenos varejistas e transformadores, o atacarejo segue trajetória de crescimento. Em 2012 cresceu 16,7%. Miguel Angelo Hemzo, professor do curso de marketing da USP, explica que os preços baixos agradam a comerciantes e também ao público, sobretudo da classe C. "O volume é puxado pelas vendas aos pequenos varejistas e complementado pelo consumidor", diz.
Estudo da Kantar Worldpanel mostra que no ano passado 12,4 milhões de lares brasileiros fizeram compras no atacarejo, 26% mais do que em 2011. A pesquisa mostra ainda que 7 milhões de shoppers de hipermercados compram também no atacarejo. Em 2009 eram 5 milhões. O atacarejo vive atualmente um processo de amadurecimento, marcado pelo reposicionamento e ajuste da operação. No ano passado, por exemplo, o GPA, dono da bandeira Assaí, elegeu os pequenos comerciantes como público-alvo e desistiu de seções como padaria. Elevou ainda a presença de marcas líderes no sortimento. Já a rede Bahamas, de Minas Gerais, que trabalhava mais no atacado, optou também por atrair o consumidor final. Hoje, as três lojas de atacarejo da bandeira Bahamas Mix trazem vantagens para cada público. "Os transformadores e pequenos varejistas foram beneficiados por descontos em progressão, no conceito de quanto mais compras, mais economia", explica Jovino Campos, diretor comercial. Já o consumidor final passou a ter acesso a faixas de preço definidas de acordo com a quantidade adquirida. A diferença é que não há necessidade de levar uma caixa inteira para obter desconto. "Ao comprar uma unidade, o cliente paga o preço de varejo, já ao adquirir 6 unidades, tem desconto proporcional ao volume", exemplifica o diretor. No ano passado o atacarejo do Bahamas cresceu quase o triplo da média do grupo. Para este ano, estão previstas três inaugurações, duas na região da Zona da Mata e uma em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.
Com 7,9% de crescimento, o formato supermercado também supera a média do setor (7,6%). Destaque para as lojas pequenas – com até 6 checkouts –, responsáveis por uma alta de 23% nas vendas. "A vantagem dessas lojas é estar dentro dos bairros e conhecer de perto o público", explica Paulo Pacheco, consultor e professor do Ibmec. No interior de Sergipe, o supermercado Prado Vasconcelos conta com duas lojas de cerca de 300 m2 cada e com outra de mil m2. Ao observar que o ganho de renda da população gerava oportunidades, Manuel Prado Vasconcelos Filho, diretor-presidente, decidiu reformar a loja maior, que passou a contar com lanchonete e restaurante. Tudo para atender melhor o público e, claro, melhorar o resultado do negócio. Não deu outra: em 2012 as vendas tiveram alta real de 18%. Quem também investiu nas lojas pequenas de bairro foi a rede mineira BH. O sócio-diretor Pedro Lourenço de Oliveira conta que reformou 6 unidades no ano passado, instalando piso de granito, melhorando o layout e atualizando o sistema de informática. Concluídas as reformas, as vendas de cada supermercado cresceram entre 20% e 30%. "As classes C e D também querem loja bonita", constatou o empresário. Neste ano, a rede reformará mais 6 lojas e deve inaugurar outras seis, inclusive no interior. As vendas do BH tiveram crescimento real de 17,4% no último ano.
A verdade é que as pequenas lojas de bairro são hoje a melhor tradução do consumo da baixa renda. E o futuro promete muito mais.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 18 de junho de 2013
Atacarejo tem preços até 37% mais baratos
Comprar mais barato é das melhores sensações que um consumidor pode ter. Quando a economia ocorre na aquisição de itens de alimentação presentes na lista de compras da maior parte dos lares, a alegria aumenta. Afinal, a conta do supermercado está entre as despesas inevitáveis para as famílias.
Assim, a equipe do Diário foi a campo para saber quanto se pode economizar ao encher o carrinho de supermercado. Foram pesquisados preços de 30 itens comuns de marcas líderes em loja virtual (site do Pão de Açúcar) e em unidades físicas, como o Carrefour, a Coop e atacarejos (mistura de atacado e varejo) como o Maxxi, o Tenda e Atacadão.
O resultado foi que a diferença de valores entre a compra mais cara (no varejo) e a mais barata (no atacado) atingiu R$ 47,60. Em termos percentuais, a compra no Pão de Açúcar saiu 37% mais cara do que a feita no Tenda.
“Frequento o supermercado mais próximo, porque é mais prático”, diz a moradora de São Bernardo, Carolina Fidelis de Souza, 27 anos. “Para famílias pequenas não vale a pena complicar. Melhor comprar onde é mais conveniente”, completa.
Embora não estejam na porta de casa, atacados sempre oferecem preços melhores, mesmo quando a aquisição é feita em quantidades pequenas, no varejo. <CW-26>Mas neste caso, o consumidor desembolsa um pouco mais, ainda assim, menos do que no varejo tradicional. Para se ter ideia, encher o carrinho com pequenas quantidades no Tenda gera desembolso R$ 10,53 maior do que nas compras em atacado. No Maxxi, a diferença é de R$ 3,63. E no Atacadão, R$ 2,78.
Para usufruir da economia máxima possível, o consumidor precisa encarar as grandes quantidades do atacado. Por exemplo, para aproveitar R$ 0,20 de economia por pacote da bolacha wafer é preciso comprar caixa com 22 unidades. No caso da mistura para bolo, a diferença entre atacado e varejo no mesmo local é de R$ 0,40 por item. A caixa vem com 12 bolos (todos do mesmo sabor).
Mas, é preciso ter critério para evitar desperdício. No caso da manteiga (200 g) é economia entre atacado e varejo chega a R$ 0,47 por unidade – o problema é que é preciso levar 30 barras para economizar. Considerando que o produto é perecível e depende de refrigeração, o consumidor tem de avaliar a viabilidade desta opção. Mas, há situações em que os supermercados surpreendem positivamente. Por exemplo, na compra da barra de chocolates Nestlé, o Carrefour apresentou o melhor preço: R$ 3,59, mais barato do que o dos atacarejos.
O custo dos alimentos vem pesando cada vez mais no orçamento das famílias. Entre maio de 2012 e deste ano, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu, em média, 6,5%.
Veículo: Diário do Grande ABC
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Assim, a equipe do Diário foi a campo para saber quanto se pode economizar ao encher o carrinho de supermercado. Foram pesquisados preços de 30 itens comuns de marcas líderes em loja virtual (site do Pão de Açúcar) e em unidades físicas, como o Carrefour, a Coop e atacarejos (mistura de atacado e varejo) como o Maxxi, o Tenda e Atacadão.
O resultado foi que a diferença de valores entre a compra mais cara (no varejo) e a mais barata (no atacado) atingiu R$ 47,60. Em termos percentuais, a compra no Pão de Açúcar saiu 37% mais cara do que a feita no Tenda.
“Frequento o supermercado mais próximo, porque é mais prático”, diz a moradora de São Bernardo, Carolina Fidelis de Souza, 27 anos. “Para famílias pequenas não vale a pena complicar. Melhor comprar onde é mais conveniente”, completa.
Embora não estejam na porta de casa, atacados sempre oferecem preços melhores, mesmo quando a aquisição é feita em quantidades pequenas, no varejo. <CW-26>Mas neste caso, o consumidor desembolsa um pouco mais, ainda assim, menos do que no varejo tradicional. Para se ter ideia, encher o carrinho com pequenas quantidades no Tenda gera desembolso R$ 10,53 maior do que nas compras em atacado. No Maxxi, a diferença é de R$ 3,63. E no Atacadão, R$ 2,78.
Para usufruir da economia máxima possível, o consumidor precisa encarar as grandes quantidades do atacado. Por exemplo, para aproveitar R$ 0,20 de economia por pacote da bolacha wafer é preciso comprar caixa com 22 unidades. No caso da mistura para bolo, a diferença entre atacado e varejo no mesmo local é de R$ 0,40 por item. A caixa vem com 12 bolos (todos do mesmo sabor).
Mas, é preciso ter critério para evitar desperdício. No caso da manteiga (200 g) é economia entre atacado e varejo chega a R$ 0,47 por unidade – o problema é que é preciso levar 30 barras para economizar. Considerando que o produto é perecível e depende de refrigeração, o consumidor tem de avaliar a viabilidade desta opção. Mas, há situações em que os supermercados surpreendem positivamente. Por exemplo, na compra da barra de chocolates Nestlé, o Carrefour apresentou o melhor preço: R$ 3,59, mais barato do que o dos atacarejos.
O custo dos alimentos vem pesando cada vez mais no orçamento das famílias. Entre maio de 2012 e deste ano, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu, em média, 6,5%.
Veículo: Diário do Grande ABC
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Brasil é o país mais atraente para investimentos no varejo
Um relatório da consultoria A.T. Kearney colocou, entre 30 países analisados, o Brasil como o mais promissor e atraente para investimentos no varejo. É a terceira vez consecutiva que o País fica no topo desse ranking, elaborado anualmente desde 2002.
O estudo aponta que, mesmo com a economia em baixa, o País ainda deve atrair muitos investimentos por, pelo menos, os próximos 5 anos. Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas ajudam a tornar o Brasil mais interessante para investidores estrangeiros.
"Mais de 50% da população já pertence à classe média brasileira. Há um ambiente de estabilidade econômica e baixo desemprego que permite mais acesso ao crédito", explica Esteban Bowles, sócio da A.T. Kearney no Brasil.
Dos 30 países classificados na lista deste ano, 7 estão na América Latina: Brasil, Chile (2º lugar), Uruguai (3º), Peru (12º), Colômbia (18º), México (21º) e Panamá (22º).
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
O estudo aponta que, mesmo com a economia em baixa, o País ainda deve atrair muitos investimentos por, pelo menos, os próximos 5 anos. Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas ajudam a tornar o Brasil mais interessante para investidores estrangeiros.
"Mais de 50% da população já pertence à classe média brasileira. Há um ambiente de estabilidade econômica e baixo desemprego que permite mais acesso ao crédito", explica Esteban Bowles, sócio da A.T. Kearney no Brasil.
Dos 30 países classificados na lista deste ano, 7 estão na América Latina: Brasil, Chile (2º lugar), Uruguai (3º), Peru (12º), Colômbia (18º), México (21º) e Panamá (22º).
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Atacados crescem com clientes que fogem da inflação
O setor atacadista vem avançando a uma velocidade maior do que em 2012, impulsionado, em parte, por uma demanda crescente de consumidores que tentam fugir da inflação comprando em maiores volumes e, assim, obtendo descontos. A conclusão é do jornal Valor Econômico após ouvir redes atacadistas instaladas no País.
A política agressiva de preços dos atacados em 2013 - reflexo do aumento da concorrência entre líderes de mercado - tem atraído mais tráfego, o que contribui para esse crescimento do setor. Os atacarejos são os que mais puxam essa expansão. O Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, cresceu 40% em maio. O Maxxi Atacado, do Walmart, 30%, segundo apuração do Valor.
Não é à toa que os atacarejos têm registrado expansão acima da média dos supermercados nos últimos anos. Em 2012, as vendas desse setor aumentaram num ritmo quase duas vezes maior que a dos super e hipermercados, conforme dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores). Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o ritmo foi quase três vezes superior. Enquanto os atacarejos tiveram alta real de 4,6%, os super e hipermercados avançaram 1,65%.
Para Rafael Vasquez, vice-presidente de atacado do Walmart Brasil, o consumidor está mais cauteloso em relação a gastos e atento a preços e o atacado acaba sendo favorecido nesse cenário. "Há ainda o fato de o setor não ter feito reajustes de preços consideráveis este ano, apesar da maior pressão em algumas categorias. Outro ponto favorável é a maior demanda de pequenas lojas de bairro, que se abastecem nos atacados", completa José do Egito Lopes Filho, presidente da Abad.
A desoneração da cesta básica também pesou a favor dos atacados em 2013. De acordo com Vasquez, "a isenção de impostos aumentou mais o tráfego e vendas dos itens de cesta básica nas lojas".
Preferência pelos atacados não para de crescer
Dados de uma pesquisa da Kantar Worldpanel, apresentada ao Walmart na semana passada, mostra que, em média, 500 mil novos lares passam a comprar todos os anos, de forma ativa, em redes de atacado no País.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
A política agressiva de preços dos atacados em 2013 - reflexo do aumento da concorrência entre líderes de mercado - tem atraído mais tráfego, o que contribui para esse crescimento do setor. Os atacarejos são os que mais puxam essa expansão. O Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, cresceu 40% em maio. O Maxxi Atacado, do Walmart, 30%, segundo apuração do Valor.
Não é à toa que os atacarejos têm registrado expansão acima da média dos supermercados nos últimos anos. Em 2012, as vendas desse setor aumentaram num ritmo quase duas vezes maior que a dos super e hipermercados, conforme dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) e da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores). Somente nos quatro primeiros meses deste ano, o ritmo foi quase três vezes superior. Enquanto os atacarejos tiveram alta real de 4,6%, os super e hipermercados avançaram 1,65%.
Para Rafael Vasquez, vice-presidente de atacado do Walmart Brasil, o consumidor está mais cauteloso em relação a gastos e atento a preços e o atacado acaba sendo favorecido nesse cenário. "Há ainda o fato de o setor não ter feito reajustes de preços consideráveis este ano, apesar da maior pressão em algumas categorias. Outro ponto favorável é a maior demanda de pequenas lojas de bairro, que se abastecem nos atacados", completa José do Egito Lopes Filho, presidente da Abad.
A desoneração da cesta básica também pesou a favor dos atacados em 2013. De acordo com Vasquez, "a isenção de impostos aumentou mais o tráfego e vendas dos itens de cesta básica nas lojas".
Preferência pelos atacados não para de crescer
Dados de uma pesquisa da Kantar Worldpanel, apresentada ao Walmart na semana passada, mostra que, em média, 500 mil novos lares passam a comprar todos os anos, de forma ativa, em redes de atacado no País.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Associativismo eleva em 50% as vendas no varejo alimentar da Paraíba
Ao atuar em forma de cooperativas, os mercadinhos e supermercados conseguem fazer compras em grande quantidade e, por isso, baratear o preço do produto para o consumidor final. Com isso, vendem mais, incrementam a renda mensal e expandem o negócio. O associativismo consegue incrementar o faturamento anual de seus filiados em até 50%. Além de diversificarem o mix de produtos ofertados e ampliarem seus estabelecimentos, os associados tornam-se mais competitivos.
A Rede Paraíba de Supermercados – que reúne 13 lojas espalhadas nas cidades da Grande João Pessoa e municípios próximos - como Sapé e Mari – é um bom exemplo. “Há três anos passamos a trabalhar dessa forma e neste tempo algumas lojas da rede aumentaram seu faturamento anual em até 50%, mas mesmo quem não atingiu este patamar também cresceu. No meu caso o aumento no faturamento foi de 20%. Hoje, já compramos diretamente das indústrias, tirando os atravessadores e conseguindo um melhor preço para os produtos”, afirmou Fábio Cabral de Araújo, presidente da rede.
Bethoven dos Santos, diretor de marketing da Rede Gente Econômica, que atua na região de Patos, Cajazeiras e Pombal, disse que quando começou a trabalhar com os 20 associados só teve ganhos. “Juntos conseguimos barganhar melhores preços com os fornecedores, tivemos acesso a prazos diferenciados de pagamentos e a promoções especiais. Temos sete anos de existência e todos os associados cresceram de forma coletiva”, frisou.
Santos disse ainda que a reunião dos empresários impulsionou a expansão. O negócio foi tão positivo que os associados já planejam implantar um Centro de Distribuição de Mercadorias.
Para Jucélio Sousa, vice-presidente da rede de supermercados Super Legal, a junção das 32 lojas do grupo trouxe, entre as vantagens mais competitividade aos associados. “Esta foi uma forma que encontramos para concorrer com as grandes redes e aumentarmos nossa competitividade no mercado. Conseguimos baratear os nossos produtos, fazer negócio no atacado e comprar das indústrias”, afirmou Sousa.
A Rede Paraíba de Supermercados – que reúne 13 lojas espalhadas nas cidades da Grande João Pessoa e municípios próximos - como Sapé e Mari – é um bom exemplo. “Há três anos passamos a trabalhar dessa forma e neste tempo algumas lojas da rede aumentaram seu faturamento anual em até 50%, mas mesmo quem não atingiu este patamar também cresceu. No meu caso o aumento no faturamento foi de 20%. Hoje, já compramos diretamente das indústrias, tirando os atravessadores e conseguindo um melhor preço para os produtos”, afirmou Fábio Cabral de Araújo, presidente da rede.
Bethoven dos Santos, diretor de marketing da Rede Gente Econômica, que atua na região de Patos, Cajazeiras e Pombal, disse que quando começou a trabalhar com os 20 associados só teve ganhos. “Juntos conseguimos barganhar melhores preços com os fornecedores, tivemos acesso a prazos diferenciados de pagamentos e a promoções especiais. Temos sete anos de existência e todos os associados cresceram de forma coletiva”, frisou.
Santos disse ainda que a reunião dos empresários impulsionou a expansão. O negócio foi tão positivo que os associados já planejam implantar um Centro de Distribuição de Mercadorias.
Para Jucélio Sousa, vice-presidente da rede de supermercados Super Legal, a junção das 32 lojas do grupo trouxe, entre as vantagens mais competitividade aos associados. “Esta foi uma forma que encontramos para concorrer com as grandes redes e aumentarmos nossa competitividade no mercado. Conseguimos baratear os nossos produtos, fazer negócio no atacado e comprar das indústrias”, afirmou Sousa.
Fonte: Jornal da Paraíba
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
sábado, 25 de maio de 2013
Brasileiro vê situação positiva da economia, aponta pesquisa
A inflação alta e o crescimento pouco exuberante não abalam a percepção do brasileiro de que a economia vai bem e continuará a melhorar. Segundo pesquisa divulgada ontem pelo Pew Research Center com informações sobre 39 países, 59% dos brasileiros dizem que a situação econômica do país é boa e 79% acreditam que ela ficará ainda melhor nos próximos 12 meses. A avaliação sobre a situação econômica pessoal é ainda mais positiva - 74% afirmam que ela vai bem e 88% apostam que ficará melhor nos próximos 12 meses, o percentual mais alto entre todos os países pesquisados.
"O desempenho das economias emergentes como Brasil e China, que passaram pela crise de 2008, ajuda a explicar a avaliação positiva dos cidadão desses países sobre o estágio atual da economia e a confiança no futuro", diz o diretor associado do projeto de atitudes globais do Pew, Richard Wike. Na China, 80% dos entrevistados acredita que a situação econômica vai melhorar nos próximos 12 meses.
Os brasileiros e chineses também são confiantes no futuro quando questionados a comparar a vida dos filhos com a dos pais. No Brasil, 79% dos entrevistados acreditam que ela será melhor, muito próximo aos 82% da China.
O quadro contrasta com os países avançados, especialmente na Europa - 90% dos franceses veem um futuro pior para os seus filhos. Nos EUA, 62% dizem que os filhos terão uma vida pior que os pais.
Ao apontar o principal problema que o governo deve enfrentar, 46% dos brasileiros ouvidos na pesquisa apontaram a falta de oportunidades de emprego, ainda que a taxa de desocupação esteja hoje nas mínimas históricas. É uma fatia bem superior aos 24% que pedem mais atenção aos preços em alta, mesmo num cenário em que a inflação segue perto do teto da meta, de 6,5%.
Apesar da redução da desigualdade de renda apontada por indicadores socioeconômicos nos últimos anos, 75% dos entrevistados no Brasil dizem que esse ainda é um grande problema, com 50% dizendo que a distância entre ricos e pobres tem aumentado.
A pesquisa do instituto, que entrevistou mais de 37,6 mil pessoas em 39 países, mostra que a maior parte da população dos emergentes considera boa a situação da economia de seus países, ao passo que a avaliação é muito negativa entre a maioria dos cidadãos de países avançados e moderadamente negativa nos países em desenvolvimento (um grupo que inclui nações como Paquistão, Egito, Gana, Bolívia, Filipinas).
Na Grécia, 1% dos entrevistados dizem que a economia vai bem. Na Itália, são 3%. Entre as economias avançadas, porém, há populações que veem como favorável a situação econômica atual. Na Alemanha, essa parcela bate em 75%. Nos EUA, só um terço dos entrevistados vê a economia bem.
Veículo: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
"O desempenho das economias emergentes como Brasil e China, que passaram pela crise de 2008, ajuda a explicar a avaliação positiva dos cidadão desses países sobre o estágio atual da economia e a confiança no futuro", diz o diretor associado do projeto de atitudes globais do Pew, Richard Wike. Na China, 80% dos entrevistados acredita que a situação econômica vai melhorar nos próximos 12 meses.
Os brasileiros e chineses também são confiantes no futuro quando questionados a comparar a vida dos filhos com a dos pais. No Brasil, 79% dos entrevistados acreditam que ela será melhor, muito próximo aos 82% da China.
O quadro contrasta com os países avançados, especialmente na Europa - 90% dos franceses veem um futuro pior para os seus filhos. Nos EUA, 62% dizem que os filhos terão uma vida pior que os pais.
Ao apontar o principal problema que o governo deve enfrentar, 46% dos brasileiros ouvidos na pesquisa apontaram a falta de oportunidades de emprego, ainda que a taxa de desocupação esteja hoje nas mínimas históricas. É uma fatia bem superior aos 24% que pedem mais atenção aos preços em alta, mesmo num cenário em que a inflação segue perto do teto da meta, de 6,5%.
Apesar da redução da desigualdade de renda apontada por indicadores socioeconômicos nos últimos anos, 75% dos entrevistados no Brasil dizem que esse ainda é um grande problema, com 50% dizendo que a distância entre ricos e pobres tem aumentado.
A pesquisa do instituto, que entrevistou mais de 37,6 mil pessoas em 39 países, mostra que a maior parte da população dos emergentes considera boa a situação da economia de seus países, ao passo que a avaliação é muito negativa entre a maioria dos cidadãos de países avançados e moderadamente negativa nos países em desenvolvimento (um grupo que inclui nações como Paquistão, Egito, Gana, Bolívia, Filipinas).
Na Grécia, 1% dos entrevistados dizem que a economia vai bem. Na Itália, são 3%. Entre as economias avançadas, porém, há populações que veem como favorável a situação econômica atual. Na Alemanha, essa parcela bate em 75%. Nos EUA, só um terço dos entrevistados vê a economia bem.
Veículo: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Redes pequenas preocupam mais que as grandes, afirma Enéas Pestana
Para o presidente do Grupo Pão de Açúcar, a principal concorrência a ser superada nos planos de expansão da rede são os supermercados regionais. “As grandes redes têm os mesmos problemas que a gente. Mas, nas microrregiões, o 'player' local dá um trabalho danado. A loja copia tudo o que o grande faz e pode até dar uma melhorada”, afirmou Enéas em entrevista à Folha de S. Paulo.
Enéas explica que, apesar de não possuírem o mesmo poder de investimentos das grandes companhias, as redes regionais possuem um contato mais direto com o consumidor e uma burocracia menor. “A maior vantagem é que o dono está lá, no chão de loja, operando, decidindo. Conhece o cliente pelo nome, e, se quebrar uma lâmpada, manda trocar e resolve tudo na hora”, exemplifica.
Para o presidente do GPA, a melhor forma de uma gigante disputar o público com essas redes é descentralizando as decisões. “É dando autonomia para o gerente e para as pessoas que estão na ponta, lidando com os clientes. Descentralização com responsabilidade, limites e controle. É assim que tem de ser.
Investimentos
Enéas Pestana também comentou os planos de expansão do GPA, anunciados em abril, que devem movimentar R$ 2 bilhões. Segundo o executivo, cerca de 70% do valor deve ir para novas lojas com foco nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. “No Sul, não devemos ampliar, é um mercado mais difícil, onde os supermercados regionais têm mais força”, explica.
Ele também reiterou que a maior parte dos aportes deve ir para as bandeiras Assaí e Minimercado Extra. “São os dois formatos em que estamos investindo mais. Não porque a gente acredita mais neles, mas pelo momento ser favorável”, destaca o presidente do GPA.
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
domingo, 7 de abril de 2013
GPA planeja investir R$ 2 bi em 2013
O Grupo Pão de Açúcar vai propor em assembleia geral de acionistas, no próximo dia 17/4, um plano de investimentos na empresa para 2013 no valor de até R$ 2,022 bilhões. A informação consta na proposta da administração em material enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Anualmente, a companhia, controlada pelos franceses do Casino, informa ao mercado o valor máximo do investimento.
O investimento subiu de valor. Conforme o Portal SM noticiou em fevereiro, Enéas Pestana, presidente do grupo, previa R$ 1,5 bi de investimentos para este ano.
Se atingir esse montante, a soma será 28,3% maior que o total aplicado em 2012, quando os investimentos atingiram R$ 1,576 bilhão. Essa soma de pouco mais de R$ 2 bilhões é quatro vezes o montante desembolsado pelo grupo cinco anos atrás, em 2008, quando a companhia ainda não tinha se associado à Casas Bahia, o maior negócio já fechado pelo grupo varejista até hoje.
Nos últimos dois anos, o montante investido manteve-se num patamar estável. Em 2011 e 2012, o Grupo Pão de Açúcar investiu pouco mais de R$ 1,5 bilhão ao ano.
Segundo a proposta de administração, o valor investido em 2013 será destinado para a abertura de lojas, aquisição de terrenos, conversão e reforma de pontos, em tecnologia da informação e logística. Além da Casas Bahia, negócio que ampliou os investimentos da rede, o grupo tem aplicado recursos, especialmente, na compra de terrenos para expansão orgânica - operação administrada pelo braço GPA Malls & Properties - e no negócio de atacado, que exige lojas com grandes áreas de venda, em terrenos com preços elevados.
Nos últimos anos, a rede divulga valores máximos de investimento, mas geralmente desembolsa uma soma inferior à anunciada. Em 2012, o teto informado foi de cerca de R$ 1,9 bilhão e o desembolso atingiu R$ 1,5 bilhão.
O grupo varejista também já informou ao mercado o plano de investimentos de 2013 da controlada Via Varejo (formada da união de Casas Bahia e Ponto Frio), a ser votado em assembleia neste mês. O valor previsto atinge R$ 455 milhões neste ano, 37,5% acima da soma aplicada em 2012.
A necessidade de ampliar investimentos se acentua no varejo porque é a expansão orgânica que tem garantido às redes um maior crescimento. As vendas de lojas novas (com menos de um ano) têm avançado a uma velocidade bem superior às de lojas antigas. No Pão de Açúcar, as vendas só das lojas antigas (mais de um ano de operação) cresceram 5,6% no quarto trimestre. Ao se incluir os novos pontos nesse cálculo, a taxa sobe para 9%.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Mercado de beleza sobe quase 16% em 2012
É o que informa a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos). Considerando o valor real (descontado o IPCA), a expansão foi de 10,52%. "Comparado ao 'pibinho', crescemos quase dez vezes mais", diz o presidente da entidade, João Carlos Basílio.
Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
O incremento do setor está na faixa dos 10% há 17 anos. Entre os fatores que colaboraram para esse resultado estão o aumento da expectativa de vida, a expansão da classe C, a modernização das fábricas e os ganhos de produtividade, de acordo com Basílio.
Apesar dos números positivos, as importações começam a preocupar o mercado brasileiro. Nos dois primeiros meses deste ano, os desembarques cresceram 30,8%, na comparação com o mesmo período de 2012. As exportações, por outro lado, registraram queda de 12,4%.
O deficit na balança comercial acumulado até agora é de aproximadamente US$ 75 milhões. Durante todo o ano passado, o número foi de US$ 130 milhões.
"O consumidor está em busca de inovação. O bolso dele está comportando produtos de maior valor agregado e a indústria brasileira não está conseguindo competir com alguns importados", afirma Basílio. Produtos argentinos, alemães, franceses e americanos são os concorrentes.
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 26 de março de 2013
Cresce a procura por pães e bolos industrializados
As vendas de pães apontaram uma alta de 9% e a de bolos, 12% em 2012 ante 2011. Os dados são da Abima, associação que representa os fabricantes de bolos, pães e massas.
O faturamento da indústria chegou a R$ 3,5 bilhões com os pães no ano passado e a R$ 663 milhões com os bolos.
"A tendência para este ano é de nova alta para os dois setores. Em cinco anos, o mercado de pães cresceu 55% e o de bolos, 58%", diz Cláudio Zanão, presidente da Abima.
A expectativa agora é a inclusão do pão industrial na lista de produtos desonerados de impostos federais (PIS/Cofins). Cerca de 71% da população consome a mercadoria, segundo a associação.
"Temos conversado com o governo e estamos confiantes na desoneração. A decisão deve sair em dois meses. A redução no preço poderá chegar a 5%", diz Zanão.
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
O faturamento da indústria chegou a R$ 3,5 bilhões com os pães no ano passado e a R$ 663 milhões com os bolos.
"A tendência para este ano é de nova alta para os dois setores. Em cinco anos, o mercado de pães cresceu 55% e o de bolos, 58%", diz Cláudio Zanão, presidente da Abima.
A expectativa agora é a inclusão do pão industrial na lista de produtos desonerados de impostos federais (PIS/Cofins). Cerca de 71% da população consome a mercadoria, segundo a associação.
"Temos conversado com o governo e estamos confiantes na desoneração. A decisão deve sair em dois meses. A redução no preço poderá chegar a 5%", diz Zanão.
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
sexta-feira, 15 de março de 2013
Comércio varejista está longe da crise
Enquanto os números da indústria ainda estão longe de convencer, o comércio varejista mostra o vigor de quem ainda não conheceu a palavra crise. Em janeiro, as vendas do varejo aumentaram 5,9% sobre o mesmo mês de 2012 e 0,6% na comparação com dezembro. Neste confronto, que exclui fatores sazonais, ocorreu o sétimo resultado positivo dos último oito meses, segundo informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em Belo Horizonte, assim como no Brasil, o comércio varejista também inaugurou 2013 com crescimento nas vendas. Os negócios em janeiro foram 3,32% maiores na comparação com igual período de 2012, segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). “O crescimento foi baseado em um tripé que vem durando há algum tempo: o emprego, renda crescente e crédito. Com mais pessoas empregadas, fica mais fácil a aquisição de produtos por meio de financiamentos e empréstimos”, afirma Bruno Falci, presidente da CDL.
No período, os setores de papelaria e livraria (6,46%) e artigos diversos, que incluem acessórios de couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo e fotográfico, computadores e periféricos e artigos de borracha (3,71%), apresentaram as maiores altas.
Para analistas, o bom desempenho é reflexo do conjunto de ações adotadas pelo governo para bombar a demanda interna, como desonerações de impostos, a valorização do salário mínimo e a manutenção do mercado de trabalho ainda aquecido. Com consumidores sem pena de gastar, o comércio tem faturado mais. Em janeiro, da alta de 5,9% nas avendas, nada menos que 65% se deveram ao desempenho de apenas três segmentos pesquisados: hipermercados e produtos alimentícios; outros artigos de uso pessoal; e móveis e eletrodomésticos.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Em Belo Horizonte, assim como no Brasil, o comércio varejista também inaugurou 2013 com crescimento nas vendas. Os negócios em janeiro foram 3,32% maiores na comparação com igual período de 2012, segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). “O crescimento foi baseado em um tripé que vem durando há algum tempo: o emprego, renda crescente e crédito. Com mais pessoas empregadas, fica mais fácil a aquisição de produtos por meio de financiamentos e empréstimos”, afirma Bruno Falci, presidente da CDL.
No período, os setores de papelaria e livraria (6,46%) e artigos diversos, que incluem acessórios de couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo e fotográfico, computadores e periféricos e artigos de borracha (3,71%), apresentaram as maiores altas.
Para analistas, o bom desempenho é reflexo do conjunto de ações adotadas pelo governo para bombar a demanda interna, como desonerações de impostos, a valorização do salário mínimo e a manutenção do mercado de trabalho ainda aquecido. Com consumidores sem pena de gastar, o comércio tem faturado mais. Em janeiro, da alta de 5,9% nas avendas, nada menos que 65% se deveram ao desempenho de apenas três segmentos pesquisados: hipermercados e produtos alimentícios; outros artigos de uso pessoal; e móveis e eletrodomésticos.
Fonte: SM
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quinta-feira, 14 de março de 2013
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Abraço a todos,
Antônio Costa
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Antônio Costa
quarta-feira, 13 de março de 2013
Walmart reforça Todo Dia como aposta para lojas de bairro
Enquanto o setor supermercadista comemora a revisão para cima das vendas este ano, por conta da desoneração da cesta básica, a disputa das lojas de vizinhança aumenta. O modelo, explorado pelo Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart terá destaque, e o norte e nordeste terão mais atenção do Walmart, com a bandeira Todo Dia. Ano passado, a rede atingiu 174 lojas - 21 em São Paulo - depois de abrir 25 pontos. Com sortimento adequado ao público C e D, o formato tem se destacado nos negócios do grupo, diz Antero Felippo, vice-presidente da rede Todo Dia.
Comodidade e proximidade são as duas premissas principais que identificam o sucesso das operações supermercadistas de vizinhança, as lojas menores instaladas em bairros. O potencial do modelo de negócio é tanto que os players Grupo Pão de Açúcar (GPA), Carrefour e Walmart devem ampliar a disputa com operações desse formato este ano.
Para a rede norte-americana Walmart, a oportunidade de abrir uma operação de proximidade surgiu em 2004, quando a empresa adquiriu a bandeira Bom Preço, que atuava com a marca Balaio na operação de bairro na Região Nordeste, afirmou ao DCI Antero Felippo, vice-presidente do Todo Dia. "O Walmart percebeu em 2004 o potencial desse nicho. Com a aquisição do Bom Preço passou a investir no supermercado de vizinhança", disse, ao que completou: "Desde que houve a aquisição sabíamos dos bons resultados e do potencial que há nesse mercado de classe emergente", disse ele.
Anteriormente, a rede só operava com supermercados e hipermercados no Brasil. Depois de algumas pesquisas de mercado, a supermercadista americana - a terceira maior rede em operação no País -, fez pequenas alterações na Balaio, a primeira das quais foi a troca do nome para Todo Dia, em 2004, depois da aquisição da bandeira nordestina.
Segundo Felippo, depois de toda a análise do mercado, o Walmart decidiu expandir o segmento de proximidade no nordeste para em 2008 inserir a marca em outras regiões. "Até 2007 expandimos essa operação só no nordeste. A partir de 2008 é que iniciamos a inserção da bandeira Todo Dia em São Paulo, e depois no sul do Brasil", explicou.
No ano passado, a Todo Dia atingiu 174 lojas - 21 em São Paulo-, tendo inaugurado 25 novos pontos de vendas nesse formato. "No ano passado tivemos um avanço importante com a Todo Dia ao abrir mais de 20 lojas no período. Nosso foco continuou no nordeste, região que recebeu 18 novos pontos de venda", enfatizou o vice-presidente da rede. As outras sete operações foram assim divididas: uma loja em São Paulo, e o restante no sul.
Questionado se o modelo de vizinhança não era, de certa forma, prejudicial ao modelo de hipermercado, Antero Felippo disse que não há briga entre as operações. "Ele [o modelo] não briga com os nossos hiper e supermercados. Nós apenas nos preocupamos em não abrir uma operação de proximidade muito perto de um hiper, por exemplo."
Outro fato ressaltado é que devido ao foco da rede Todo Dia estar na Região Nordeste, há uma maior utilização de produtos regionais, como explicou Felippo. "O mix de produtos dentro de uma loja de proximidade é de cerca de 3.000 itens. E para atender todas as necessidades do consumidor, temos uma boa variedade de artigos regionais em nossa bandeira", declarou. Ao que completou: "Além do sortimento adequado ao público C e D, temos em nossas lojas produtos em embalagens menores ou econômicas", ressaltou ele.
O executivo não informou o quanto a rede representa no faturamento do grupo Walmart, nem quais as perspectivas de expansão. Afirmou, apenas, que o nordeste ainda é a região em que haverá mais atenção na expansão da empresa. "Temos espaço para crescer em São Paulo e é um estado que queremos nos desenvolver, mas existe uma oportunidade maior no nordeste", argumentou.
Não é só no Brasil que o Walmart tem operações de proximidade. Com foco maior na América Latina, a rede norte-americana detém bandeiras como a Bodega, no México e no Chile. Na Guatemala, Honduras e El Salvador, as operações que se enquadram no mercado de vizinhança são a Dispensa Familiar. Já na Costa Rica e na Nicarágua, a bandeira é a Pali, mas com foco em consumidores com o cartão da loja (private label). Já nos Estados Unidos e na China, a operação que se enquadra no formato de proximidade é a do Walmart Express e dos Neighborhood Markets.
Perspectivas
Para Rodrigo Mariano, gerente do departamento de economia e pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (Apas), no Brasil ainda há muito mercado para as lojas de proximidade. O especialista explicou que os brasileiros costumam ir mais vezes a um supermercado na comparação com o europeu, e isso é um dos fatores impulsionadores desse segmento. "O consumidor atual busca comodidade. Ao ter uma mercado, por menor que seja, perto de sua casa ou de seu trabalho, isso atraíra a atenção. Com as operações de vizinhança pode-se dizer que há a volta do famoso freguês ao setor", disse.
Questionado se a operação daria certo em outros países, Mariano acredita que isso é uma característica mais do brasileiro e dos países vizinhos. "O crescimento desse nicho está associado a qualificação do consumo que o País vive agora", argumentou. Ainda na opinião do especialista, as Regiões Norte e Nordeste são as de maior potencial para o mercado.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Comodidade e proximidade são as duas premissas principais que identificam o sucesso das operações supermercadistas de vizinhança, as lojas menores instaladas em bairros. O potencial do modelo de negócio é tanto que os players Grupo Pão de Açúcar (GPA), Carrefour e Walmart devem ampliar a disputa com operações desse formato este ano.
Para a rede norte-americana Walmart, a oportunidade de abrir uma operação de proximidade surgiu em 2004, quando a empresa adquiriu a bandeira Bom Preço, que atuava com a marca Balaio na operação de bairro na Região Nordeste, afirmou ao DCI Antero Felippo, vice-presidente do Todo Dia. "O Walmart percebeu em 2004 o potencial desse nicho. Com a aquisição do Bom Preço passou a investir no supermercado de vizinhança", disse, ao que completou: "Desde que houve a aquisição sabíamos dos bons resultados e do potencial que há nesse mercado de classe emergente", disse ele.
Anteriormente, a rede só operava com supermercados e hipermercados no Brasil. Depois de algumas pesquisas de mercado, a supermercadista americana - a terceira maior rede em operação no País -, fez pequenas alterações na Balaio, a primeira das quais foi a troca do nome para Todo Dia, em 2004, depois da aquisição da bandeira nordestina.
Segundo Felippo, depois de toda a análise do mercado, o Walmart decidiu expandir o segmento de proximidade no nordeste para em 2008 inserir a marca em outras regiões. "Até 2007 expandimos essa operação só no nordeste. A partir de 2008 é que iniciamos a inserção da bandeira Todo Dia em São Paulo, e depois no sul do Brasil", explicou.
No ano passado, a Todo Dia atingiu 174 lojas - 21 em São Paulo-, tendo inaugurado 25 novos pontos de vendas nesse formato. "No ano passado tivemos um avanço importante com a Todo Dia ao abrir mais de 20 lojas no período. Nosso foco continuou no nordeste, região que recebeu 18 novos pontos de venda", enfatizou o vice-presidente da rede. As outras sete operações foram assim divididas: uma loja em São Paulo, e o restante no sul.
Questionado se o modelo de vizinhança não era, de certa forma, prejudicial ao modelo de hipermercado, Antero Felippo disse que não há briga entre as operações. "Ele [o modelo] não briga com os nossos hiper e supermercados. Nós apenas nos preocupamos em não abrir uma operação de proximidade muito perto de um hiper, por exemplo."
Outro fato ressaltado é que devido ao foco da rede Todo Dia estar na Região Nordeste, há uma maior utilização de produtos regionais, como explicou Felippo. "O mix de produtos dentro de uma loja de proximidade é de cerca de 3.000 itens. E para atender todas as necessidades do consumidor, temos uma boa variedade de artigos regionais em nossa bandeira", declarou. Ao que completou: "Além do sortimento adequado ao público C e D, temos em nossas lojas produtos em embalagens menores ou econômicas", ressaltou ele.
O executivo não informou o quanto a rede representa no faturamento do grupo Walmart, nem quais as perspectivas de expansão. Afirmou, apenas, que o nordeste ainda é a região em que haverá mais atenção na expansão da empresa. "Temos espaço para crescer em São Paulo e é um estado que queremos nos desenvolver, mas existe uma oportunidade maior no nordeste", argumentou.
Não é só no Brasil que o Walmart tem operações de proximidade. Com foco maior na América Latina, a rede norte-americana detém bandeiras como a Bodega, no México e no Chile. Na Guatemala, Honduras e El Salvador, as operações que se enquadram no mercado de vizinhança são a Dispensa Familiar. Já na Costa Rica e na Nicarágua, a bandeira é a Pali, mas com foco em consumidores com o cartão da loja (private label). Já nos Estados Unidos e na China, a operação que se enquadra no formato de proximidade é a do Walmart Express e dos Neighborhood Markets.
Perspectivas
Para Rodrigo Mariano, gerente do departamento de economia e pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (Apas), no Brasil ainda há muito mercado para as lojas de proximidade. O especialista explicou que os brasileiros costumam ir mais vezes a um supermercado na comparação com o europeu, e isso é um dos fatores impulsionadores desse segmento. "O consumidor atual busca comodidade. Ao ter uma mercado, por menor que seja, perto de sua casa ou de seu trabalho, isso atraíra a atenção. Com as operações de vizinhança pode-se dizer que há a volta do famoso freguês ao setor", disse.
Questionado se a operação daria certo em outros países, Mariano acredita que isso é uma característica mais do brasileiro e dos países vizinhos. "O crescimento desse nicho está associado a qualificação do consumo que o País vive agora", argumentou. Ainda na opinião do especialista, as Regiões Norte e Nordeste são as de maior potencial para o mercado.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quarta-feira, 6 de março de 2013
Cencosud reduz investimentos no Brasil
A queda no valor previsto para este ano é de cerca de 40%, em relação ao desembolso anunciado em 2012. Com a diminuição dos investimentos, por consequência, a rede chilena abrirá menos lojas no Brasil.
A companhia planeja investir US$ 116 milhões no País em 2013 - valor equivalente a R$ 232 milhões, com base na previsão de dólar médio do ano. Parte do montante deve ser aplicado na abertura de 15 lojas no País. Em 2012 a empresa anunciou US$ 198 milhões em investimentos no Brasil (R$ 386 milhões, com base no dólar médio de 2012) e a abertura de 26 lojas. Mas, pelos cálculos do fim do ano passado, as inaugurações vieram em menor volume - 22 unidades. O resultado, porém, ainda está acima da previsão da rede para 2013.
A redução de desembolsos reflete uma posição geral do grupo, que também reduziu as previsões de investimento em outros países da América do Sul, onde está presente. A companhia adquiriu o Carrefour na Colômbia em 2012 e se endividou para isso. Ao mesmo tempo, tem focado parte dos esforços, desde o ano passado, no processo de integração de negócios adquiridos em diversos países, e isso explicaria os investimentos menores, segundo relatório de analistas.
A empresa é dona de uma série de varejistas com forte presença regional no Brasil, como a sergipana G.Barbosa e a Prezunic, do Rio de Janeiro. O Brasil é o segundo país com maior peso dentro dos resultados da empresa, só perde para a operação no Chile.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
A companhia planeja investir US$ 116 milhões no País em 2013 - valor equivalente a R$ 232 milhões, com base na previsão de dólar médio do ano. Parte do montante deve ser aplicado na abertura de 15 lojas no País. Em 2012 a empresa anunciou US$ 198 milhões em investimentos no Brasil (R$ 386 milhões, com base no dólar médio de 2012) e a abertura de 26 lojas. Mas, pelos cálculos do fim do ano passado, as inaugurações vieram em menor volume - 22 unidades. O resultado, porém, ainda está acima da previsão da rede para 2013.
A redução de desembolsos reflete uma posição geral do grupo, que também reduziu as previsões de investimento em outros países da América do Sul, onde está presente. A companhia adquiriu o Carrefour na Colômbia em 2012 e se endividou para isso. Ao mesmo tempo, tem focado parte dos esforços, desde o ano passado, no processo de integração de negócios adquiridos em diversos países, e isso explicaria os investimentos menores, segundo relatório de analistas.
A empresa é dona de uma série de varejistas com forte presença regional no Brasil, como a sergipana G.Barbosa e a Prezunic, do Rio de Janeiro. O Brasil é o segundo país com maior peso dentro dos resultados da empresa, só perde para a operação no Chile.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
segunda-feira, 4 de março de 2013
Lucro da Cencosud cai 1,6% em 2012
A varejista chilena informou que a queda aconteceu devido ao aumento de custos associados com o crescimento da dívida para a expansão na América do Sul.
O lucro caiu para 269,959 bilhões de pesos chilenos (US$ 564 milhões) no ano passado, mas subiu 20,7% no quarto trimestre com melhor resultado operacional e impostos mais baixos.
A varejista, que mais do que dobrou suas lojas desde 2005 por meio de crescimento e aquisições, fez uma grande compra no ano passado de US$ 2,6 bilhões, dos ativos colombianos do francês Carrefour.
As vendas do ano passado saltaram 20,3%, para 9,149 trilhões de pesos chilenos (US$ 19,1 bilhões) apoiada nos planos agressivos de expansão da Cencosud.
"O aumento de 20% foi principalmente devido à adição de 157 novas lojas, incluindo 31 novos supermercados da aquisição da Prezunic (no Brasil) e 39 novas lojas de departamento da aquisição da Johnson (no Chile)", disse a Cencosud em comunicado.
No mês passado, a Cencosud disse esperar que a expansão regional ajude a aumentar as vendas de 2013 em cerca de 25%, para US$ 22,5 bilhões, um nível inferior ao previsto pela companhia no ano passado.
A varejista diversificada opera atualmente cerca de 900 supermercados, lojas de departamento e de produtos domésticos e shoppings centers na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.
Fonte: Reuters Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
O lucro caiu para 269,959 bilhões de pesos chilenos (US$ 564 milhões) no ano passado, mas subiu 20,7% no quarto trimestre com melhor resultado operacional e impostos mais baixos.
A varejista, que mais do que dobrou suas lojas desde 2005 por meio de crescimento e aquisições, fez uma grande compra no ano passado de US$ 2,6 bilhões, dos ativos colombianos do francês Carrefour.
As vendas do ano passado saltaram 20,3%, para 9,149 trilhões de pesos chilenos (US$ 19,1 bilhões) apoiada nos planos agressivos de expansão da Cencosud.
"O aumento de 20% foi principalmente devido à adição de 157 novas lojas, incluindo 31 novos supermercados da aquisição da Prezunic (no Brasil) e 39 novas lojas de departamento da aquisição da Johnson (no Chile)", disse a Cencosud em comunicado.
No mês passado, a Cencosud disse esperar que a expansão regional ajude a aumentar as vendas de 2013 em cerca de 25%, para US$ 22,5 bilhões, um nível inferior ao previsto pela companhia no ano passado.
A varejista diversificada opera atualmente cerca de 900 supermercados, lojas de departamento e de produtos domésticos e shoppings centers na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.
Fonte: Reuters Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
GPA terá 170 inaugurações e R$ 1,5 bi de investimentos em 2013
Essa é a previsão de Enéas Pestana, presidente do grupo. O valor, idêntico ao investido no ano passado, poderá subir durante o ano. Já as inaugurações, se confirmadas, superarão em 63% as 104 ocorridas em 2012.
Segundo Pestana, o crescimento do GPA neste ano deve ser marcado pela expansão orgânica, sem corte de despesas. Os bons resultados de vendas e lucro divulgados ontem deram força a esse projeto.
Um dos negócios que mais cresce no GPA, o atacarejo Assaí deve entrar em 7 novos Estados neste ano, chegando a 14, ao todo. Em outras ocasiões, o presidente do grupo já afirmou que o Minimercado Extra, de lojas de proximidade, também terá atenção especial.
O GPA também deve testar alguns projetos pilotos em 2013. Um deles é um modelo de entrega "drive thru", em que o cliente compra pela internet e retira o produto na loja. A novidade já foi testada em duas lojas desde o início do ano.
Fonte: Valor Econômico Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Impulsionado pelo autosserviço, varejo termina 2012 com alta de 8,4%
Apesar de uma queda de 0,5%, entre novembro e dezembro do ano passado, as vendas do varejo encerraram 2012 com avanço de 8,4% em volume. A receita nominal com os produtos comercializados cresceu 12,3% no ano. As informações são da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
Os super e hipermercados, juntamente com outros estabelecimentos que vendem comida, bebidas e fumo, foram os principais responsáveis pelo avanço. Com alta idêntica de 8,4% em volume, o segmento teve um peso de 44,6% na taxa global do varejo. Considerando apenas o autosserviço, o crescimento em 2012 foi de 8,9%. O constante aumento do poder de compra da população foi apontado pelo IBGE como maior razão para o bom desempenho do setor.
Norte se destaca
Nos índices estaduais, o varejo de Roraima e Amapá tiveram as maiores altas em vendas em 2012, de 26,7%% e 17,7%, respectivamente. Outros dois Estados da região, Tocantins (15,3%) e Acre (12,8%), também tiveram bom desempenho. Entre os maiores índices, o único Estado de outra região presente é o Mato Grosso do Sul, cujo varejo teve alta de 16,9% no ano passado.
Fonte: SM Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Minimercado Extra deve ser chave para crescimento do GPA
É o que aponta uma pesquisa do banco de investimentos BES, ao projetar os próximos passos da rede varejista. Segundo o estudo, realizado com 2 mil consumidores em todo o Brasil, as lojas de bairro da companhia podem ganhar com a migração de consumidores que compram em mercados independentes. Boa parte deles afirmou que trocaria de loja caso uma similar fosse oferecida na mesma região.
Além disso, é sugerido pela pesquisa o declínio dos hipermercados. “Os dados mostram que os consumidores já estão realizando menos viagens aos hipermercados, e realizando uma proporção menor das suas compras lá”, destaca a análise do BES. O banco diz que a tendência é essas lojas perderem espaço para as lojas de vizinhança e também para os atacarejos, como Assaí e Atacadão, que praticam preços menores.
O Minimercado Extra atua apenas no Estado de São Paulo, com 105 lojas atualmente. Recentemente, o presidente do GPA, Enéas Pestana, afirmou que a rede será, juntamente com o Assaí, o principal foco de um projeto de expansão até 2015.
Fonte:Portal Exame
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Cencosud cresce 16% em 2012, mas endividamento preocupa
O grupo chileno foi a empresa varejista que mais cresceu na América Latina no ano passado. As vendas brutas, segundo estimativas do mercado, cresceram 16% em 2012, em relação a 2011, para US$ 18 bilhões. Desde 2010, as vendas subiram quase 50%.
Apesar dos números animadores, analistas identificaram um grande problema para ser resolvido em 2013: a redução do seu endividamento, que cresceu após o Cencosud gastar US$ 4 bilhões em aquisições desde 2010. Só no Brasil, foram US$ 1,5 bilhão gastos na compra de sete redes: GBarbosa, Bretas, Prezunic, Mercantil Rodrigues, Super Família, Perini e Cardoso. A última negociação finalizada no continente foi a compra da operação do Carrefour na Colômbia.
Há estimativas de que a relação entre dívida líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) do grupo tenha chegado a 4,4 vezes após o negócio com o Carrefour. Antes, era de 2,8 vezes. Em setembro do ano passado, o Cencosud tinha de US$ 6,7 bilhões em dívida total ajustada.
Outro desafio dos chilenos apontado por especialistas é a integração dos negócios das suas sete redes no Brasil. As empresas ainda não operam sob um único CNPJ, e os centros de distribuição ainda trabalham de forma independente. Apenas alguns departamentos, como o administrativo e o de recursos humanos, foram unificados.
Em 2011, as operações no Brasil representavam 21% das vendas totais do Cencosud. O número referente a 2012 ainda não foi divulgado.
Fonte: SM Colaboração: C & A Consultoria de Varejo.
sábado, 12 de janeiro de 2013
GPA irá abrir 500 lojas em três anos
Segundo Enéas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar, o foco da companhia em 2013 será nas redes Assaí, de atacarejo, e Minimercado Extra, de lojas de proximidade. Mas o número envolve também os negócios não-alimentares da empresa, como a Casas Bahia e o Ponto Frio.
Na entrevista concedida ao portal do próprio Pão de Açúcar, o executivo afirmou, ainda, que a ideia é chegar a praças onde o GPA ainda não atua. Somente em 2012, o Minimercado Extra chegou a 100 unidades, entre conversões de outras bandeiras e novas unidades. Mas, de acordo com Pestana, agora o objetivo é crescer organicamente.
Desafios
O presidente do GPA aponta a mudança no perfil do consumidor como o principal desafio imposto à companhia nos últimos anos, e também para os próximos. Segundo ele, hoje o público é mais exigente em qualidade de produtos e serviços, menos fiel às marcas, e busca por produtos de maior valor agregado e que tragam praticidade. Como exemplo desses produtos, citou congelados, pratos prontos, e também itens de higiene e beleza.
Fonte: SM Colaboração: C & A Consultoria de Varejo.
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