Na França, a rede anunciou a venda de 97 supermercados para a gestora de propriedades La Française, por 365 milhões de euros. Em comunicado, o Carrefour informou que os estabelecimentos vendidos continuarão operando sob a marca Carrefour mediante contratos iniciais de aluguel válidos por 12 anos.
A intenção da companhia com a venda das instalações é melhorar o uso do capital empregado, que será reinvestido em projetos de desenvolvimento de patrimônio.
A gestora La Française foi criada em 2009, após a fusão entre a UFG e a Française des Placements Investissements.
Fonte: Portal Exame
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Vendas dos supermercados acumulam alta real de 4% em 2011
As vendas reais do setor supermercadista cresceram 4,54% em novembro de 2011, em relação ao mesmo mês de 2010, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados). Em comparação com outubro deste ano, houve queda de -2,35%. Já no acumulado dos onze meses do ano, as vendas do setor tiveram alta de 3,98%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento nominal de 11,49% em novembro, em relação ao mesmo mês de 2010, e queda de -1,84% sobre outubro deste ano. O acumulado nos onze meses do ano, chega a 10,89%, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo Sussumu Honda, presidente da Abras, o resultado é bem satisfatório e se encontra em linha com o que foi projetado no início do ano.
Fonte: SM
O Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento nominal de 11,49% em novembro, em relação ao mesmo mês de 2010, e queda de -1,84% sobre outubro deste ano. O acumulado nos onze meses do ano, chega a 10,89%, na comparação com o mesmo período do ano passado.
Segundo Sussumu Honda, presidente da Abras, o resultado é bem satisfatório e se encontra em linha com o que foi projetado no início do ano.
Fonte: SM
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Pão de Açúcar quer inaugurar 400 lojas até 2014
A rede varejista terminará 2011 com o investimento total entre R$ 950 milhões e R$ 1 bilhão, bem menos do que o previsto para o ano, que era de R$ 1,4 bilhão.
Segundo Êneas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar, o objetivo para 2012 é investir aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Explicou que tal investimento é necessário para que acompanhia possa crescer de uma forma orgânica, tendo como plano para o período de 2012 a 2014, inaugurando cerca de 400 lojas.
Fonte: Valor Econômico
Segundo Êneas Pestana, presidente do Grupo Pão de Açúcar, o objetivo para 2012 é investir aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Explicou que tal investimento é necessário para que acompanhia possa crescer de uma forma orgânica, tendo como plano para o período de 2012 a 2014, inaugurando cerca de 400 lojas.
Fonte: Valor Econômico
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Fiscalização multa supermercados por venda de bebida a menores
Nos 15 primeiros dias da nova lei estadual antiálcool, 164 estabelecimentos comerciais foram multados em São Paulo por vender, facilitar ou permitir o consumo de bebida alcoólica por menores de 18 anos.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram feitas 16.700 fiscalizações em comércios paulistas, entre 19 de novembro e 3 de dezembro. Na maioria dos casos, as punições foram aplicadas porque os fiscais constataram facilidades na compra da bebida. Apesar de toda a divulgação, alguns pontos comerciais ainda expõem bebidas alcoólicas ao lado de suco, água ou refrigerante. Segundo a pasta, a falha foi observada, por exemplo, no Pão de Açúcar do bairro do Sumaré, e no Carrefour da marginal do Tietê, ambos em São Paulo.
Para aumentar a adesão à lei, os fiscais trabalham sem uniformes nem qualquer tipo de identificação. Tudo isso com o objetivo de conseguir presenciar situações irregulares sem chamar a atenção. Apesar de o número de multas ser pequeno frente ao total de fiscalizações, o balanço é considerado positivo, mas deve melhorar com as ações de verão, quando os fiscais também estarão supervisionando os supermercados do litoral.
O governo também aposta nas denúncias. A secretaria já recebeu 214 denúncias, das quais 92 foram na capital. A multa mínima para os infratores é de R$ 1.745, mas pode chegar a R$ 87.200, dependendo do tipo de infração e do faturamento do estabelecimento.
Fonte: O Estado de S.Paulo
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram feitas 16.700 fiscalizações em comércios paulistas, entre 19 de novembro e 3 de dezembro. Na maioria dos casos, as punições foram aplicadas porque os fiscais constataram facilidades na compra da bebida. Apesar de toda a divulgação, alguns pontos comerciais ainda expõem bebidas alcoólicas ao lado de suco, água ou refrigerante. Segundo a pasta, a falha foi observada, por exemplo, no Pão de Açúcar do bairro do Sumaré, e no Carrefour da marginal do Tietê, ambos em São Paulo.
Para aumentar a adesão à lei, os fiscais trabalham sem uniformes nem qualquer tipo de identificação. Tudo isso com o objetivo de conseguir presenciar situações irregulares sem chamar a atenção. Apesar de o número de multas ser pequeno frente ao total de fiscalizações, o balanço é considerado positivo, mas deve melhorar com as ações de verão, quando os fiscais também estarão supervisionando os supermercados do litoral.
O governo também aposta nas denúncias. A secretaria já recebeu 214 denúncias, das quais 92 foram na capital. A multa mínima para os infratores é de R$ 1.745, mas pode chegar a R$ 87.200, dependendo do tipo de infração e do faturamento do estabelecimento.
Fonte: O Estado de S.Paulo
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Em nove meses, faturamento do formato atacarejo cresce 33%
As vendas das lojas cash & carry, que atendem o consumidor final e também os chamados transformadores, não param de crescer. Entre janeiro e setembro deste ano, o formato conhecido no Brasil como atacarejo cresceu 33% em faturamento, na comparação com o mesmo período de 2010. Os dados são do levantamento Consumer Insights 2011, realizado pela Kantar World Panel.
O crescimento é bem mais expressivo do que o registrado nos supermercados no mesmo período e no varejo tradicional, formatos que registraram crescimento de 11%. O atacarejo tem atraído, inclusive, parte do público habituado a frequentar hipermercados. Prova disso é que o hiper apresentou queda de 9% nas vendas em valor nos três primeiros trimestres deste ano.
Fonte: SM
O crescimento é bem mais expressivo do que o registrado nos supermercados no mesmo período e no varejo tradicional, formatos que registraram crescimento de 11%. O atacarejo tem atraído, inclusive, parte do público habituado a frequentar hipermercados. Prova disso é que o hiper apresentou queda de 9% nas vendas em valor nos três primeiros trimestres deste ano.
Fonte: SM
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Brasil é 3º país mais atraente para investimentos
O investimento estrangeiro direto será lento e o foco de investimentos corporativos está crescendo em mercados em desenvolvimento. É o que constata o Índice de Confiança de Investimento Estrangeiro Direto 2011, da A.T. Kearney, uma medida regular do sentimento dos altos executivos nas maiores empresas do mundo.
Países como China, Índia e Brasil se tornaram os principais escolhas de destino para os investimentos. Os investidores também relataram o maior grau de otimismo para estes três países. Quase a metade (46%) estão vendo o Brasil com mais otimismo do que em 2010. Mais de um terço (37%) veem melhorias para Índia e China (34%).
O Brasil subiu para o terceiro lugar desde o ano passado. Também tem sido alvo para investimentos varejistas. O País atrai mais do que a metade de todo o investimento estrangeiro da América Latina. E, neste ano, a China se tornou o maior investidor estrangeiro direto do Brasil, com o foco em commodities e em energia.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
Países como China, Índia e Brasil se tornaram os principais escolhas de destino para os investimentos. Os investidores também relataram o maior grau de otimismo para estes três países. Quase a metade (46%) estão vendo o Brasil com mais otimismo do que em 2010. Mais de um terço (37%) veem melhorias para Índia e China (34%).
O Brasil subiu para o terceiro lugar desde o ano passado. Também tem sido alvo para investimentos varejistas. O País atrai mais do que a metade de todo o investimento estrangeiro da América Latina. E, neste ano, a China se tornou o maior investidor estrangeiro direto do Brasil, com o foco em commodities e em energia.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Bandeira Minimercado Extra chega a mais 8 lojas
O Grupo Pão de Açúcar prossegue seu plano de conversão das lojas Extra Fácil para a nova bandeira Minimercado Extra e anuncia que, a partir desta terça (06/12), mais oito lojas localizadas em São Paulo passarão a operar com o novo nome.
Para implantar as mudanças em todas as lojas Extra Fácil de São Paulo e inaugurar as novas lojas previstas para este ano, a rede investirá R$ 36 milhões. As mudanças envolvem desde a modernização e adequação do formato, da marca e da comunicação, até o padrão de operação, layout e sortimento de produtos.
“Fizemos uma avaliação sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, reestruturamos o formato, agregando valor, principalmente às seções de perecíveis. Todo esse processo visa trazer a melhor opção de compra para o dia a dia aos consumidores, que tem menos tempo. Tudo isso com mais conforto, qualidade, atendimento próximo e eficiente, e toda a confiança que a marca Extra já traz às famílias brasileiras”, destaca João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra.
Além das lojas já convertidas, o Minimercado Extra ganhará mais 10 unidades até o final do ano, sendo 6 delas originárias de conversões da bandeira Extra Fácil, além de quatro novas lojas. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os bons resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, o crescimento em vendas foi de 40% em comparação ao antigo formato. E a expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
Para implantar as mudanças em todas as lojas Extra Fácil de São Paulo e inaugurar as novas lojas previstas para este ano, a rede investirá R$ 36 milhões. As mudanças envolvem desde a modernização e adequação do formato, da marca e da comunicação, até o padrão de operação, layout e sortimento de produtos.
“Fizemos uma avaliação sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, reestruturamos o formato, agregando valor, principalmente às seções de perecíveis. Todo esse processo visa trazer a melhor opção de compra para o dia a dia aos consumidores, que tem menos tempo. Tudo isso com mais conforto, qualidade, atendimento próximo e eficiente, e toda a confiança que a marca Extra já traz às famílias brasileiras”, destaca João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra.
Além das lojas já convertidas, o Minimercado Extra ganhará mais 10 unidades até o final do ano, sendo 6 delas originárias de conversões da bandeira Extra Fácil, além de quatro novas lojas. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os bons resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, o crescimento em vendas foi de 40% em comparação ao antigo formato. E a expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Código de barras vai bloquear venda de produtos vencidos
Com previsão de utilização a partir de 2013, um novo modelo de código de barras, desenvolvido pela APAS (Associação Paulista de Supermercados), impossibilitará a venda de produtos vencidos.
O novo código dependerá da instalação de um software na frente de caixa e nas balanças dos checkouts. Segundo João Galassi, presidente da entidade, quando o cliente chegar ao caixa, a tecnologia acusará que o produto está vencido.
Hoje, o controle é feito manualmente, resultando em muitos produtos vencidos nas prateleiras dos supermercados. Conforme pesquisa realizada nos últimos 40 dias, 56,2% dos estabelecimentos recebem reclamações sobre mercadorias fora do prazo de validade. A falha ocorre em 35,6% dos alimentos perecíveis e em 24,7% dos produtos de mercearia.
O novo tipo de código também vai facilitar o controle de vendas dos supermercados do País. O sistema mostrará quantos itens foram vendidos de cada lote, permitindo que os estabelecimentos saibam o que está dentro da loja, mesmo que o consumidor tenha pegado o produto e colocado em outra prateleira.
Fonte: Folha de S. Paulo
O novo código dependerá da instalação de um software na frente de caixa e nas balanças dos checkouts. Segundo João Galassi, presidente da entidade, quando o cliente chegar ao caixa, a tecnologia acusará que o produto está vencido.
Hoje, o controle é feito manualmente, resultando em muitos produtos vencidos nas prateleiras dos supermercados. Conforme pesquisa realizada nos últimos 40 dias, 56,2% dos estabelecimentos recebem reclamações sobre mercadorias fora do prazo de validade. A falha ocorre em 35,6% dos alimentos perecíveis e em 24,7% dos produtos de mercearia.
O novo tipo de código também vai facilitar o controle de vendas dos supermercados do País. O sistema mostrará quantos itens foram vendidos de cada lote, permitindo que os estabelecimentos saibam o que está dentro da loja, mesmo que o consumidor tenha pegado o produto e colocado em outra prateleira.
Fonte: Folha de S. Paulo
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Volume de vendas nos supermercados deve crescer 3% em 2012
Após um ano de desaceleração no ritmo de crescimento do volume de vendas nos supermercados, as perspectivas para 2012 são melhores.
Para Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o aumento do salário mínimo em aproximadamente 14%, pode levar a uma importante aceleração no consumo. A expectativa do executivo é de que o volume de vendas cresça, ao menos, 3% em 2012.
De janeiro a outubro, o volume das vendas nos supermercados, principalmente de produtos industrializados, acumula crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho representa uma desaceleração frente ao ritmo de 7,1% observado nos dez primeiros meses de 2010 frente ao mesmo período de 2009.
Já no caso das bebidas alcoólicas, de janeiro a outubro de 2010, as vendas avançaram 16,8%, porcentual que desacelerou para 6,3% no mesmo intervalo de 2011. A mesma desaceleração aconteceu, no mesmo período, com perecíveis, caindo de 10,2% para 4,7%; com bebidas não alcoólicas, saindo de 11,5% para 2,9%; com higiene e beleza, passando de 3,6% para 1,9%; com mercearia doce, de 4,9% para 1%; e com limpeza caseira, de 6,6% para 0,8%.
Entre os produtos com maior queda porcentual no volume de vendas neste ano destacam-se: sabão em barra (-13,2%), chá (-9,9%), lã de aço (-8,6%), óleo e azeite (-8%), farinha de trigo (-8%), leite condensado (-5,3%), arroz (-4,9%) e café em pó e grãos (-4,3%). No lado oposto, as maiores altas ocorreram com: vinho (+35,7%), suco de frutas pronto para o consumo (+17,1%), bebidas à base de soja (+13,8%) e chocolate (+12,2%).
O atual processo de estabilidade nos preços pode contribuir para a aceleração do consumo. Segundo a Nielsen, 35 itens de largo consumo nos supermercados tiveram alta de 0,94%, já a cesta de produtos industrializados aponta alta de 0,2% de janeiro a outubro.
Fonte: Portal Exame
Para Sussumu Honda, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o aumento do salário mínimo em aproximadamente 14%, pode levar a uma importante aceleração no consumo. A expectativa do executivo é de que o volume de vendas cresça, ao menos, 3% em 2012.
De janeiro a outubro, o volume das vendas nos supermercados, principalmente de produtos industrializados, acumula crescimento de 2% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho representa uma desaceleração frente ao ritmo de 7,1% observado nos dez primeiros meses de 2010 frente ao mesmo período de 2009.
Já no caso das bebidas alcoólicas, de janeiro a outubro de 2010, as vendas avançaram 16,8%, porcentual que desacelerou para 6,3% no mesmo intervalo de 2011. A mesma desaceleração aconteceu, no mesmo período, com perecíveis, caindo de 10,2% para 4,7%; com bebidas não alcoólicas, saindo de 11,5% para 2,9%; com higiene e beleza, passando de 3,6% para 1,9%; com mercearia doce, de 4,9% para 1%; e com limpeza caseira, de 6,6% para 0,8%.
Entre os produtos com maior queda porcentual no volume de vendas neste ano destacam-se: sabão em barra (-13,2%), chá (-9,9%), lã de aço (-8,6%), óleo e azeite (-8%), farinha de trigo (-8%), leite condensado (-5,3%), arroz (-4,9%) e café em pó e grãos (-4,3%). No lado oposto, as maiores altas ocorreram com: vinho (+35,7%), suco de frutas pronto para o consumo (+17,1%), bebidas à base de soja (+13,8%) e chocolate (+12,2%).
O atual processo de estabilidade nos preços pode contribuir para a aceleração do consumo. Segundo a Nielsen, 35 itens de largo consumo nos supermercados tiveram alta de 0,94%, já a cesta de produtos industrializados aponta alta de 0,2% de janeiro a outubro.
Fonte: Portal Exame
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Carrefour é pressionado por analistas sobre plano de reestruração
O cenário atual não é animador para quem estuda o varejista francês. Segundo analistas, o Carrefour precisa cortar preços, construir algumas lojas de conveniência e atrair mais clientes online em um momento em que um ambiente econômico difícil torna o atual plano de retomada da área de hipermercados do grupo cada vez mais obsoleto. Isso pode significar um adiantamento ou até mesmo o abandono do plano Carrefour Planet, o ambicioso projeto da empresa para reinventar o hipermercado, e também o afastamento de Lars Olofsson, presidente do conselho e presidente-executivo.
Notícias divulgadas na imprensa de que a performance das novas lojas Carrefour Planet está ficando abaixo do esperado também não têm ajudado. Segundo James Monro, analista da S&P Equity Researc,
" Lars está com os dias contados. Vimos suficientes alertas de lucro para abalar até mesmo o mais fiel investidor”.
Outros vão mais longe, sugerindo que o plano Carrefour Planet deve ser abandonado em favor de um projeto mais radical, que proponha a redução número de hipermercados ou que a rede inicie uma guerra de preços para retormar terreno perdido em seu principal mercado, a França. Para os analistas do J.P. Morgan, trnar-se o líder claro em preços em hipermercados é agora a melhor solução possível, e estimam que o o Carrefour precisa investir 1,4 bilhão de euros para reduzir os preços na França e superar o rival E. Leclerc.
O Carrefour enfrenta mais dificuldades do que outros rivais porque a maior parte de suas vendas é gerada em hipermercados, que estão perdendo espaço para lojas menores e especializadas no mercado maduro da Europa.
A varejista prometeu uma atualização do Carrefour Planet no início do próximo ano, provavelmente junto com a divulgação dos números de vendas do quarto trimestre, em 12 de janeiro, ou junto da publicação do balanço anual, em fevereiro ou março.
Se os receios dos investidores forem confirmados, isso poderia significar o fim da linha para Olofsson, que é presidente-executivo do Carrefour desde 2009. Alguns analistas afirmam que um ex-vice-presidente financeiro, e agora chefe da área de mercados emergentes, Pierre Bouchut, seria um forte candidato ao cargo, junto com o presidente do grupo para a Europa, Thomas Huebner.
Fonte: Exame Online
Notícias divulgadas na imprensa de que a performance das novas lojas Carrefour Planet está ficando abaixo do esperado também não têm ajudado. Segundo James Monro, analista da S&P Equity Researc,
" Lars está com os dias contados. Vimos suficientes alertas de lucro para abalar até mesmo o mais fiel investidor”.
Outros vão mais longe, sugerindo que o plano Carrefour Planet deve ser abandonado em favor de um projeto mais radical, que proponha a redução número de hipermercados ou que a rede inicie uma guerra de preços para retormar terreno perdido em seu principal mercado, a França. Para os analistas do J.P. Morgan, trnar-se o líder claro em preços em hipermercados é agora a melhor solução possível, e estimam que o o Carrefour precisa investir 1,4 bilhão de euros para reduzir os preços na França e superar o rival E. Leclerc.
O Carrefour enfrenta mais dificuldades do que outros rivais porque a maior parte de suas vendas é gerada em hipermercados, que estão perdendo espaço para lojas menores e especializadas no mercado maduro da Europa.
A varejista prometeu uma atualização do Carrefour Planet no início do próximo ano, provavelmente junto com a divulgação dos números de vendas do quarto trimestre, em 12 de janeiro, ou junto da publicação do balanço anual, em fevereiro ou março.
Se os receios dos investidores forem confirmados, isso poderia significar o fim da linha para Olofsson, que é presidente-executivo do Carrefour desde 2009. Alguns analistas afirmam que um ex-vice-presidente financeiro, e agora chefe da área de mercados emergentes, Pierre Bouchut, seria um forte candidato ao cargo, junto com o presidente do grupo para a Europa, Thomas Huebner.
Fonte: Exame Online
Cencosud supera R$ 8 bilhões com a compra do Prezunic
A venda da rede de supermercados Prezunic, do Rio de Janeiro, para a varejista chilena Cencosud por R$ 685,7 milhões anunciada ontem, dia 16/11, pelo Portal SM, deve levar a rede estrangeira a faturar mais de R$ 8,3 bilhões no País em 2012, uma vez que a transferência oficial de comando para empresa do Chile tem data marcada para 02/01. O valor refere-se à soma das operações da rede no Brasil, consideradas as recentes aquisições.
Na edição de outubro da revista Supermercado Moderno, na matéria “Aquisições estão mais difíceis”, a reportagem apresenta um ranking das empresas mais visadas para compra e o Prezunic aparece bem, em sexto lugar. A lista tem como base redes com faturamento/metro quadrado acima de R$ 20 mil/ano, que, segundo consultores, são as mais interessantes para serem adquiridas. O Prezunic registrou vendas de 34.927/metro quadrado em 2010. Objeto de desejo, a rede carioca logo chamou atenção de alguns interessados em comprá-lo mas quem levou a melhor foi a varejista chileno.
Com o negócio fechado, o Brasil passa a ser o segundo País em termos de participação por região nas vendas do grupo no segmento de varejo alimentar, perdendo apenas para o Chile, com base nos resultados apresentados trimestralmente.
Fonte: SM
Na edição de outubro da revista Supermercado Moderno, na matéria “Aquisições estão mais difíceis”, a reportagem apresenta um ranking das empresas mais visadas para compra e o Prezunic aparece bem, em sexto lugar. A lista tem como base redes com faturamento/metro quadrado acima de R$ 20 mil/ano, que, segundo consultores, são as mais interessantes para serem adquiridas. O Prezunic registrou vendas de 34.927/metro quadrado em 2010. Objeto de desejo, a rede carioca logo chamou atenção de alguns interessados em comprá-lo mas quem levou a melhor foi a varejista chileno.
Com o negócio fechado, o Brasil passa a ser o segundo País em termos de participação por região nas vendas do grupo no segmento de varejo alimentar, perdendo apenas para o Chile, com base nos resultados apresentados trimestralmente.
Fonte: SM
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Grupo Pão de Açúcar troca Extra Fácil por Minimercado Extra
Com a estratégia de atuar em diferentes canais, a marca Extra decidiu reposicionar o formato e a marca Extra Fácil, para Minimercado Extra.
Para a implantação do novo formato e inauguração das novas lojas, a empresa vai investir R$ 36 milhões. Esse valor será aplicado desde na modernização e adequação do formato e da marca, até no layout, sortimento e comunicação, As novas lojas passarão a ter área de venda maior e focar em perecíveis.
O projeto de conversão do formato das lojas começa com a expansão dos negócios. O objetivo é que, até o final deste ano, estejam em operação 19 Minimercados Extra, 14 deles originários de Extra Fácil e cinco de inaugurações. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os ajustes do novo modelo e a escolha do nome demandaram aproximadamente 18 meses de estudo e 6 pesquisas, entre levantamentos com o consumidor e com especialistas. Nesse período, o modelo foi passando por ajustes, os quais foram testados com o consumidor. Entre as questões que envolviam a análise, estava a expectativa do consumidor em relação a um mercado de bairro e como a marca poderia atendê-lo neste momento de compra.
Segundo João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra, para lançar o novo modelo foram feitas avaliações sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, foi reestruturado o formato, agregando valor, principalmente, às seções de perecíveis.
Além da mudança de nome, os estudos realizados ao longo dos últimos meses, incluíram uma nova proposta de operação, layout e sortimento oferecido nas lojas. Dentre as melhorias se destacam: maior área de vendas, com cerca de 300m² (100m² a mais que a média das unidades do modelo anterior); ampliação dos serviços e da quantidade de checkouts. O quadro de colaboradores aumentou em 100%, o que resultará em um atendimento especializado nas seções de açougue, frios e padaria, que também contarão com um balcão de auto serviço. No setor de Frutas, Verduras e Legumes, o formato ampliou o sortimento na linha de processados e manteve a variedade de mercearia para o dia-a-dia, totalizando um mix de 3.500 itens.
Os resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, as vendas cresceram 40% em comparação ao antigo formato. A expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Fonte: SM
Para a implantação do novo formato e inauguração das novas lojas, a empresa vai investir R$ 36 milhões. Esse valor será aplicado desde na modernização e adequação do formato e da marca, até no layout, sortimento e comunicação, As novas lojas passarão a ter área de venda maior e focar em perecíveis.
O projeto de conversão do formato das lojas começa com a expansão dos negócios. O objetivo é que, até o final deste ano, estejam em operação 19 Minimercados Extra, 14 deles originários de Extra Fácil e cinco de inaugurações. A finalização da conversão das 66 lojas Extra Fácil está prevista para o 1º semestre de 2012.
Os ajustes do novo modelo e a escolha do nome demandaram aproximadamente 18 meses de estudo e 6 pesquisas, entre levantamentos com o consumidor e com especialistas. Nesse período, o modelo foi passando por ajustes, os quais foram testados com o consumidor. Entre as questões que envolviam a análise, estava a expectativa do consumidor em relação a um mercado de bairro e como a marca poderia atendê-lo neste momento de compra.
Segundo João Simões, diretor de operações do Minimercado Extra, para lançar o novo modelo foram feitas avaliações sobre o que o consumidor precisa e, a partir daí, foi reestruturado o formato, agregando valor, principalmente, às seções de perecíveis.
Além da mudança de nome, os estudos realizados ao longo dos últimos meses, incluíram uma nova proposta de operação, layout e sortimento oferecido nas lojas. Dentre as melhorias se destacam: maior área de vendas, com cerca de 300m² (100m² a mais que a média das unidades do modelo anterior); ampliação dos serviços e da quantidade de checkouts. O quadro de colaboradores aumentou em 100%, o que resultará em um atendimento especializado nas seções de açougue, frios e padaria, que também contarão com um balcão de auto serviço. No setor de Frutas, Verduras e Legumes, o formato ampliou o sortimento na linha de processados e manteve a variedade de mercearia para o dia-a-dia, totalizando um mix de 3.500 itens.
Os resultados de venda demonstram a boa aceitação do consumidor. Nas cinco lojas pilotos, as vendas cresceram 40% em comparação ao antigo formato. A expectativa é que as lojas transformadas mantenham os índices de elevação do faturamento na mesma proporção.
Fonte: SM
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Carrefour abrirá 20 lojas Atacadão por ano até 2014
Nos últimos dez anos, a subsidiária brasileira da rede francesa Carrefour vem passando por altos e baixos. Só no trimestre julho-setembro, as vendas combinadas de Carrefour e Atacadão avançaram 7,1%, atingindo o patamar recorde de 3,1 bilhões de euros. Boa parte desse desempenho se deve à estratégia traçada pelo brasileiro Luiz Fazzio, presidente do Carrefour do Brasil.
Para mudar os rumos da empresa por aqui, ele adotou medidas impopulares, como o fechamento de 13 lojas: cinco hipermercados e oito supermercados. De acordo com o executivo, isso não significa, porém, que a companhia pretenda encolher no País.
Desde o fechamento dessas lojas, seis desses pontos de vendas foram convertidos para a bandeira Atacadão, que atua no formato atacarejo, atendendo tanto os pequenos comerciantes como os consumidores individuais. Além disso, foram abertas mais sete lojas com essa bandeira.
Um dos pilares dos planos de Fazzio é exatamente o Atacadão, utilizado para disputar clientes em Estados emergentes do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de bairros das regiões metropolitanas das capitais do Sul e do Sudeste, onde predominam os consumidores das classes C e D.
Até 2014, o objetivo é abrir 20 unidades por ano. Apesar das concorrentes estarem seguindo o mesmo caminho, os analistas consideram a decisão de Fazzio acertada, pois esse modelo de varejo está longe de se esgotar.
Fazzio dobrou para R$ 200 milhões a verba investida em 2011, e espera manter esse volume no próximo ano. Além de ampliar as filiais do Atacadão, outro objetivo será a revitalização das lojas, o treinamento de funcionários e a melhoria de áreas sensíveis. Uma delas é a de atendimento ao cliente. E uma diretoria foi criada para cuidar exclusivamente do setor de checkouts.
A subsidiária da rede francesa também pretende dar uma repaginada geral nas lojas, especialmente nas mais antigas. Vinte delas já foram reformadas e a aposta, no caso dos hipermercados, é usar o modelo Planet, como forma de elevar o desempenho das unidades. Esse modelo consiste na valorização dos espaços destinados à venda de produtos frescos, como peixes, vestuário e perfumaria, que geram maior margem de ganho.
Fonte: Revista Istoé Dinheiro
Para mudar os rumos da empresa por aqui, ele adotou medidas impopulares, como o fechamento de 13 lojas: cinco hipermercados e oito supermercados. De acordo com o executivo, isso não significa, porém, que a companhia pretenda encolher no País.
Desde o fechamento dessas lojas, seis desses pontos de vendas foram convertidos para a bandeira Atacadão, que atua no formato atacarejo, atendendo tanto os pequenos comerciantes como os consumidores individuais. Além disso, foram abertas mais sete lojas com essa bandeira.
Um dos pilares dos planos de Fazzio é exatamente o Atacadão, utilizado para disputar clientes em Estados emergentes do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de bairros das regiões metropolitanas das capitais do Sul e do Sudeste, onde predominam os consumidores das classes C e D.
Até 2014, o objetivo é abrir 20 unidades por ano. Apesar das concorrentes estarem seguindo o mesmo caminho, os analistas consideram a decisão de Fazzio acertada, pois esse modelo de varejo está longe de se esgotar.
Fazzio dobrou para R$ 200 milhões a verba investida em 2011, e espera manter esse volume no próximo ano. Além de ampliar as filiais do Atacadão, outro objetivo será a revitalização das lojas, o treinamento de funcionários e a melhoria de áreas sensíveis. Uma delas é a de atendimento ao cliente. E uma diretoria foi criada para cuidar exclusivamente do setor de checkouts.
A subsidiária da rede francesa também pretende dar uma repaginada geral nas lojas, especialmente nas mais antigas. Vinte delas já foram reformadas e a aposta, no caso dos hipermercados, é usar o modelo Planet, como forma de elevar o desempenho das unidades. Esse modelo consiste na valorização dos espaços destinados à venda de produtos frescos, como peixes, vestuário e perfumaria, que geram maior margem de ganho.
Fonte: Revista Istoé Dinheiro
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Condor expande rede no Paraná e planeja avanço para SP
Os planos para a expansão da rede paranaense de supermercados Condor estão a todo vapor. A empresa comandada pelo empresário Pedro Joanir Zonta faturou R$ 1,7 bilhão no ano passado e está superando a meta de investimentos traçadas para este ano. Até dezembro, a rede espera obter autorização da prefeitura de Curitiba para começar a construir mais um hipermercado no município.
O novo prédio terá 5,3 mil metros quadrados, o mesmo tamanho de outro hipermercado que já está sendo levantado pela rede em Pinhais, cidade vizinha à capital paranaense. Suas obras tiveram início na semana passada e a previsão é que ambos abram as portas no primeiro semestre de 2012.
A rede, que planejava investir R$ 100 milhões em 2011, ampliou os gastos com outras três inaugurações - em Colombo, Castro e São José dos Pinhais, além da ampliação de lojas nos municípios de Araucária e Apucarana. As unidades de Castro e São José dos Pinhais vão começar a receber o público em novembro e dezembro, respectivamente. Já a loja em Colombo opera desde setembro. Com todas as inaugurações, o faturamento de 2011 deve ultrapassar os R$ 2 bilhões.
Mesmo que a receita da rede seja bem menos significativa que a dos líderes do setor, a empresa está buscando espaço e vem conseguindo se destacar. Com crescimento médio de 20% ao ano desde 2008, a companhia é a décima maior rede de supermercados do País, de acordo com o Ranking de Supermercados, publicado todos os anos por Supermercado Moderno.
O empresário ainda quer lançar lojas em outros Estados. O interior de São Paulo ou de Santa Catarina são apontados como locais com potencial para receber unidades da Condor a partir de 2014.
Fonte: Brasil Econômico
O novo prédio terá 5,3 mil metros quadrados, o mesmo tamanho de outro hipermercado que já está sendo levantado pela rede em Pinhais, cidade vizinha à capital paranaense. Suas obras tiveram início na semana passada e a previsão é que ambos abram as portas no primeiro semestre de 2012.
A rede, que planejava investir R$ 100 milhões em 2011, ampliou os gastos com outras três inaugurações - em Colombo, Castro e São José dos Pinhais, além da ampliação de lojas nos municípios de Araucária e Apucarana. As unidades de Castro e São José dos Pinhais vão começar a receber o público em novembro e dezembro, respectivamente. Já a loja em Colombo opera desde setembro. Com todas as inaugurações, o faturamento de 2011 deve ultrapassar os R$ 2 bilhões.
Mesmo que a receita da rede seja bem menos significativa que a dos líderes do setor, a empresa está buscando espaço e vem conseguindo se destacar. Com crescimento médio de 20% ao ano desde 2008, a companhia é a décima maior rede de supermercados do País, de acordo com o Ranking de Supermercados, publicado todos os anos por Supermercado Moderno.
O empresário ainda quer lançar lojas em outros Estados. O interior de São Paulo ou de Santa Catarina são apontados como locais com potencial para receber unidades da Condor a partir de 2014.
Fonte: Brasil Econômico
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Supermercados vão crescer mais do que outros varejos em 2012
Levantamento feito pela Boa Vista Serviços, empresa do segmento de proteção ao crédito, apontou que 25,3% dos varejistas acreditam que os supermercados vão crescer mais do que outros segmentos do comércio no ano que vem. A sondagem, cujo objetivo era identificar as expectativas para 2012, foi realizada com 312 empresários e executivos do Estado de São Paulo.
O estudo também revelou que praticamente a metade dos respondentes (50,6%) acredita em crescimento moderado da inadimplência em 2012. Para 38,1% dos participantes, também será moderada a alta nos preços, enquanto 31,4% apostam em índices semelhantes aos de 2011. A inflação será a variável econômica com maior impacto na economia para 39,7%.
Quanto à oferta de crédito, 48,7% dos varejistas acreditam em aumento moderado e 26,3% em crescimento mais acelerado. Para 45,5% dos respondentes o cadastro positivo, aprovado no final do primeiro semestre, poderá ajudar o varejo a ter um crescimento leve. Já 20,8% apontam que a influencia nas vendas será maior.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five/SM
O estudo também revelou que praticamente a metade dos respondentes (50,6%) acredita em crescimento moderado da inadimplência em 2012. Para 38,1% dos participantes, também será moderada a alta nos preços, enquanto 31,4% apostam em índices semelhantes aos de 2011. A inflação será a variável econômica com maior impacto na economia para 39,7%.
Quanto à oferta de crédito, 48,7% dos varejistas acreditam em aumento moderado e 26,3% em crescimento mais acelerado. Para 45,5% dos respondentes o cadastro positivo, aprovado no final do primeiro semestre, poderá ajudar o varejo a ter um crescimento leve. Já 20,8% apontam que a influencia nas vendas será maior.
Matéria da edição:AGOSTO: Top Five/SM
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Redes do Ceará podem crescer acima de 10% no Natal
A pouco menos de dois meses das datas comemorativas do final do ano, os supermercadistas com lojas no Ceará já se preparam para atender a demanda de consumidores nesta época do ano. O Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, detentor das bandeiras Pão de Açúcar, Extra e Assaí, anunciou que a expectativa de crescimento, em comparação ao ano anterior, é de 30%.
Já nos produtos sazonais, a expectativa é de que os vinhos cresçam 15%; as frutas secas 37%; os panetones 25%; e os peixes 10%. Em artigos de decoração natalina, como árvores de Natal, bonecos, presépios e enfeites de mesa, o percentual é de nada menos do que 70% de alta nas vendas. Estarão disponíveis ao consumidor cerca de 260 itens nesse segmento.
Paulo Ângelo Cardillo, superintendente da Super Rede, associação de supermercados composta pelos Super Lagoa, Super do Povo, Super Polar, Super Frangolândia, Pinheiro Supermercados e Compre Certo Supermercados, disse que espera um crescimento de vendas em torno de 10%. "Nas prateleiras, já estamos vendendo panetones, vinhos, champagnes, frutas secas e outros produtos típicos de Natal", disse. Cardillo também adiantou que alimentos como aves e suínos já foram comprados e devem estar à venda nos próximos dias.
Nas lojas do Carrefour, a aposta é nos panetones, tanto os de marca própria, como os de outras marcas. A rede já vende uma edição especial trufada da Bauducco, além de outra exclusiva com o nome do Carrefour na embalagem.
Fonte: Diário do Nordeste
Já nos produtos sazonais, a expectativa é de que os vinhos cresçam 15%; as frutas secas 37%; os panetones 25%; e os peixes 10%. Em artigos de decoração natalina, como árvores de Natal, bonecos, presépios e enfeites de mesa, o percentual é de nada menos do que 70% de alta nas vendas. Estarão disponíveis ao consumidor cerca de 260 itens nesse segmento.
Paulo Ângelo Cardillo, superintendente da Super Rede, associação de supermercados composta pelos Super Lagoa, Super do Povo, Super Polar, Super Frangolândia, Pinheiro Supermercados e Compre Certo Supermercados, disse que espera um crescimento de vendas em torno de 10%. "Nas prateleiras, já estamos vendendo panetones, vinhos, champagnes, frutas secas e outros produtos típicos de Natal", disse. Cardillo também adiantou que alimentos como aves e suínos já foram comprados e devem estar à venda nos próximos dias.
Nas lojas do Carrefour, a aposta é nos panetones, tanto os de marca própria, como os de outras marcas. A rede já vende uma edição especial trufada da Bauducco, além de outra exclusiva com o nome do Carrefour na embalagem.
Fonte: Diário do Nordeste
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Carrefour testará conceitos do Planet no Brasil
Conforme adiantou o Portal SM, na semana passada, o Carrefour vai reinaugurar um hipermercado, em Santo André, ABC paulista, com uma série de alterações para que fique nos moldes de sua bandeira Carrefour Planet, hoje, com 50 unidades na Europa. Foram quase dois meses de reforma da loja, que deve servir como padrão para novas reinaugurações pelo País. Na região do ABC, a unidade já foi apresentada aos moradores como "um novo conceito de hipermercado".
É um projeto piloto e, como tal, tudo foi feito discretamente e há várias referências ao modelo do Carrefour Planet, uma das principais apostas do grupo para fazer a empresa voltar a crescer no mundo. Sites especializados em varejo na Europa comentaram a reforma da loja como sendo a porta de entrada do Brasil no modelo Planet.
As similaridades da unidade de Santo André com o formato Planet são visíveis. As áreas internas da loja no Brasil (mercado, eletro, beleza, entre outros) são identificadas em grandes telas coloridas presas ao teto, com o nome das áreas impresso nelas. Essas identificações em Santo André são semelhantes às das lojas na Europa. Cada área tem uma cor diferente, e até o tipo de cor escolhida para cada departamento é o mesmo das unidades na Europa.
A iluminação na ala de frutas, verduras e legumes é feita por estruturas similares às das lojas na França, com vários spots de luz branca presos ao teto. Ainda foi criada uma área chamada "espaço kids", existente no Carrefour Planet. Esse espaço ficou pronto há 15 dias. Além disso, segundo estratégia do grupo, as lojas Planet focam mais categorias como alimentos frescos e produtos para bebês, e ambas as áreas já aumentaram de tamanho em Santo André.
Essa reformulação é uma iniciativa importante por conta do histórico recente da rede no País. O Carrefour no Brasil estava sendo cobrado pela matriz para que abraçasse o projeto mundial de reestruturação dos hipermercados no mundo. Procurada, a companhia nega que as mudanças na unidade tenham seguido o formato Planet e ressalta que o modelo não deve ser trazido ao País.
Fonte: Valor Econômico
É um projeto piloto e, como tal, tudo foi feito discretamente e há várias referências ao modelo do Carrefour Planet, uma das principais apostas do grupo para fazer a empresa voltar a crescer no mundo. Sites especializados em varejo na Europa comentaram a reforma da loja como sendo a porta de entrada do Brasil no modelo Planet.
As similaridades da unidade de Santo André com o formato Planet são visíveis. As áreas internas da loja no Brasil (mercado, eletro, beleza, entre outros) são identificadas em grandes telas coloridas presas ao teto, com o nome das áreas impresso nelas. Essas identificações em Santo André são semelhantes às das lojas na Europa. Cada área tem uma cor diferente, e até o tipo de cor escolhida para cada departamento é o mesmo das unidades na Europa.
A iluminação na ala de frutas, verduras e legumes é feita por estruturas similares às das lojas na França, com vários spots de luz branca presos ao teto. Ainda foi criada uma área chamada "espaço kids", existente no Carrefour Planet. Esse espaço ficou pronto há 15 dias. Além disso, segundo estratégia do grupo, as lojas Planet focam mais categorias como alimentos frescos e produtos para bebês, e ambas as áreas já aumentaram de tamanho em Santo André.
Essa reformulação é uma iniciativa importante por conta do histórico recente da rede no País. O Carrefour no Brasil estava sendo cobrado pela matriz para que abraçasse o projeto mundial de reestruturação dos hipermercados no mundo. Procurada, a companhia nega que as mudanças na unidade tenham seguido o formato Planet e ressalta que o modelo não deve ser trazido ao País.
Fonte: Valor Econômico
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Atacadão já representa 50% das vendas do Carrefour
O atacarejo também está perto de ser responsável por 75% do lucro da rede no Brasil. Isso representa uma mudança profunda no perfil da rede francesa conhecida globalmente por seus hipermercados.
Lars Olofsson, presidente mundial do Carrefour, disse ontem, 16/08, em visita ao Brasil, que sua companhia se divide em duas no País: há os hipermercados e há o Atacadão. O primeiro formato, nas palavras dele, "não evolui" como gostaria. Já o segundo é classificado como "um ótimo negócio", com taxa de crescimento superior a 20%. "Por isso, a cadeia de atacado vai ser mais e mais importante nas nossas vendas", destacou.
ExpansãoNo Brasil, o Carrefour já conta com 108 hipermercados e 49 supermercados de bairro. Sob a bandeira Atacadão, possui 74 lojas. Até o fim deste ano, serão abertos 17 novos pontos da bandeira. Desse total, seis são antigas lojas Carrefour convertidas em atacarejo.
Segundo Olofsson, outras quatro ou cinco lojas ainda devem passar pelo mesmo processo. "Estamos acelerando o crescimento nesse formato. No ano passado, abrimos 12 lojas do Atacadão", diz.
A experiência brasileira animou tanto os franceses que já teve início o processo de expansão internacional da bandeira. Hoje, a rede tem quatro lojas na Colômbia e vai abrir a segunda na Argentina em novembro.
No início do ano passado, Olofsson chegou a cogitar estender o modelo Atacadão para o mercado francês – o alvo seriam os hipermercados mais tradicionais e problemáticos da rede. O projeto não vingou porque a regulamentação francesa não permite a venda, em uma mesma loja, para pessoas físicas e jurídicas. Agora, o plano é adaptar o Atacadão para as operações do Carrefour na Ásia.
Lars Olofsson, presidente mundial do Carrefour, disse ontem, 16/08, em visita ao Brasil, que sua companhia se divide em duas no País: há os hipermercados e há o Atacadão. O primeiro formato, nas palavras dele, "não evolui" como gostaria. Já o segundo é classificado como "um ótimo negócio", com taxa de crescimento superior a 20%. "Por isso, a cadeia de atacado vai ser mais e mais importante nas nossas vendas", destacou.
ExpansãoNo Brasil, o Carrefour já conta com 108 hipermercados e 49 supermercados de bairro. Sob a bandeira Atacadão, possui 74 lojas. Até o fim deste ano, serão abertos 17 novos pontos da bandeira. Desse total, seis são antigas lojas Carrefour convertidas em atacarejo.
Segundo Olofsson, outras quatro ou cinco lojas ainda devem passar pelo mesmo processo. "Estamos acelerando o crescimento nesse formato. No ano passado, abrimos 12 lojas do Atacadão", diz.
A experiência brasileira animou tanto os franceses que já teve início o processo de expansão internacional da bandeira. Hoje, a rede tem quatro lojas na Colômbia e vai abrir a segunda na Argentina em novembro.
No início do ano passado, Olofsson chegou a cogitar estender o modelo Atacadão para o mercado francês – o alvo seriam os hipermercados mais tradicionais e problemáticos da rede. O projeto não vingou porque a regulamentação francesa não permite a venda, em uma mesma loja, para pessoas físicas e jurídicas. Agora, o plano é adaptar o Atacadão para as operações do Carrefour na Ásia.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Walmart lança página em parceria com o Facebook
Na última terça-feira, 11/10, a rede Walmart lançou o My Local Walmart, uma página em parceria com o Facebook. Com ela, a companhia saberá o que está acontecendo em diversas lojas.
Cerca de 3.500 unidades do Walmart deverão enviar duas mensagens por semana aos seguidores da varejista no Facebook sobre novos produtos e descontos.
A empresa vem intensificando investimentos em comércio eletrônico e redes sociais, para tentar competir mais efetivamente com seus rivais na internet, como a Amazon.com.
Fonte: Reuters
Cerca de 3.500 unidades do Walmart deverão enviar duas mensagens por semana aos seguidores da varejista no Facebook sobre novos produtos e descontos.
A empresa vem intensificando investimentos em comércio eletrônico e redes sociais, para tentar competir mais efetivamente com seus rivais na internet, como a Amazon.com.
Fonte: Reuters
Brasil é prioridade nos investimentos do Walmart para 2012
De Nova York, nos Estados Unidos, a rede varejista norte-americana Walmart divulgou seu plano de crescimento para o próximo ano fiscal, afirmando que o principal objetivo é o crescimento das vendas no conceito mesmas lojas, além da inauguração de novas lojas, por meio de investimentos de capital disciplinados e mais produtivos.
"Continuamos a priorizar investimentos em mercados emergentes como Brasil, China e México", disse Doug McMillon, executivo-chefe e presidente do Walmart International. "Continuamos focados no crescimento e na melhora dos nossos retornos gerais. Vamos construir escala nos mercados existentes e estudar aquisições para entrar em novos mercados de maior crescimento", acrescentou.
A companhia também quer reduzir as despesas operacionais, como percentagem das vendas, nos próximos cinco anos. O grupo elevou a previsão de despesas de capital, para o atual ano fiscal (que termina em 31 de janeiro de 2012), para a faixa entre US$ 13 bilhões e US$ 14 bilhões. Na Walmart International esses investimentos ficarão entre US$ 4 bilhões e US$ 4,5 bilhões, subindo para US$ 4,5 bilhões a US$ 5 bilhões no próximo ano fiscal.
Fonte: Portal Exame
"Continuamos a priorizar investimentos em mercados emergentes como Brasil, China e México", disse Doug McMillon, executivo-chefe e presidente do Walmart International. "Continuamos focados no crescimento e na melhora dos nossos retornos gerais. Vamos construir escala nos mercados existentes e estudar aquisições para entrar em novos mercados de maior crescimento", acrescentou.
A companhia também quer reduzir as despesas operacionais, como percentagem das vendas, nos próximos cinco anos. O grupo elevou a previsão de despesas de capital, para o atual ano fiscal (que termina em 31 de janeiro de 2012), para a faixa entre US$ 13 bilhões e US$ 14 bilhões. Na Walmart International esses investimentos ficarão entre US$ 4 bilhões e US$ 4,5 bilhões, subindo para US$ 4,5 bilhões a US$ 5 bilhões no próximo ano fiscal.
Fonte: Portal Exame
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Varejo espera fechar 2011 com alta de 10% nas vendas
Dados do IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo) revelam que o comércio varejista deve encerrar o ano de 2011 com um crescimento de 10% nas vendas em comparação a 2010.
Para o próximo ano, o instituto prevê uma alta na mesma proporção de 2011 em função do aumento da renda, crescimento da economia e expansão do emprego. Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, afirmou que fará de tudo para chegar ao fim de 2012 com uma inflação em 4,5%.
Segundo os especialistas, a disposição do governo em colocar a inflação no centro da meta em 2012 deve ter impacto no varejo, pois impede o setor de repassar aumento de custos ao consumidor.
Fonte: O Estado de São Paulo
Para o próximo ano, o instituto prevê uma alta na mesma proporção de 2011 em função do aumento da renda, crescimento da economia e expansão do emprego. Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, afirmou que fará de tudo para chegar ao fim de 2012 com uma inflação em 4,5%.
Segundo os especialistas, a disposição do governo em colocar a inflação no centro da meta em 2012 deve ter impacto no varejo, pois impede o setor de repassar aumento de custos ao consumidor.
Fonte: O Estado de São Paulo
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sócio do Pão de Açúcar planeja expansão na América do Sul
O Grupo Casino, sócio da rede Pão de Açúcar no Brasil e terceiro maior varejista da França, planeja expandir suas operações em países de língua espanhola na América Latina e Central, o que inclui países como Peru, Equador, Paraguai, Bolívia, República Dominicana, Panamá e outros países da América do Sul. A ideia é realizar tal expansão por meio de aquisições feitas por sua unidade Almacenes Éxito, localizada na Colômbia.
A Éxito, da qual o Casino detém 54,8% das ações, levantou 1,3 bilhão de dólares com a venda de novas ações na bolsa colombiana e agora planeja utilizar esse dinheiro para o pagamento de uma aquisição no Uruguai. A empresa também espera abrir até 100 lojas na Colômbia e tem um plano de três anos para expansão.
Segundo o Casino, a Êxito está sendo um ponto de apoio para se tornar um dos principais players da região, onde compete com o rival francês Carrefour, a norte-americana Walmart e a chilena SACI Falabella. A companhia também se beneficiou dos problemas sofridos pelo Carrefour. O Casino chegou a comprar os ativos do Carrefour na Tailândia no ano passado e, no início deste ano, bloqueou a tentativa da rival de se unir com o Pão de Açúcar.
Por razões regulatórias, a Éxito poderá somente assumir lojas pequenas ou independentes localmente, porque já controla 42% da indústria formal de varejo. A rede deverá crescer, em 2012, à medida que a economia do país deverá se expandir entre 4,5% e 5%.
Fonte: O Estado de São Paulo
A Éxito, da qual o Casino detém 54,8% das ações, levantou 1,3 bilhão de dólares com a venda de novas ações na bolsa colombiana e agora planeja utilizar esse dinheiro para o pagamento de uma aquisição no Uruguai. A empresa também espera abrir até 100 lojas na Colômbia e tem um plano de três anos para expansão.
Segundo o Casino, a Êxito está sendo um ponto de apoio para se tornar um dos principais players da região, onde compete com o rival francês Carrefour, a norte-americana Walmart e a chilena SACI Falabella. A companhia também se beneficiou dos problemas sofridos pelo Carrefour. O Casino chegou a comprar os ativos do Carrefour na Tailândia no ano passado e, no início deste ano, bloqueou a tentativa da rival de se unir com o Pão de Açúcar.
Por razões regulatórias, a Éxito poderá somente assumir lojas pequenas ou independentes localmente, porque já controla 42% da indústria formal de varejo. A rede deverá crescer, em 2012, à medida que a economia do país deverá se expandir entre 4,5% e 5%.
Fonte: O Estado de São Paulo
Gigantes do setor preferem explorar novos territórios a cortar custos
A informação consta num relatório apresentado no "World Retail Congress", considerado o mais importante evento global do setor varejista, que aconteceu na semana passada, em Berlim, na Alemanha. O levantamento, realizado com os 100 presidentes ou diretores de grandes varejistas - incluindo Walmart, Carrefour, Casino, Metro, Tesco e Ikea (estas últimas três ainda não tem lojas no Brasil) - mostra que 56% das companhias acreditam que a expansão internacional é fundamental para o futuro crescimento. A ampliação de margens é citada por 47% e a redução de gastos por 26%. As respostas são de múltipla escolha.
Mauricio Morgado, consultor ligado ao GVcev, o Centro de Excelência em Varejo da FGV-Eaesp, destaca que explorar novos territórios é quase uma questão de sobrevivência no setor. Segundo Antonio Coriolano, sócio da Retail Consulting, lojas recém inauguradas em mercados emergentes crescem a uma velocidade muito maior do que as lojas antigas em qualquer país.
Ainda de acordo com o relatório, entre aqueles que priorizam a busca por novos mercados, 58% pensam em fazê-lo por meio da abertura de lojas físicas, 28% preferem se expandir internacionalmente pela criação de sites de venda on-line e 14% por meio de outra estratégia (não especificada no relatório).
A necessidade de avaliar novos mercados no exterior só tem uma importância menor do que o desenvolvimento do comércio eletrônico (67%) e o aprimoramento do portfólio de produtos nas lojas (63%). Alguns líderes desse segmento têm deixado claro essa questão nos últimos tempos - e citado o Brasil nesse contexto.
O Walmart mencionou diversas vezes o país em encontro com analistas estrangeiros em setembro. "Nós temos o grupo dos 'big three' (formado por México, Canadá e Reino Unido) que são uma grande parte da nossa venda. E o que nós temos de fazer é mudar o "big three" para "big five" tão rápido quanto nós pudermos, com China e Brasil atingindo níveis mais elevados de lucro operacional nos próximos anos", disse aos analistas Doug McMillon, presidente do Walmart International.
Oportunidade de expansãoEntre os 100 executivos ouvidos na pesquisa, 10 escolheram a China como o país com as maiores oportunidades de expansão. Em seguida estão, nessa ordem, Rússia, India, Egito e Brasil. Três por cento dos executivos citaram o Brasil como foco de investimento. Aparentemente não é uma taxa alta (Rússia aparece com 5% e Índia, 4%), mas diversos países são citados e as escolhas se pulverizaram.
Apesar da expectativa de chegada de novas redes no país (a cadeia de vestuário Topshop e a pizzaria Papa John's chegam a partir de 2011) ainda há resistências. A GAP nunca veio, a H&M pensou e desisitiu, assim como a Tesco. "As barreiras de importação ainda assustam as lojas. Além disso, a China ainda ganha pelo tamanho do mercado consumidor", disse Morgado.
Fonte: Valor Econômico
Mauricio Morgado, consultor ligado ao GVcev, o Centro de Excelência em Varejo da FGV-Eaesp, destaca que explorar novos territórios é quase uma questão de sobrevivência no setor. Segundo Antonio Coriolano, sócio da Retail Consulting, lojas recém inauguradas em mercados emergentes crescem a uma velocidade muito maior do que as lojas antigas em qualquer país.
Ainda de acordo com o relatório, entre aqueles que priorizam a busca por novos mercados, 58% pensam em fazê-lo por meio da abertura de lojas físicas, 28% preferem se expandir internacionalmente pela criação de sites de venda on-line e 14% por meio de outra estratégia (não especificada no relatório).
A necessidade de avaliar novos mercados no exterior só tem uma importância menor do que o desenvolvimento do comércio eletrônico (67%) e o aprimoramento do portfólio de produtos nas lojas (63%). Alguns líderes desse segmento têm deixado claro essa questão nos últimos tempos - e citado o Brasil nesse contexto.
O Walmart mencionou diversas vezes o país em encontro com analistas estrangeiros em setembro. "Nós temos o grupo dos 'big three' (formado por México, Canadá e Reino Unido) que são uma grande parte da nossa venda. E o que nós temos de fazer é mudar o "big three" para "big five" tão rápido quanto nós pudermos, com China e Brasil atingindo níveis mais elevados de lucro operacional nos próximos anos", disse aos analistas Doug McMillon, presidente do Walmart International.
Oportunidade de expansãoEntre os 100 executivos ouvidos na pesquisa, 10 escolheram a China como o país com as maiores oportunidades de expansão. Em seguida estão, nessa ordem, Rússia, India, Egito e Brasil. Três por cento dos executivos citaram o Brasil como foco de investimento. Aparentemente não é uma taxa alta (Rússia aparece com 5% e Índia, 4%), mas diversos países são citados e as escolhas se pulverizaram.
Apesar da expectativa de chegada de novas redes no país (a cadeia de vestuário Topshop e a pizzaria Papa John's chegam a partir de 2011) ainda há resistências. A GAP nunca veio, a H&M pensou e desisitiu, assim como a Tesco. "As barreiras de importação ainda assustam as lojas. Além disso, a China ainda ganha pelo tamanho do mercado consumidor", disse Morgado.
Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Com 14 lojas fechadas, Carrefour conclui reestruturação no País
O fechamento de oito lojas Carrefour Bairro no interior paulista, noticiado pelo Portal SM na última segunda-feira, marcou o encerramento do processo de encolhimento da rede francesa no País.
Iniciado há cerca de um ano, o plano foi definido para elevar os resultados da rede com o fechamento de unidades deficitárias. Ao todo, foram encerradas as atividades de 14 lojas nas últimas duas semanas. O Carrefour é proprietário de 10 desses pontos comerciais – os outros 4 eram alugados. Segundo o jornal Valor Econômico, redes médias e grandes estudam a compra desses pontos. Entre os interessados, segundo a publicação, estariam Cencosud e Zaffari.
O Carrefour mantém hoje no Brasil 103 lojas de hipermercados, 41 supermercados e 74 unidades da bandeira de cash & carry Atacadão. Em relação ao mesmo período de 2010, a empresa perdeu 12 lojas de hipermercado e 8 de supermercado. Já o formato atacarejo, o mais rentável da empresa atualmente, passou de 59 lojas há um ano para 74 agora.
Das 14 lojas fechadas, 8 foram adquiridas há cerca de dois anos da antiga rede Gimenes, negociação na qual o Carrefour pagou R$ 45 milhões, valor que inclui duas unidades que continuam em operação na cidade São Carlos. “A Gimenes estava mal há pelo menos cinco anos. Quando o Carrefour comprou as lojas, sabia que a reestruturação levaria pelo menos dois anos. Faltou paciência porque faltou dinheiro. Eles precisam colocar a casa em ordem e não podem esperar mais”, afirmou um ex-executivo do Carrefour ao jornal Valor Econômico.
Fonte: Valor Econômico
Iniciado há cerca de um ano, o plano foi definido para elevar os resultados da rede com o fechamento de unidades deficitárias. Ao todo, foram encerradas as atividades de 14 lojas nas últimas duas semanas. O Carrefour é proprietário de 10 desses pontos comerciais – os outros 4 eram alugados. Segundo o jornal Valor Econômico, redes médias e grandes estudam a compra desses pontos. Entre os interessados, segundo a publicação, estariam Cencosud e Zaffari.
O Carrefour mantém hoje no Brasil 103 lojas de hipermercados, 41 supermercados e 74 unidades da bandeira de cash & carry Atacadão. Em relação ao mesmo período de 2010, a empresa perdeu 12 lojas de hipermercado e 8 de supermercado. Já o formato atacarejo, o mais rentável da empresa atualmente, passou de 59 lojas há um ano para 74 agora.
Das 14 lojas fechadas, 8 foram adquiridas há cerca de dois anos da antiga rede Gimenes, negociação na qual o Carrefour pagou R$ 45 milhões, valor que inclui duas unidades que continuam em operação na cidade São Carlos. “A Gimenes estava mal há pelo menos cinco anos. Quando o Carrefour comprou as lojas, sabia que a reestruturação levaria pelo menos dois anos. Faltou paciência porque faltou dinheiro. Eles precisam colocar a casa em ordem e não podem esperar mais”, afirmou um ex-executivo do Carrefour ao jornal Valor Econômico.
Fonte: Valor Econômico
domingo, 25 de setembro de 2011
Pão de Açúcar prevê abertura de 60 hiper e supermercados até 2014
O Grupo Pão de Açúcar, dentro de seu planejamento estratégico de expansão orgânica, para os anos de 2012 a 2014, projeta a expansão de 30 unidades do modelo hipermercados e outros 30 supermercados. A rede prevê também a abertura de 300 lojas do modelo de proximidade chamado Extra Fácil. Atualmente, o Grupo conta com 70 lojas desse modelo.
Após participar de evento sobre comunicação empresarial no varejo, realizado pelo Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o vice-presidente de Relações Corporativas da companhia, Hugo Bethlem, afirmou que a empresa foca na expansão de seu modelo de hipermercado, sobretudo nas regiões Nordeste e Centro-oeste do País. O grupo, diz ele, vem desenvolvendo estudos de reposicionamento de produtos dentro das áreas de seus hipermercado.
Um exemplo, é a área, em teste em um hipermercado de São Paulo, especializada em artigos esportivos. "Queremos levar esse piloto para mais cinco lojas em 2012". Outra iniciativa para a expansão de hipermercados é chegar em cidades com população a partir de 200 mil pessoas. "Há cinco anos só abrimos hipermercados em cidades com no mínimo 500 mil pessoas", disse Bethlem.
Em relação ao modelo de supermercado, a varejista também projeta um aumento de 30 unidades nos próximos três anos, divididas entre as bandeiras Extra e Pão de Açúcar. O executivo conta que essa expansão se dará não só em grandes capitais como em cidades de médio porte. Ele disse que o foco da companhia neste ano foram as conversões de lojas Compre Bem e Sendas, além do redesenho dessas unidades.
Quanto à abertura de 300 lojas parecidas com o modelo Extra Fácil, Bethlem afirma que esse modelo de lojas vem apresentando crescimento de vendas no conceito 'mesmas lojas' acima de 15%, porcentual superior ao de outras bandeiras do grupo. "Fizemos mudanças no formato do Extra Fácil nos últimos tempos, que resultaram no aumento da área de padaria e açougue. Além disso, ampliamos a área média de 200 m² a 250 m² para 300 m² a 350 m²", disse o executivo.
Para 2012, o foco será nas lojas de proximidade (Extra Fácil) e de "atacarejo" com as lojas do Assaí, que serão ampliadas em 60 unidades entre 2012 e 2014, de acordo com informação recente do presidente da companhia, Enéas Pestana.
Parceria com a Cyrella
O Grupo Pão de Açúcar lançou nesta semana o primeiro empreendimento imobiliário em parceria com uma incorporadora. A construção do Thera, uma torre com apartamentos residenciais, escritórios e um hotel, e ainda com uma loja de proximidade e uma drogaria da bandeira Extra na parte inferior do empreendimento, será de responsabilidade da Cyrella, em um terreno da varejista, no bairro do Butantã, em São Paulo. "É uma estratégia para trazer um maior retorno ao ativo", informou Bethlem.
Fonte: Agencia Estado
Após participar de evento sobre comunicação empresarial no varejo, realizado pelo Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o vice-presidente de Relações Corporativas da companhia, Hugo Bethlem, afirmou que a empresa foca na expansão de seu modelo de hipermercado, sobretudo nas regiões Nordeste e Centro-oeste do País. O grupo, diz ele, vem desenvolvendo estudos de reposicionamento de produtos dentro das áreas de seus hipermercado.
Um exemplo, é a área, em teste em um hipermercado de São Paulo, especializada em artigos esportivos. "Queremos levar esse piloto para mais cinco lojas em 2012". Outra iniciativa para a expansão de hipermercados é chegar em cidades com população a partir de 200 mil pessoas. "Há cinco anos só abrimos hipermercados em cidades com no mínimo 500 mil pessoas", disse Bethlem.
Em relação ao modelo de supermercado, a varejista também projeta um aumento de 30 unidades nos próximos três anos, divididas entre as bandeiras Extra e Pão de Açúcar. O executivo conta que essa expansão se dará não só em grandes capitais como em cidades de médio porte. Ele disse que o foco da companhia neste ano foram as conversões de lojas Compre Bem e Sendas, além do redesenho dessas unidades.
Quanto à abertura de 300 lojas parecidas com o modelo Extra Fácil, Bethlem afirma que esse modelo de lojas vem apresentando crescimento de vendas no conceito 'mesmas lojas' acima de 15%, porcentual superior ao de outras bandeiras do grupo. "Fizemos mudanças no formato do Extra Fácil nos últimos tempos, que resultaram no aumento da área de padaria e açougue. Além disso, ampliamos a área média de 200 m² a 250 m² para 300 m² a 350 m²", disse o executivo.
Para 2012, o foco será nas lojas de proximidade (Extra Fácil) e de "atacarejo" com as lojas do Assaí, que serão ampliadas em 60 unidades entre 2012 e 2014, de acordo com informação recente do presidente da companhia, Enéas Pestana.
Parceria com a Cyrella
O Grupo Pão de Açúcar lançou nesta semana o primeiro empreendimento imobiliário em parceria com uma incorporadora. A construção do Thera, uma torre com apartamentos residenciais, escritórios e um hotel, e ainda com uma loja de proximidade e uma drogaria da bandeira Extra na parte inferior do empreendimento, será de responsabilidade da Cyrella, em um terreno da varejista, no bairro do Butantã, em São Paulo. "É uma estratégia para trazer um maior retorno ao ativo", informou Bethlem.
Fonte: Agencia Estado
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Redes de varejo antecipam negociações para segurar preços da ceia
De olho nas vendas natalinas, as grandes redes de varejo anteciparam negociações com fornecedores, para garantir, aos brasileiros, produtos importados da ceia de Natal com preços similares aos do fim do ano passado. Assim, bacalhau, frutas secas, vinhos e azeites, em supermercados maiores, não vão sofrer os efeitos da alta do dólar - que, no ano, acumula valorização de 11,94%.
É o caso do Grupo Pão de Açúcar - com as bandeiras como Pão de Açúcar, Extra, Sendas e CompreBem - que encerrou as negociações há quase um ano. Com isso, a importação foi feita com um dólar mais baixo. A companhia espera ampliar em até 37% as vendas de frutas secas (noz, avelã e uva passa) frente a igual período do ano passado. A alta da oferta de vinhos deve ficar em torno de 15%. Já a expectativa para crescimento da venda de peixes, entre eles o bacalhau, é de 10%.
O estoque para o Natal já foi negociado e está praticamente todo pago. Não haverá alterações nos preços devido à alta do dólar. Se o dólar permanecer nesse patamar de R$ 1,80 por mais tempo, os efeitos para o consumidor devem começar a aparecer em janeiro e fevereiro. “Mas não acreditamos nisso: esse movimento do dólar não deve se sustentar”, disse Sandro Benelli, o diretor de Comércio Internacional do Grupo Pão de Açúcar. Apesar do porte menor do que a companhia de Abilio Diniz, a rede Zona Sul também fechou parte de suas encomendas para o Natal mais cedo e, com isso, os consumidores vão pagar praticamente o mesmo preço de 2010 por bacalhau, frutas secas, vinhos e azeites. Os panetones italianos já começaram a chegar nas lojas da rede.
“A alta do dólar neste momento não gera interferência. Os importados ainda deverão se manter atrativos ao consumidor em comparação aos nacionais”, disse Pietrangelo Leta, diretor do Zona Sul, que prevê expansão de 15% nas vendas dos artigos de fim de ano neste 2011.
Porém, nas pequenas lojas, os preços podem subir. Com dólar mais alto, há varejistas de pequenas redes de supermercados que preveem vender bacalhau até 20% mais caro. Frutas secas e vinhos até 15%. Os preços certamente vão subir. Com o dólar em alta, o bacalhau, por exemplo, pode ficar de 10% a 20% mais caro do que o que foi cobrado no fim do ano passado, disse Genival de Souza, diretor da rede Prezunic, acrescentando ainda que peru e chester também devem vir num patamar mais elevado do que no Natal de 2010. As negociações não começaram, mas já são esperados preços mais altos.
Fonte: O Globo - RJ
É o caso do Grupo Pão de Açúcar - com as bandeiras como Pão de Açúcar, Extra, Sendas e CompreBem - que encerrou as negociações há quase um ano. Com isso, a importação foi feita com um dólar mais baixo. A companhia espera ampliar em até 37% as vendas de frutas secas (noz, avelã e uva passa) frente a igual período do ano passado. A alta da oferta de vinhos deve ficar em torno de 15%. Já a expectativa para crescimento da venda de peixes, entre eles o bacalhau, é de 10%.
O estoque para o Natal já foi negociado e está praticamente todo pago. Não haverá alterações nos preços devido à alta do dólar. Se o dólar permanecer nesse patamar de R$ 1,80 por mais tempo, os efeitos para o consumidor devem começar a aparecer em janeiro e fevereiro. “Mas não acreditamos nisso: esse movimento do dólar não deve se sustentar”, disse Sandro Benelli, o diretor de Comércio Internacional do Grupo Pão de Açúcar. Apesar do porte menor do que a companhia de Abilio Diniz, a rede Zona Sul também fechou parte de suas encomendas para o Natal mais cedo e, com isso, os consumidores vão pagar praticamente o mesmo preço de 2010 por bacalhau, frutas secas, vinhos e azeites. Os panetones italianos já começaram a chegar nas lojas da rede.
“A alta do dólar neste momento não gera interferência. Os importados ainda deverão se manter atrativos ao consumidor em comparação aos nacionais”, disse Pietrangelo Leta, diretor do Zona Sul, que prevê expansão de 15% nas vendas dos artigos de fim de ano neste 2011.
Porém, nas pequenas lojas, os preços podem subir. Com dólar mais alto, há varejistas de pequenas redes de supermercados que preveem vender bacalhau até 20% mais caro. Frutas secas e vinhos até 15%. Os preços certamente vão subir. Com o dólar em alta, o bacalhau, por exemplo, pode ficar de 10% a 20% mais caro do que o que foi cobrado no fim do ano passado, disse Genival de Souza, diretor da rede Prezunic, acrescentando ainda que peru e chester também devem vir num patamar mais elevado do que no Natal de 2010. As negociações não começaram, mas já são esperados preços mais altos.
Fonte: O Globo - RJ
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Expansão das vendas em super e hipermercados chega a 2% em julho
A comparação é com o mês anterior e se refere a volume. Em relação a julho de 2010, a evolução foi de 4,5%. Nos primeiros sete meses, chegou a 3,9%. Já no acumulado dos últimos 12 meses o crescimento foi de 5,1%, de acordo com a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada nesta terça-feira, 13/09, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Essa expansão fez o setor puxar a alta de 1,4% no volume de vendas do comércio todo em julho ante junho. Nilo Lopes, técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, explica que a melhora nas vendas dos supermercados se deve ao comportamento menos agressivo dos preços dos alimentos. "Não resta dúvida. Como é um item muito pesado, contribuiu muito mais para a taxa do que móveis e eletrodomésticos, que subiram 4,1%. Supermercados pesam três vezes mais", diz.
O técnico do IBGE ressaltou que o setor de móveis e eletrodomésticos vem mantendo taxas de crescimento semelhantes às do ano passado. "A mudança de posição da classe menos favorecida para uma classe mais alta resultou nesse aumento. Isso vem com uma demanda reprimida", afirmou.
Fontes: Redação SM e Agência Estado
Essa expansão fez o setor puxar a alta de 1,4% no volume de vendas do comércio todo em julho ante junho. Nilo Lopes, técnico da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, explica que a melhora nas vendas dos supermercados se deve ao comportamento menos agressivo dos preços dos alimentos. "Não resta dúvida. Como é um item muito pesado, contribuiu muito mais para a taxa do que móveis e eletrodomésticos, que subiram 4,1%. Supermercados pesam três vezes mais", diz.
O técnico do IBGE ressaltou que o setor de móveis e eletrodomésticos vem mantendo taxas de crescimento semelhantes às do ano passado. "A mudança de posição da classe menos favorecida para uma classe mais alta resultou nesse aumento. Isso vem com uma demanda reprimida", afirmou.
Fontes: Redação SM e Agência Estado
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Em cinco anos, renda das mulheres cresce mais de 30%
Entre 2006 e 2011, a renda desse público subiu 30,8%. Por conta disso, as mulheres movimentam atualmente R$ 679,5 bilhões na economia brasileira. O ritmo de expansão foi bem maior do que o dos homens, que, no mesmo período, cresceu 22,7%. Mas eles continuam na frente quando o assunto é o valor da renda. Atualmente, movimentam cerca de R$ 1 trilhão. Os dados são de uma pesquisa da consultoria Data Popular, divulgada pelo jornal O GLOBO.
De acordo com o levantamento, mais anos de estudo, maior presença nas universidades, participação crescente no mercado de trabalho e aumento dos programas de transferência de renda explicam o salto dos ganhos das mulheres nos últimos cinco anos.
São as quase 53 milhões de mulheres da classe C que detêm quase metade da renda feminina do País. “As mulheres passaram a ser protagonistas do mercado de trabalho, do consumo, das decisões. Se a classe C cresceu, deve-se à importância da mulher. Uma relevância que ganha cada vez mais espaço ao aquecer o mercado interno em tempos de crise”, diz Renato Meirelles, diretor da Data Popular.
Potencial de consumoCom mais dinheiro na bolsa, a mulher também passou a ter ainda mais poder de decisão sobre as compras da família. Não à toa: seu potencial de consumo está em quase R$ 1,5 trilhão, o que é 106,2% mais do que em 2002.
Fonte: O Globo
De acordo com o levantamento, mais anos de estudo, maior presença nas universidades, participação crescente no mercado de trabalho e aumento dos programas de transferência de renda explicam o salto dos ganhos das mulheres nos últimos cinco anos.
São as quase 53 milhões de mulheres da classe C que detêm quase metade da renda feminina do País. “As mulheres passaram a ser protagonistas do mercado de trabalho, do consumo, das decisões. Se a classe C cresceu, deve-se à importância da mulher. Uma relevância que ganha cada vez mais espaço ao aquecer o mercado interno em tempos de crise”, diz Renato Meirelles, diretor da Data Popular.
Potencial de consumoCom mais dinheiro na bolsa, a mulher também passou a ter ainda mais poder de decisão sobre as compras da família. Não à toa: seu potencial de consumo está em quase R$ 1,5 trilhão, o que é 106,2% mais do que em 2002.
Fonte: O Globo
Adolescentes e jovens adultos são novo alvo da indústria de chicletes
O mercado de chicletes fatura R$ 2,4 bilhões por ano no Brasil, mas os fabricantes sabem que não podem depender apenas do público infantil para elevar essa cifra. Entre outras razões, isso se deve ao fato de que a venda do produto já está proibida em lanchonetes escolares do Rio de Janeiro, Paraná, Espírito Santo e também da cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Agora, a estratégia da indústria é se aproximar mais de adolescentes e jovens adultos.
“Com essa restrição, perdemos muitos pontos de venda que comercializavam balas”, afirma Vinícius Germano, gerente de gomas de mascar da Kraft, dona de marcas como Bubaloo, Trident, Chiclets e Clorets.
Segundo ele, há outros fatores envolvidos na aposta em um público mais velho. “Adolescentes e adultos pagam entre cinco e dez vezes mais para ter um produto de sabor inovador, em comparação ao que iriam desembolsar por um chiclete de bola”, diz.
No ano passado, a comercialização de chicletes “adultos” superou, pela primeira vez, as vendas de chicletes de bola – direcionados ao público infantil, como os da marca Bubaloo. Com isso, o segmento passa a representar 55% do volume da categoria. A tendência é de que essa participação cresça ainda mais, uma vez que no acumulado de 12 meses encerrados em julho deste ano, as vendas dos itens para adultos subiram 8,8%, enquanto os chicletes de bola registraram queda de 5,6%.
Um dos investimentos da Kraft para consolidar sua atuação junto ao público mais velho é uma ação para o Rock in Rio, na qual sorteará três viagens e mil ingressos para o evento.
Entre os fabricantes de caramelos, balas e pastilhas, a busca por contato com adolescentes e jovens adultos também é grande. Bom exemplo é a Perfetti Van Melle, da marca Mentos, que estreou uma campanha nas capitais nordestinas em que associa o sabor de seus produtos ao gosto do beijo. O segmento de balas, caramelos e pastilhas registrou faturamento de R$ 885 milhões em 2010.
Fonte: Valor Econômico
“Com essa restrição, perdemos muitos pontos de venda que comercializavam balas”, afirma Vinícius Germano, gerente de gomas de mascar da Kraft, dona de marcas como Bubaloo, Trident, Chiclets e Clorets.
Segundo ele, há outros fatores envolvidos na aposta em um público mais velho. “Adolescentes e adultos pagam entre cinco e dez vezes mais para ter um produto de sabor inovador, em comparação ao que iriam desembolsar por um chiclete de bola”, diz.
No ano passado, a comercialização de chicletes “adultos” superou, pela primeira vez, as vendas de chicletes de bola – direcionados ao público infantil, como os da marca Bubaloo. Com isso, o segmento passa a representar 55% do volume da categoria. A tendência é de que essa participação cresça ainda mais, uma vez que no acumulado de 12 meses encerrados em julho deste ano, as vendas dos itens para adultos subiram 8,8%, enquanto os chicletes de bola registraram queda de 5,6%.
Um dos investimentos da Kraft para consolidar sua atuação junto ao público mais velho é uma ação para o Rock in Rio, na qual sorteará três viagens e mil ingressos para o evento.
Entre os fabricantes de caramelos, balas e pastilhas, a busca por contato com adolescentes e jovens adultos também é grande. Bom exemplo é a Perfetti Van Melle, da marca Mentos, que estreou uma campanha nas capitais nordestinas em que associa o sabor de seus produtos ao gosto do beijo. O segmento de balas, caramelos e pastilhas registrou faturamento de R$ 885 milhões em 2010.
Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Comércio eletrônico cresce, mas logística ainda é entrave
Apenas na região metropolitana de São Paulo – maior mercado consumidor do País –, as vendas online cresceram 15,7% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2010. No mesmo intervalo de meses, as lojas físicas de todo o varejo da mesma região apresentaram alta bem mais modesta: 0,7%.
No entanto, é comum entre as empresas com operação de e-commerce queixas a respeito de problemas com as transportadoras, encarregadas de levar os itens adquiridos até a casa dos clientes. Segundo varejistas, essas empresas de transporte não têm conseguido acompanhar o crescimento do comércio eletrônico.
Para o Grupo Pão de Açúcar, uma alternativa para solucionar o problema seria a criação de uma linha de crédito no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para que as transportadoras invistam na expansão de sua capacidade.
Porém, para Maria Fernanda Hijjar, diretora de mercado do Illos (Instituto de Logística e Suply Chain), o comércio também é responsável. “O gargalo da logística não é um problema só das transportadoras. O varejista precisa realizar uma previsão correta de entregas e fechar com antecedência um contrato com as empresas de transporte, o que nem sempre acontece”, afirma.
Fonte: Brasil Econômico
No entanto, é comum entre as empresas com operação de e-commerce queixas a respeito de problemas com as transportadoras, encarregadas de levar os itens adquiridos até a casa dos clientes. Segundo varejistas, essas empresas de transporte não têm conseguido acompanhar o crescimento do comércio eletrônico.
Para o Grupo Pão de Açúcar, uma alternativa para solucionar o problema seria a criação de uma linha de crédito no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para que as transportadoras invistam na expansão de sua capacidade.
Porém, para Maria Fernanda Hijjar, diretora de mercado do Illos (Instituto de Logística e Suply Chain), o comércio também é responsável. “O gargalo da logística não é um problema só das transportadoras. O varejista precisa realizar uma previsão correta de entregas e fechar com antecedência um contrato com as empresas de transporte, o que nem sempre acontece”, afirma.
Fonte: Brasil Econômico
Salário ainda é principal motivo para executivo trocar de emprego
A possibilidade de encarar novos projetos e desafios pode até ser estimulante, mas, na maioria dos casos em que um executivo troca de emprego, o motivo principal é mesmo o salário. A constatação vem de uma pesquisa realizada pela Asap, consultoria de recrutamento e seleção de executivos de média gerência.
Do total de mil executivos ouvidos, 82,6% afirmam já ter recebido proposta para mudar de emprego. Mais da metade, porém, recusou a oferta. A razão? O salário estava abaixo das expectativas. Outro ponto observado por muitos foi o fato de o cargo não ter relação com seus objetivos profissionais.
Carina Budin, sócia-gerente da filial da consultoria em Campinas (SP), pondera que dinheiro é o mais importante nessa decisão, mas não o único fator considerado. “A remuneração ainda é decisiva no momento da mudança de emprego, mas não é a única coisa que motiva as pessoas. Não podemos excluir a importância de outros fatores, como possibilidade de ascensão na carreira e o desafio profissional”, afirma.
Fonte: Portal IG
Do total de mil executivos ouvidos, 82,6% afirmam já ter recebido proposta para mudar de emprego. Mais da metade, porém, recusou a oferta. A razão? O salário estava abaixo das expectativas. Outro ponto observado por muitos foi o fato de o cargo não ter relação com seus objetivos profissionais.
Carina Budin, sócia-gerente da filial da consultoria em Campinas (SP), pondera que dinheiro é o mais importante nessa decisão, mas não o único fator considerado. “A remuneração ainda é decisiva no momento da mudança de emprego, mas não é a única coisa que motiva as pessoas. Não podemos excluir a importância de outros fatores, como possibilidade de ascensão na carreira e o desafio profissional”, afirma.
Fonte: Portal IG
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Rede mineira DMA interessa a Walmart e Cencosud
Com cerca de 90 lojas concentradas na Grande Belo Horizonte, a rede DMA, dona das bandeiras Epa e MartPlus, é a última grande empresa do setor em Minas Gerais que não pertence a nenhum dos grandes grupos varejistas presentes no País. A empresa, de propriedade da família Nogueira, registrou no ano passado faturamento de R$ 1,930 bilhões, o que a coloca na sétima posição do Ranking de Supermercados da Revista Supermercado Moderno. Walmart e Cencosud estariam interessados na aquisição da companhia, negócio avaliado em R$ 1,5 bilhão.
O Grupo Pão de Açúcar também teria sondado os proprietários a respeito de um possível acordo, mas fontes do mercado apontam que as conversas esfriaram.
Caso ocorra uma negociação com a Cencosud, será o segundo acordo importante do grupo em Minas Gerais. Por R$ 1,3 bilhão, os chilenos adquiriram no ano passado o controle do Bretas. No Brasil, o Cencosud também é dono do GBarbosa.
Fonte: Supermercado Moderno, em 06/09.2011
O Grupo Pão de Açúcar também teria sondado os proprietários a respeito de um possível acordo, mas fontes do mercado apontam que as conversas esfriaram.
Caso ocorra uma negociação com a Cencosud, será o segundo acordo importante do grupo em Minas Gerais. Por R$ 1,3 bilhão, os chilenos adquiriram no ano passado o controle do Bretas. No Brasil, o Cencosud também é dono do GBarbosa.
Fonte: Supermercado Moderno, em 06/09.2011
PÃO DE AÇUCAR EM BUSCA DA EFICÊNCIA
Marcas Sendas e Comprebem são extintas pelo Pão de Açúcar
Por Redação SM - 06/09/2011
As bandeiras Comprebem e Sendas não estampam mais a fachada de nenhuma loja no Brasil. O Grupo Pão de Açúcar concluiu a conversão de todas as 221 unidades das duas bandeiras, processo que durou um ano e meio e recebeu investimentos de R$ 230 milhões em valores aproximados.
A partir de agora, Extra, Pão de Açúcar e Assaí são as únicas marcas da empresa no varejo de alimentos, sendo a última dedicada à operação de atacarejo (ou cash & carry).
A maior parte das lojas foi convertida em Extra Supermercado, formato definido pela empresa para supermercados de vizinhança, que passa a contar com 204 unidades, sendo 188 fruto da conversão. O modelo está implantado nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará e privilegia os produtos perecíveis. Segundo a empresa, algumas lojas elevaram em 60% a comercialização de congelados após a mudança.
Outro resultado positivo da transformação de lojas antigas em Extra Supermercado aparece no setor de frutas, legumes e verduras, cujo espaço aumentou 20% em algumas unidades, o que ajudou a elevar as vendas em até 35%, segundo a empresa, que afirma ter contratado cerca de 4 mil funcionários para atuar nas lojas em reforma.
Além do formato de vizinhança, a marca Extra opera hipermercados, lojas de proximidade (Extra Fácil), além de outros negócios como drogarias e postos de combustível.
A partir de agora, Extra, Pão de Açúcar e Assaí são as únicas marcas da empresa no varejo de alimentos, sendo a última dedicada à operação de atacarejo (ou cash & carry).
A maior parte das lojas foi convertida em Extra Supermercado, formato definido pela empresa para supermercados de vizinhança, que passa a contar com 204 unidades, sendo 188 fruto da conversão. O modelo está implantado nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará e privilegia os produtos perecíveis. Segundo a empresa, algumas lojas elevaram em 60% a comercialização de congelados após a mudança.
Outro resultado positivo da transformação de lojas antigas em Extra Supermercado aparece no setor de frutas, legumes e verduras, cujo espaço aumentou 20% em algumas unidades, o que ajudou a elevar as vendas em até 35%, segundo a empresa, que afirma ter contratado cerca de 4 mil funcionários para atuar nas lojas em reforma.
Além do formato de vizinhança, a marca Extra opera hipermercados, lojas de proximidade (Extra Fácil), além de outros negócios como drogarias e postos de combustível.
Matéria da edição: AGOSTO: Top Five
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