domingo, 29 de março de 2015
Vem aí os mercadinhos do Carrefour!
Depois de entrar no formato de lojas de proximidade em 2014 no Brasil, o Grupo Carrefour apostará em lojas ainda menores desse segmento no País. As quatro unidades instaladas na capital paulista têm entre 175 e 200 metros quadrados de área de vendas. O projeto é inaugurar filiais com 80 a 90 metros quadrados. "Nossa ideia é colocar essas lojas em todas as linhas de uma grande estação de metrô no Rio de Janeiro. Por enquanto é uma ideia", afirmou Charles Desmartis, CEO do Carrefour Brasil durante entrevista a jornalistas brasileiros em Paris, na França.
Ele e os executivos Noel Prioux, diretor de supermercados na França, e Jean Marc Rihouey, responsável pela Conveniência do Grupo Carrefour, concordam que o formato tem demanda para expandir no País. As lojas de proximidade já fazem sucesso há um bom tempo na França, onde possui 3673 lojas. Segundo Desmartis, no Brasil, elas estão se desenvolvendo de acordo com o esperado pelo grupo.
"Para este ano, abriremos muitas lojas desse formato, todas localizadas em São Paulo. O Luis Curti, diretor de proximidade no Brasil, já me mostrou entre cinco e seis projetos e já aprovei alguns. Queremos abrir só lojas boas", afirmou o CEO do Carrefour Brasil.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Comércio deve contratar 233 mil temporários para o fim de ano
Esses trabalhadores serão absorvidos tanto no setor de comércio quanto no de serviço, conforme aponta levantamento feito pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
Para a maior parte dos empresários consultados (48%), as contratações serão feitas a partir de novembro. Apenas 5% afirmaram que irão esperar até dezembro, enquanto 19% já contrataram. Outros 27% responderam que as vagas temporárias serão preenchidas até hoje (31/10).
O estudo também mostra que 91% dos contratados devem ter entre 18 e 34 anos. Já as funções mais demandadas são as de vendedor (32%), operador de caixa (16%) e estoquista (13%).
Fonte: Portal Exame
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Produção de cerveja recua 3,9% em setembro
Sem sinais claros de recuperação da demanda, a indústria de cervejas no Brasil fechou mais um mês com retração no volume. Após um recuo de 5,3% em agosto, a produção do setor encolheu 3,9% em setembro, na comparação anual, segundo dados preliminares do Sicobe (Sistema de Controle de Produção de Bebidas), da Receita Federal.
A queda foi de 2,4% no acumulado do terceiro trimestre e de 2% no consolidado dos primeiros nove meses do ano. Em relação a agosto (com ajuste sazonal), o mês de setembro apresentou recuo de 0,8%.
Diante do maior comprometimento da renda da população, que sente a inflação e a economia mais fraca, as fabricantes de cervejas têm enfrentado dificuldades para manter os volumes desde o início do ano. Apenas em janeiro, junho (com a Copa das Confederações) e julho houve alta da produção.
O problema afeta a rentabilidade de todas as grandes empresas do setor (Ambev, Brasil Kirin, Grupo Petrópolis e Heineken), que dependem de escala para diluir gastos fixos.
Pressionado ainda pelo aumento dos custos dolarizados, o setor conseguiu, na semana passada, adiar o aumento da carga tributária federal – em cerca de 2% – que estava previsto para outubro. Com arrecadação recorde em agosto, o governo aceitou postergar a elevação dos impostos para "algum momento em 2014".
Publicação: Valor Economico.
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Cencosud prevê “crescimento orgânico e mais aquisições” no Brasil
A expansão do grupo varejista chileno não deve parar tão cedo. Segundo o jornal do país de origem da empresa, Diário Financiero, o Cencosud está planejando "crescimento orgânico e mais aquisições" no Brasil, além de novas operações no Peru e na Colômbia.
A perspectiva de expansão no Brasil é decorrente do recente aumento do poder aquisitivo e ampliação da classe média no País, da redução da informalidade e da iminência de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Recentemente, o Cencosud trouxe seu escritório central para a cidade de São Paulo, sinalizando possíveis atos de expansão no maior mercado do País. Além disso, a venda de metade da sua operação internacional de crédito ao Itaú aumentou o caixa da empresa.
Há vozes céticas, no entanto, quanto a novas aquisições por parte do grupo. "Não cremos que, por enquanto, a empresa esteja tentando realizar novas aquisições. É mais relevante no momento a consolidação das últimas compras, principalmente as aquisições de supermercados no Brasil realizadas nos últimos anos”, afirma a chilena Verónica Perez, analista da corretora do BCI e gestora de ativos.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
A perspectiva de expansão no Brasil é decorrente do recente aumento do poder aquisitivo e ampliação da classe média no País, da redução da informalidade e da iminência de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
Recentemente, o Cencosud trouxe seu escritório central para a cidade de São Paulo, sinalizando possíveis atos de expansão no maior mercado do País. Além disso, a venda de metade da sua operação internacional de crédito ao Itaú aumentou o caixa da empresa.
Há vozes céticas, no entanto, quanto a novas aquisições por parte do grupo. "Não cremos que, por enquanto, a empresa esteja tentando realizar novas aquisições. É mais relevante no momento a consolidação das últimas compras, principalmente as aquisições de supermercados no Brasil realizadas nos últimos anos”, afirma a chilena Verónica Perez, analista da corretora do BCI e gestora de ativos.
Fonte: Valor Econômico
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 25 de junho de 2013
Atacarejos e lojas pequenas são os campeões de vendas
Duas tendências confirmadas e uma surpresa. É o que aponta a análise dos resultados de cada formato de loja em 2012, segundo pesquisa de SM. Acertou quem apostou em mais crescimento de atacarejos e supermercados – sobretudo os pequenos. Porém se enganou quem considerava barbada a queda dos hiper: o formato reverteu a sequência negativa e elevou seu faturamento em 3,1%. Embora tenham perdido a imagem de preço baixo para os atacarejos desde meados de 2007, os hiper somaram R$ 55 bilhões em faturamento no ano passado. O resultado positivo é, em boa parte, reflexo dos investimentos dos gigantes. Um exemplo vem do Walmart, pioneiro na criação de hiper compactos no Brasil. No intervalo de um mês, no 4º trimestre do ano passado, a rede inaugurou cinco hipermercados: em Toledo (PR), Bagé (RS), Volta Redonda (RJ) e nas mineiras Passos e Patos de Minas. Da mesma forma, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) inaugurou nos últimos dois anos unidades do Extra Hiper em locais onde acredita haver espaço para o modelo. Em 2012 foram 6 novas lojas, 3 no interior paulista – uma das regiões onde o consumo mais crescerá até 2020 –, além de Várzea Grande (MT), Natal (RN) e Fortaleza (CE). Resultado: as vendas no formato tiveram alta real de 3,5%. A rede também iniciou a implantação de restaurantes, sempre próximos às rotisserias. A ideia é se adequar às necessidades do novo consumidor. "Queremos que ele encontre uma opção para comer fora, o que vai gerar fluxo maior de clientes nas lojas", afirma José Roberto Tambasco, vice-presidente da companhia. É um erro, portanto, menosprezar os hiper, ainda que seja cedo para cravar a recuperação do formato. Afinal, ele sofre com o novo comportamento do brasileiro – que prefere compras pequenas perto de casa, além de não ter resolvido a crise de identidade por deixar de ser a única alternativa de preço baixo. Entre os caminhos possíveis para o futuro do formato estão a valorização do mix do bazar – sobretudo dos itens eletroeletrônicos e de informática – e, principalmente, a expansão para regiões e cidades onde não há saturação de mercado, a exemplo do que vêm fazendo Walmart e GPA. Para Paulo Vicente Alves, professor de estratégia da Fundação Dom Cabral, as regiões Nordeste e Centro-Oeste podem ser um bom alvo para o formato. Dados do Ranking de Supermercados confirmam que essas regiões lideraram o crescimento do formato em 2012: no Nordeste a alta real de faturamento foi de 14%, enquanto no Centro-Oeste os hiper cresceram 12,9%. Para efeito de comparação, vale lembrar que no Sudeste o crescimento foi de apenas 3,7%.
Com custos mais baixos e a vantagem de atender, além do consumidor final, pequenos varejistas e transformadores, o atacarejo segue trajetória de crescimento. Em 2012 cresceu 16,7%. Miguel Angelo Hemzo, professor do curso de marketing da USP, explica que os preços baixos agradam a comerciantes e também ao público, sobretudo da classe C. "O volume é puxado pelas vendas aos pequenos varejistas e complementado pelo consumidor", diz.
Estudo da Kantar Worldpanel mostra que no ano passado 12,4 milhões de lares brasileiros fizeram compras no atacarejo, 26% mais do que em 2011. A pesquisa mostra ainda que 7 milhões de shoppers de hipermercados compram também no atacarejo. Em 2009 eram 5 milhões. O atacarejo vive atualmente um processo de amadurecimento, marcado pelo reposicionamento e ajuste da operação. No ano passado, por exemplo, o GPA, dono da bandeira Assaí, elegeu os pequenos comerciantes como público-alvo e desistiu de seções como padaria. Elevou ainda a presença de marcas líderes no sortimento. Já a rede Bahamas, de Minas Gerais, que trabalhava mais no atacado, optou também por atrair o consumidor final. Hoje, as três lojas de atacarejo da bandeira Bahamas Mix trazem vantagens para cada público. "Os transformadores e pequenos varejistas foram beneficiados por descontos em progressão, no conceito de quanto mais compras, mais economia", explica Jovino Campos, diretor comercial. Já o consumidor final passou a ter acesso a faixas de preço definidas de acordo com a quantidade adquirida. A diferença é que não há necessidade de levar uma caixa inteira para obter desconto. "Ao comprar uma unidade, o cliente paga o preço de varejo, já ao adquirir 6 unidades, tem desconto proporcional ao volume", exemplifica o diretor. No ano passado o atacarejo do Bahamas cresceu quase o triplo da média do grupo. Para este ano, estão previstas três inaugurações, duas na região da Zona da Mata e uma em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.
Com 7,9% de crescimento, o formato supermercado também supera a média do setor (7,6%). Destaque para as lojas pequenas – com até 6 checkouts –, responsáveis por uma alta de 23% nas vendas. "A vantagem dessas lojas é estar dentro dos bairros e conhecer de perto o público", explica Paulo Pacheco, consultor e professor do Ibmec. No interior de Sergipe, o supermercado Prado Vasconcelos conta com duas lojas de cerca de 300 m2 cada e com outra de mil m2. Ao observar que o ganho de renda da população gerava oportunidades, Manuel Prado Vasconcelos Filho, diretor-presidente, decidiu reformar a loja maior, que passou a contar com lanchonete e restaurante. Tudo para atender melhor o público e, claro, melhorar o resultado do negócio. Não deu outra: em 2012 as vendas tiveram alta real de 18%. Quem também investiu nas lojas pequenas de bairro foi a rede mineira BH. O sócio-diretor Pedro Lourenço de Oliveira conta que reformou 6 unidades no ano passado, instalando piso de granito, melhorando o layout e atualizando o sistema de informática. Concluídas as reformas, as vendas de cada supermercado cresceram entre 20% e 30%. "As classes C e D também querem loja bonita", constatou o empresário. Neste ano, a rede reformará mais 6 lojas e deve inaugurar outras seis, inclusive no interior. As vendas do BH tiveram crescimento real de 17,4% no último ano.
A verdade é que as pequenas lojas de bairro são hoje a melhor tradução do consumo da baixa renda. E o futuro promete muito mais.
Fonte: SM
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
terça-feira, 18 de junho de 2013
Atacarejo tem preços até 37% mais baratos
Comprar mais barato é das melhores sensações que um consumidor pode ter. Quando a economia ocorre na aquisição de itens de alimentação presentes na lista de compras da maior parte dos lares, a alegria aumenta. Afinal, a conta do supermercado está entre as despesas inevitáveis para as famílias.
Assim, a equipe do Diário foi a campo para saber quanto se pode economizar ao encher o carrinho de supermercado. Foram pesquisados preços de 30 itens comuns de marcas líderes em loja virtual (site do Pão de Açúcar) e em unidades físicas, como o Carrefour, a Coop e atacarejos (mistura de atacado e varejo) como o Maxxi, o Tenda e Atacadão.
O resultado foi que a diferença de valores entre a compra mais cara (no varejo) e a mais barata (no atacado) atingiu R$ 47,60. Em termos percentuais, a compra no Pão de Açúcar saiu 37% mais cara do que a feita no Tenda.
“Frequento o supermercado mais próximo, porque é mais prático”, diz a moradora de São Bernardo, Carolina Fidelis de Souza, 27 anos. “Para famílias pequenas não vale a pena complicar. Melhor comprar onde é mais conveniente”, completa.
Embora não estejam na porta de casa, atacados sempre oferecem preços melhores, mesmo quando a aquisição é feita em quantidades pequenas, no varejo. <CW-26>Mas neste caso, o consumidor desembolsa um pouco mais, ainda assim, menos do que no varejo tradicional. Para se ter ideia, encher o carrinho com pequenas quantidades no Tenda gera desembolso R$ 10,53 maior do que nas compras em atacado. No Maxxi, a diferença é de R$ 3,63. E no Atacadão, R$ 2,78.
Para usufruir da economia máxima possível, o consumidor precisa encarar as grandes quantidades do atacado. Por exemplo, para aproveitar R$ 0,20 de economia por pacote da bolacha wafer é preciso comprar caixa com 22 unidades. No caso da mistura para bolo, a diferença entre atacado e varejo no mesmo local é de R$ 0,40 por item. A caixa vem com 12 bolos (todos do mesmo sabor).
Mas, é preciso ter critério para evitar desperdício. No caso da manteiga (200 g) é economia entre atacado e varejo chega a R$ 0,47 por unidade – o problema é que é preciso levar 30 barras para economizar. Considerando que o produto é perecível e depende de refrigeração, o consumidor tem de avaliar a viabilidade desta opção. Mas, há situações em que os supermercados surpreendem positivamente. Por exemplo, na compra da barra de chocolates Nestlé, o Carrefour apresentou o melhor preço: R$ 3,59, mais barato do que o dos atacarejos.
O custo dos alimentos vem pesando cada vez mais no orçamento das famílias. Entre maio de 2012 e deste ano, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu, em média, 6,5%.
Veículo: Diário do Grande ABC
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
Assim, a equipe do Diário foi a campo para saber quanto se pode economizar ao encher o carrinho de supermercado. Foram pesquisados preços de 30 itens comuns de marcas líderes em loja virtual (site do Pão de Açúcar) e em unidades físicas, como o Carrefour, a Coop e atacarejos (mistura de atacado e varejo) como o Maxxi, o Tenda e Atacadão.
O resultado foi que a diferença de valores entre a compra mais cara (no varejo) e a mais barata (no atacado) atingiu R$ 47,60. Em termos percentuais, a compra no Pão de Açúcar saiu 37% mais cara do que a feita no Tenda.
“Frequento o supermercado mais próximo, porque é mais prático”, diz a moradora de São Bernardo, Carolina Fidelis de Souza, 27 anos. “Para famílias pequenas não vale a pena complicar. Melhor comprar onde é mais conveniente”, completa.
Embora não estejam na porta de casa, atacados sempre oferecem preços melhores, mesmo quando a aquisição é feita em quantidades pequenas, no varejo. <CW-26>Mas neste caso, o consumidor desembolsa um pouco mais, ainda assim, menos do que no varejo tradicional. Para se ter ideia, encher o carrinho com pequenas quantidades no Tenda gera desembolso R$ 10,53 maior do que nas compras em atacado. No Maxxi, a diferença é de R$ 3,63. E no Atacadão, R$ 2,78.
Para usufruir da economia máxima possível, o consumidor precisa encarar as grandes quantidades do atacado. Por exemplo, para aproveitar R$ 0,20 de economia por pacote da bolacha wafer é preciso comprar caixa com 22 unidades. No caso da mistura para bolo, a diferença entre atacado e varejo no mesmo local é de R$ 0,40 por item. A caixa vem com 12 bolos (todos do mesmo sabor).
Mas, é preciso ter critério para evitar desperdício. No caso da manteiga (200 g) é economia entre atacado e varejo chega a R$ 0,47 por unidade – o problema é que é preciso levar 30 barras para economizar. Considerando que o produto é perecível e depende de refrigeração, o consumidor tem de avaliar a viabilidade desta opção. Mas, há situações em que os supermercados surpreendem positivamente. Por exemplo, na compra da barra de chocolates Nestlé, o Carrefour apresentou o melhor preço: R$ 3,59, mais barato do que o dos atacarejos.
O custo dos alimentos vem pesando cada vez mais no orçamento das famílias. Entre maio de 2012 e deste ano, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu, em média, 6,5%.
Veículo: Diário do Grande ABC
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Brasil é o país mais atraente para investimentos no varejo
Um relatório da consultoria A.T. Kearney colocou, entre 30 países analisados, o Brasil como o mais promissor e atraente para investimentos no varejo. É a terceira vez consecutiva que o País fica no topo desse ranking, elaborado anualmente desde 2002.
O estudo aponta que, mesmo com a economia em baixa, o País ainda deve atrair muitos investimentos por, pelo menos, os próximos 5 anos. Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas ajudam a tornar o Brasil mais interessante para investidores estrangeiros.
"Mais de 50% da população já pertence à classe média brasileira. Há um ambiente de estabilidade econômica e baixo desemprego que permite mais acesso ao crédito", explica Esteban Bowles, sócio da A.T. Kearney no Brasil.
Dos 30 países classificados na lista deste ano, 7 estão na América Latina: Brasil, Chile (2º lugar), Uruguai (3º), Peru (12º), Colômbia (18º), México (21º) e Panamá (22º).
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
O estudo aponta que, mesmo com a economia em baixa, o País ainda deve atrair muitos investimentos por, pelo menos, os próximos 5 anos. Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas ajudam a tornar o Brasil mais interessante para investidores estrangeiros.
"Mais de 50% da população já pertence à classe média brasileira. Há um ambiente de estabilidade econômica e baixo desemprego que permite mais acesso ao crédito", explica Esteban Bowles, sócio da A.T. Kearney no Brasil.
Dos 30 países classificados na lista deste ano, 7 estão na América Latina: Brasil, Chile (2º lugar), Uruguai (3º), Peru (12º), Colômbia (18º), México (21º) e Panamá (22º).
Fonte: Folha de S. Paulo
Colaboração: C & A Consultoria de Varejo
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